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Rapariga de 14 anos violada em SJM

Quarta-feira, 04.08.10

"Uma adolescente, de 14 anos, foi violada por um empresário de Gondomar, de 41 anos, que conhecera através de uma rede social da Internet. O suspeito, que ameaçou a rapariga e a sua família, coagindo-a a actos sexuais, já foi detido pela Polícia Judiciária do Porto e deverá ser hoje interrogado no tribunal de S. João da Madeira, onde aconteceram os crimes.

 

Ao que o JN apurou, o relacionamento virtual entre a adolescente e o empresário terá começado em Maio pela Internet, mas depressa ambos começaram a falar por telemóvel. Terá existido troca de mensagens e fotos comprometedoras que o homem ameaçou divulgar na Internet, caso a jovem não acedesse a encontrar-se pessoalmente. A jovem começou por recusar, mas as ameaças subiram de tom.

 

O encontro acabou por acontecer num jardim de S. João da Madeira, onde a jovem foi obrigada a diversos actos sexuais e violada. Durante Maio e Junho, a jovem esteve dominada pelo terror pelo alegado abusador, mas acabou por contar tudo à família. Mesmo assim, o homem não desistiu, passando a ameaçar igualmente a família, que acabou por apresentar queixa na PSP.

 

No mês passado, a investigação do caso passou para a Polícia Judiciária do Porto que, depois de reunir provas que comprometiam o referido indivíduo - que terá uma empresa de biscates - consumou a detenção no início desta semana.

 

O suspeito, que está indiciado pelos crimes de violação e coacção sexual, deverá ser ouvido hoje pela manhã em tribunal, tendo pernoitado nas instalações da PSP de S. João da Madeira. Durante o dia de hoje, serão conhecidas as medidas de coacção." in JN

 

Este é um exemplo entre milhares - está na hora das famílias terem uma maior atenção para com os seus filhos no que respeita ao uso abusivo da internet e dos telemóveis.

Casos como estes estão a acontecer diariamente. Pensamos sempre que só acontece aos outros.

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por Administração às 13:46

Assédio moral no trabalho

Quinta-feira, 17.06.10

 

 

Assédio Moral no Trabalho - “Mobbing” - Infractores podem acabar na prisão

 

1. Introdução

 

O assédio moral no local de trabalho acontece quando um trabalhador está sujeito a actos susceptíveis de sacrificar, humilhar e ameaçar ou diminuir a sua auto estima. Os actos exercidos pelo assediador originam riscos para a saúde física e mental e, em casos extremos, a perda do posto de trabalho do assediado. Por norma, estes comportamentos do assediador devem-se a um abuso de poder ou ao seu uso indevido e decorrem dentro das organizações.

 

Continue a ler aqui

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por Administração às 13:00

Violência não...

Domingo, 22.11.09

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Recém nascido morto e abandonado

Domingo, 27.09.09

Ao passar os olhos pelos jornais, deparei-me com esta notícia que não podia deixar de partilhar com os leitores do kaska&deskaska. Como é possível haver pessoas capazes de fazer isto a um recém nascido. Sabemos que a crise é de todos, mas matar!? Deixar à porta de uma instituição de solidariedade social, à porta de uma casa de família, oferecer o filho porque não o pode criar, pedir ajuda quando a coragem existe, tudo isto eu entendo. Matar, colocar no caixote do lixo, enterrar, entre outras barbaridades feitas a recém nascidos eu e acho que ninguém compreende o que se passa na cabeça destas mães. Sendo homem, posso não perceber o sentimento que uma mulher tem quando procede a uma atitude destas, mas mesmo sendo homem, se na minha porta estive uam criança embrulhada, eu tinha capacidade de a acolher. Lamento a morte desta criança, lamento a dor dos pais que provavelmente não estão de boa saúde, lamento o país que temos, que não procura saber o porquê destas situações acontecerem e a única coisa que fazem é colocar o banco alimentar à disposição de quem precisa. E a vergonha? Não seria mais fácil visitar as casas e saber as verdade? Eu sei que nãos e deve ter vergonha mas ela existe.

 

(FotoJN)

Bebé foi deixado num local ermo, onde foi ateado o fogo. A Polícia Judiciária de Aveiro está a investigar este “crime” hediondo que está a chocar a população local.
 Um recém-nascido foi encontrado morto, na madrugada de ontem, pelos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, durante o rescaldo de um pequeno incêndio em mato, junto ao campo de futebol da Coutada, na freguesia de S. Salvador.
A Polícia Judiciária de Aveiro assumiu as investigações e está a seguir algumas das pistas deixadas no local, bem como a relação entre o incêndio em “mato rasteiro” e a morte do recém-nascido que já se encontrava em “avançado estado de decomposição”. Passavam pouco minutos da meia-noite quando os bombeiros receberam um alerta para um incêndio em mato junto ao campo de futebol da Coutada. O sinistro era de pequenas dimensões e foi extinto em poucos minutos. O pior estaria para vir. Quando procediam aos trabalhos de rescaldo, um dos bombeiros tropeçou num saco, embrulhado num cobertor e num casaco de ganga. Abriu-o e viu lá dentro um recém-nascido já cadáver, que escapou às chamas. Imediatamente foi chamada a GNR, que isolou o perímetro e accionou o piquete da Polícia Judiciária de Aveiro. In Diário de Aveiro

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Violência Doméstica Mata + do Que o Cancro

Segunda-feira, 23.04.07

Sabendo que o cancro, é um dos maiores flagelos mundiais, onde vitima milhões de pessoas em todo o mundo, nem quero acreditar que a violência doméstica esteja na frente deste grande flagelo, como é noticiado numa revista credível em Portugal. Faço um apelo a todas as pessoas que verifiquem maus tratos domésticos , não se inibam de os denunciar, porque só assim faremos com que haja uma sociedade mais justa e fraterna. Denunciem, porque é um caso humanitário.

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Violência doméstica…

Sábado, 25.11.06

Há algum tempo atrás fiz um post alertando os leitores para o problema da violência relacionada com os castigos corporais, em que direccionei o tema para as crianças, hoje escrevo lertando para um problema de sociedade.

Em mais uma das minhas leituras, esbarro com uma notícia chocante, pelo menos para mim, que sou um homem que ainda respeita a mulher. Pois entre Novembro de 2005 e o mesmo mês deste ano morreram em Portugal 37 mulheres vítimas de violência doméstica, revelou um estudo, na passada sexta-feira, apresentado pela “União de Mulheres Alternativa e Resposta” (UMAR), noticiou a agência Lusa.

O estudo, apresentado pela UMAR para assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que se comemora hoje, é uma forma de «denunciar e alertar as autoridades e a sociedade para uma situação preocupante em Portugal», disse Elisabete Brasil.

A presidente da UMAR defendeu a necessidade de uma «estratégia global» que passa por casas de abrigo e pela existência de instrumentos de análise para avaliar o risco quando as mulheres recorrem aos centros de atendimento. É de facto de salientar que no nosso concelho, ao contrário do que se imagina, existe muita violência doméstica, e refiro-me não só a (pancada), pois a violência psicológica também é uma situação que leva a mulher ao desespero. É necessário dotar a PSP e a GNR de gabinetes especiais para atender as vítimas e a realizar um trabalho de proximidade no terreno junto das várias associações que, no entender de Elisabete Brasil, são formas de combater a violência doméstica. No nosso concelho que eu saiba não existe nenhum gabinete especializado nesta área, apenas a protecção de menores em risco, sedeado na cidade.

A lei é «boa mas não tem praticabilidade», afirmou Elisabete Brasil, especificando a situação de «afastamento do agressor e permanência da mulher em casa». «Em Portugal, na maior parte das vezes, é a mulher que tem de sair de casa com os filhos e as medidas de coação ao agressor não se aplicam», criticou, referindo que isto não acontece noutros países europeus, como a Espanha. Penso que nisto Elisabete tem toda a razão, quem está a prejudicar a família é que deve sair de casa e nunca a prejudicada e seus filhos. Não entendo como é possível neste século, ainda haver homens que mal tratam as mulheres e seus filhos.

Comparação com Espanha

O Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR, em funcionamento há três anos, conseguiu em conjunto com a rede feminista espanhola fazer uma comparação entre os dois países revelando dados, que para Elisabete Brasil, são «assustadores».

Em Espanha morreram no mesmo período (25 de Novembro de 2005 a 20 de Novembro de 2006) 87 mulheres vítimas de violência doméstica. «O número é superior mas se analisarmos que Espanha tem três vezes mais população que Portugal podemos ver que a situação no nosso país é realmente preocupante». Elisabete Brasil alertou também para a necessidade das autoridades oficiais recolherem os dados exactos da prática de femicídios [homicídios nas relações de intimidade] para compreender melhor este fenómeno e agir de forma mais eficaz.

«Este número do observatório é uma amostra, um número indicativo conseguido a partir das notícias da imprensa nacional porque não temos acesso aos inquéritos e investigações oficiais», afirmou a presidente da UMAR. Nos anos anteriores o número de femicídios foi superior, contabilizando 43 em 2005 e 47 em 2004, segundo o estudo da UMAR. É incrível pensar, como morrem tantas mulheres vítimas de maus-tratos nestas condições. Portugal precisa evoluir, sair do buraco e crescer em mentalidade.

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Castigos corporais - proibidos

Sábado, 14.10.06

“O novo Código Penal vai proibir expressamente os castigos corporais em crianças, praticados quer em instituições quer em casa, segundo a proposta de revisão, já aprovada pelo Governo.

O penalista Rui Pereira, autor da proposta entregue na Assembleia da República, disse à agência Lusa que a reforma do Código Penal «distingue a noção de violência doméstica que é praticada no seio da relação familiar, da noção de maus-tratos, que engloba os castigos corporais praticados dentro de instituições de acolhimento, nomeadamente escolas».

«A lei não tem expressamente a designação de castigos corporais», disse Rui Pereira, realçando que a proposta do novo Código Penal considera expressamente os castigos corporais como maus-tratos, o que não acontece na actual legislação. «Actualmente fala-se em maus-tratos, o que na minha óptica já engloba, embora não expressamente, os castigos corporais», disse o mesmo responsável.

A proposta de revisão do Código Penal, aprovada em Conselho de Ministros a 27 de Abril, reforça a tutela das crianças, passando a cobrir todas as situações de violência física ou psicológica.

Ao abrigo da nova legislação também as pessoas colectivas (instituições com crianças à sua guarda) podem ser punidas.

A lei prevê, por exemplo, penas como multa, proibição de celebrar contratos, privação do direito a subsídios, encerramento do estabelecimento e extinção da pessoa colectiva.

Nos crimes de violência doméstica introduz-se uma agravação do limite mínimo da pena, no caso de ser praticado contra menores ou na presença de menores ou em casa da vítima.” In Lusa

 

 

Alguns exemplos de opiniões de leitores

Depois de se passar de uma sociedade onde a criança não tinha direitos, nem opinião própria, querem passar para uma sociedade permissiva onde tudo passa a valer em nome da criança. Uma palmada dada na hora certa nunca matou ninguém. Esta deve ser explicada. Desde a fase do aviso da conversa e por fim a repreensão. o porque da palmada e quando falo na palmada não é "espancar". Todos parece que criticam mas no entanto critique quem nunca o fez, ou se lembra da palmada que levou em pequeno e que o fez ver que afinal esta fez pensar. Ninguém quer cometer o erro que os pais fizeram, mas no entanto uma criança que cresce sem limites perde-se mais sem eles do que com eles. Então digo, seja feita a educação de uma forma saudável, sem limites que passam de um extremo para o outro, sem contrapeso e medida. Sara

só para relembrar que nos USA e no Canadá essa lei existe e os miúdos que pegam em armas para matar são cada vez mais. Será por falta de quê? Também é verdade que o normal nesses países é as crianças com 17 anos serem "convidadas" pelos próprios pais a saírem de casa dos pais. Na Suécia se não me engano é o país com a mais alta taxa de suicídio entre jovens que estão proibidos de serem disciplinados. Quanto à D. Ivone... acabo por pensar que deve de ter sido demasiado injustiçada pelos seus pais, não disciplinada.

 

Disciplina é um acto de AMOR. 

 

PROVÉRBIOS

13 - 24 Aquele que poupa a VARA aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga.

22 - 15 A estultícia está ligada ao coração do menino; mas a VARA da correção a afugentará dele.

23 - 13 Não retires da criança a disciplina; porque, fustigando-a tu com a VARA, nem por isso morrerá.

23 - 14 Tu a fustigarás com a VARA e livrarás a sua alma do Seol.

29 - 15 A VARA e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe. TR

 

Considero que violência a qualquer ser vivo deve ser punido ainda mais a uma criança. no entanto, acho que uma palmada com o sentido de repreensão nunca fez mal a ninguém. Eu também apanhei algumas palmadas quer dos pais ou professores em pequena. Foram dadas no momento certo e com motivo. Não estou afectada psicologicamente e amo e respeito quem mas deu. A continuar assim quando for mais velha e as forças para me defender não forem muitas vou eu apanhar do meu filho ou porque entretanto não o pude repreender com uma palmada na hora certa. Vejam o exemplo de Inglaterra. Alexandra Franco

 

Desculpe-me, mas agora o governo também vai querer mandar até no que fazemos em casa! Uma palmada quando é preciso não faz mal algum, se estivermos a falar em palmadas não em espancamento... tenho um filho pequeno e sei o que é... as crianças se não tivermos autoridade sobre elas. Elas fazem tudo o que lhe apetecem... todos nós sabemos... qualquer dia desses são elas que estão a bater em nós... o governo devia estar mais interessado em dar mais condições para termos filhos... Em vez disso não se  preocupam aonde deixamos os nossos filho... não há creches suficientes para colocá-los e temos que deixar com amas que não têm qualificação nenhuma... PELO AMOR DE DEUS pensem em algo que nos faça sentir mais seguros para criarmos os nossos filhos em vez de estarem para aí a terem ideias inúteis... deixem que dos nossos filhos cuidamos nós....Mara

E você o que pensa disto?

 

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