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Imaginarius 2010

Segunda-feira, 31.05.10

Dias 27, 28 e 29 de Maio, decorreu a décima edição do Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira.

Houve presos a falar da culpa, idosos a voltar ao tempo em que as maçãs ainda vinham directamente das árvores, ciganos a apoderarem-se de Shakespeare e crianças a vivenciarem a noite sem hora para ir dormir. Uma comunidade inteira, à conquista do espaço público.

Não foi um êxito, mas foi mais um Imaginarius, desta vez com a prata da casa a ser um pouco mais valorizada, para dessa forma reduzir os gastos de ostentação que se faziam transparecer em anos anteriores, com grandes companhias estrangeiras. Mesmo assim elas não faltaram para animarem o “pouco” público que compareceu para mais Imaginarius. A “crítica” não tem sido favorável à continuidade deste evento.

Este ano, houve seis novas criações e várias companhias nacionais e europeias a ocupar a Feira. Clara Andermatt regressou para apresentar uma adaptação de "Void" para o espaço público. O Teatro de Marionetas do Porto apresentou "Make Love Not War", a partir da "Lisístrata" de Aristófanes, sobre as mulheres que fazem greve de sexo enquanto os homens não pararem de combater. O espanhol Leo Bassi também estevede volta com "Utopia" e a companhia francesa Off encerrou o festival com uma performance circulante, "Les Roues de Couleur", o mais empolgante do dia e da noite. Houve ainda espectáculos que activaram quase militantemente o sentido de comunidade, como "A Feliz Idade" e "Romeu e Julieta"…

"A cada edição, o Imaginarius tem de encontrar motivos para existir, numa relação próxima com o território", explica Renzo Barsotti, que assume desde a primeira hora a direcção artística do Imaginarius. Pensar, mostrar, fazer pensar: "Há uma aposta forte na criação própria e no envolvimento da comunidade. Um festival tem de ser uma oportunidade para conectar as maiores forças de uma comunidade ao longo do ano".

A comunidade a fazer parte integrante do Imaginarius. Pena ainda se pensar, mostrar e fazer pensar muito pouco neste concelho.

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por Administração às 10:53

Imaginarius 2008

Sábado, 17.05.08

 

(slide show)

 

Ontem, dia 16 de Maio, segundo dia de Imaginarius, foi dia da pequenada sair à rua. Milhares de crianças levaram a “Estória do Principezinho” às ruas da cidade imaginária.
“Onde está o principezinho?”
Foi este o tema que levou as escolas ao imaginário mais vivido das crianças. Desfilaram os símbolos da estória numa fantasia alucinante, não fosse a algazarra que a criançada demonstrava pelas ruas.
A Flor – símbolo da vida, do amor e da generosidade; um diário de bordo, emblema do aviador, foram oferecidos aos transeuntes do festival, para que estes pudessem compreender a importância dos valores.
Esta parada honrou a paz do principezinho e restituiu no espaço público o trabalho intelectual e a sensibilização da população.
Participou ainda nesta parada, um carro em pasta de papel realizado pelos Mestres de Nola (Itália) e ainda a Instável Orquestra, que deu show todo o percurso.
Quem viu, gostou…
Fique com algumas fotos dos mais belos momentos deste Imaginarius.

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Imaginarius 2008

Domingo, 11.05.08

 

Não perca nos próximos dias 15 - 16 e 17 mais um Imaginarius em terras de Santa Maria.

Esta edição promete com 19 companhias  e mais de 50 espectáculos. Gigantescas instalações invadem a cidade e nem o Porto escapa ao croché com mais de 1000 mulheres conduzidas por Joana Vasconcelos. O Gigante dos Royal de Luxe é enterrado vivo no Castelo. O "fotógrafo do nu", Spenser Tunick, regressa para mostrar as fotos da instalação que realizou em Santa Maria da Feira na 3ª edição do festival, na Biblioteca Municiapl. Consulte o programa e divirta-se pelas ruas da cidade nestes três dias de Teatro de Rua:)

 

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Coisas do diabo!

Domingo, 27.05.07

 

“A Secção do Partido Socialista de Santa Maria da Feira exige a demissão do vereador do pelouro da Cultura, Amadeu Albergaria, em consequência da actuação da companhia francesa Cacahuète, na última edição do Imaginarius - festival internacional de teatro de rua, que decorreu, na passada semana, neste concelho.” In JN

Estava a faltar a parte mais séria da questão politica relacionada com o Imaginarius. Já estávamos todos ansiosos pela demissão do vereador. Será que ele vai assumir responsabilidades, enfrentar a oposição, ou enfiar o rabinho entre as pernas e pedir mesmo a demissão?

“Depois das críticas públicas dos últimos dias, a propósito da actuação desta companhia que recorreu ao uso de símbolos religiosos, ao mesmo tempo que exibiu corpos praticamente desnudados e crucificou um porco, os socialistas responsabilizam o autarca pelo que designam ser um dos "tristes acontecimentos que se verificaram no Imaginarius".” In JN

As críticas têm sido mais que crucificar um porco na cruz, foram usadas simbologias cristãs de forma satânica.


“Consideram que Amadeu Albergaria, enquanto vereador da Cultura, "foi o responsável pela autorização deste lamentável espectáculo" e que, depois da primeira actuação da companhia, "nada fez para impedir as seguintes". Uma atitude que consideram reveladora de "uma falta de coragem política e uma deslealdade para com a população feirense, pelo que só lhe resta a demissão", afirma em comunicado a Secção do PS.” In JN

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por kerokrer às 16:56

A (in)cultura

Sexta-feira, 25.05.07

“Lamento o baixíssimo nível artístico do grupo, que não merece pisar mais as terras de Santa Maria, pelas situações apresentadas, ridículas, que qualquer indivíduo é capaz de criar, pois nada de especial tem de criatividade cultural ou interessante.” João Bezerra

Concordo plenamente com esta afirmação, de facto a cultura baixou de nível. A arte, a cultura, a criatividade a mistura do belo com o imaginário, não é a mistura do intrínseco que revela a pouca qualidade artística que foi apresentada em Santa Maria da Feira.

“É preciso ter presente as multidões que gostam de admirar as belezas artísticas que o Imaginarius apresenta.” João Bezerra

Seria importante relembrar que belezas artísticas também podem ser nus, (vemos muitas exposições de fotografia por exemplo), mas se vocês se disponibilizarem para observar bem essa arte, irão verificar que os modelos não andam a exibir os órgãos sexuais explicitamente, tal como aconteceu no Imaginarius. Saliente-se que tudo foi feito em tom de provocação, perante crianças.

“(…) como crente que sou, considerei uma ofensa grave ao catolicismo e de muito baixo, de baixíssimo nível artístico, sob o meu ponto de vista, evidentemente, o que apresentou o grupo francês, ‘cacahuète – market platz 2’! O apoio que tem de França e do Ministério da Cultura francesa em nada justifica a classe artística deste grupo, pelo que apresentou.” João Bezerra

Para quem é católico e para quem não o é, a ofensa à moral, à dignidade humana de cada um, à preservação de uma cultura que ali não existiu, de ofensa à arte, à imaginação, às pessoas que ainda vivem de valores e que os querem transmitir aos mais pequenos, revelou-se exagerada.

“Já todos sabemos os ventos que correm pela Europa. Só o futuro nos desvendará o que poderá acontecer devido ao desmoronamento dos valores do respeito, do bom senso e do equilíbrio mental.” João Bezerra

É por estas e por outras que caímos no ridículo. Aquilo a que chamamos de valores morais, respeito pelo outro, bom senso e equilíbrio mental, está a desaparecer com as novas gerações. Mas pior que isto, são as “velhas gerações vanguardistas” que se estão a esquecer da sua missão de educadores, de transmissores de valores, de educação e de respeito pelo outro. Este caminho obscuro e que agrada aos jovens poderá trazer-nos muitos dissabores. Este tipo de grupos que se dizem culturais, devem de ser com urgência, erradicados do mercado da cultura. Isto a que chamamos modernismo, não passa de falta de cultura, a porcaria não é símbolo cultural.

“Eu nunca posso fazer aquilo que pode ofender o outro. Só a imbecilidade é que pode defender princípios desprovidos de responsabilidade, de respeito e do bom senso!” João Bezerra

A ofensa a Jesus, foi a mais gravosa em todo o espectáculo, quer crentes quer não crentes entenderão a falta de bom senso na condução do mesmo. Pior que tudo isto, é referirem-se à falta de informação relativamente ao uso da Cruz. Colocar-lhe um pano negro seria a solução? Não estaria envolvida a cruz na mesma? Há princípios que são invioláveis, respeitemos as opiniões, mas acima de tudo respeitemos o uso da liberdade. Como todos conhecem o ditado. “A minha liberdade acaba onde a liberdade dos outros começa”. Utilizar a palavra de “DEUS” em vão, é uma crucial ofensa aos cristãos. “Tomai e comei o corpo do porco”, “Tomai e bebei”,, isto é de quem se diz normal? Mas, mais ridículo, é podermos observar através da televisão, confissões acerca do espectáculo, conotando-o de excelente, saber que houve quem bebeu o que saíu do tubinho que acompanhava o pénis do “porco”, saber que existem pessoas capazes de achar graça a algo que é simplesmente satânico.

Resta-me solidarizar-me com o padre João Bezerro, pela coragem de demonstrar publicamente aquilo que os nossos políticos precisam ouvir. Ao Dr. Amadeu Albergaria, deixo aqui a lição par ler, bem precisa.

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por kolaborador_4 às 20:21

Porco na Cruz!

Segunda-feira, 21.05.07

O incrível aconteceu, o “Terrinhas” não faz referência ao Imaginarius da forma que esperávamos. A crítica a uma das companhias presentes, foi sem dúvida o mote para o despoletar da gravidade deste jornal vir falar do Imaginarius como tendo sido um verdadeiro teatro de rua, excepcional, ou até mesmo digno de se ver. Melhor então é nem falar.

No entanto podemos ler um artigo de opinião, escrito por Augusto Malheiro, que preferiu levar aos leitores a opinião do público, sem as famosas fotografias do porco na cruz, divulgadas em alguns blogs, entre eles o kaskaedeskaska.

Martirizar a “Cambra” não é o que mais significa no momento para os feirenses, pois a opinião é generalizada a outras freguesias que se têm mostrado indignadas pela forma como esta companhia apresentou o seu espectáculo. Lamenta-se que a “Cambra” não tenha tido o cuidado de informar a população e visitantes do conteúdo menos próprio a decorrer naquele local, podia-se ter preservado os menores de uma “cultura” mais abstracta e surrealista que eles não entendem. A falta de gosto e de imaginação, repudiou muitos e até mesmo os que se dizem ateus.

No entanto, houve companhias que mostraram arte e a essas deixamos os parabéns pelo trabalho desenvolvido, referi-las não valerá a pena, para um bom observador, nunca é necessário uma grande explicação.

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"Imaginarius"?

Sábado, 19.05.07

Esta história do “imaginarius” começa a mostrar realmente a pouca cultura que vai vagueando pela bilha. Começo por dar nota “0” a este espectáculo, pois de imaginação não teve absolutamente nada, uma completa parvalheira! Se isto é cultura, vá-se lá pensar no que vem a seguir. Não resisti ao conteúdo mais sensível e abandonei o local com os meus menores pela mão. Considero um atentado ao pudor, acho que na programação deveria estar mencionado o facto de haver cenas chocantes para os menores. ("AmaDEU"não metas mais água).
Então começo a descida até à “coba” (local de culto), e vejam lá quem encontro pelo caminho, o "AmaDEU". O homem seguia com passo acelerado, talvez por causa das “mamas” e das “pilas” ao leu, “pensei eu com os meus botões” será que lhe pregaram uma partida e não lhe disseram que ali ia ser apresentado um teatro de “hardcore”! Logo a seguir, também em passo largo, vem o resto da inconveniência, talvez enfurecidos por o "AmaDEU" não lhes ter dito que havia um teatro de gajos e gajas nuas. Mas adiante, eles lá se entendem, no fim vão todos comer na mesma gamela.
 
Numa expectativa de ver algo ligado à dita cultura da “Bilha”, “espeto-me” diante da traseira da piscina, onde apanho com uma seca de mais de uma hora à espera duma manada de girafas desnorteadas. Por elas (as girafas) ainda tive alguma consideração e esperei. Então chega a hora do espectáculo musical (cerca de 1h30m de atraso), isso sim, música para os meus ouvidos, “pensava eu”. Então não é que aquelas “cornetas” não faziam mais nada a não ser an, in, on, un. Já farto de tanta cultura “estrangeira” preparo-me para me vir embora, mas por insistência dos pequenotes, (que já deviam estar na cama há muito), lá fiquei mais um bocado. Foi então presenteado com um fado, que faz parte da cultura portuguesa, mas tive pena de não conseguir ouvir em perfeitas condições, pois já não sentia os pés, de tanto esperar. Desiludido com a forma como o "AmaDEU" anda a gastar o dinheiro do saneamento e do tapete, vim embora sem ver o último espectáculo, que pelo andar da carruagem, também não devia mostrar nada de culto ao nosso “pobbo”. Conclusão: do pouco que vi, foi uma perfeita desilusão.

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por kolaborador_13 às 14:58
editado por K.D.(BlogBoss) às 21:56

Teatrinho...!

Sexta-feira, 18.05.07

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imaginarius

Quinta-feira, 17.05.07

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Imaginarius à porta

Terça-feira, 15.05.07

 

Não se esqueça, visite Santa Maria da Feira na próxima 5ª - 6ª e sábado e divirta-se com as mais variadas formas de fazer teatro de rua.

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