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CIP quer cortes no subsídio de desemprego

Quarta-feira, 28.04.10

 

 

 

“CIP quer cortes no subsídio de desemprego e fim do limite mínimo da prestação

 

A Confederação da Indústria quer mudar as regras do subsídio de desemprego e acabar com o limite mínimo da prestação. As propostas vão ser discutidas amanhã na concertação social mas já é certa a oposição dos sindicatos, que consideram estas medidas injustas.

419 Euros e 22 cêntimos e nenhum desempregado pode receber um cêntimo a menos. É esta a regra que a CIP quer mudar: quer pôr fim ao limite mínimo do subsídio de desemprego.

A CIP também quer baixar o subsídio consoante a duração do desemprego. Quanto mais tempo, menos dinheiro. Propõe cortes para desempregados que recusam ofertas de trabalho, porque segundo António Saraiva muitos limitam-se a carimbar o documento sem procurar emprego.

António Saraiva dá como certa a contestação dos sindicatos. Uma realidade esperada. A CGTP revela a sua posição através de Arménio Carlos para quem "esta proposta é caluniosa e desumana. O subsídio de desemprego não é uma esmola" contesta.

Também a UGT manifesta o seu descontentamento na palavra de João de Deus "estamos totalmente contra e dispostos a fazer tudo para que não sejam aprovadas" as alterações.

É neste clima de polémica que o subsídio de desemprego vai ser discutido esta quarta-feira na concertação social.

O Governo quer mudar as regras até ao fim de Junho.”

Fonte: SIC

 

Deixo algumas perguntas:

  1. Porque é que em vez de a CIP estar preocupada com o corte no subsídio de desemprego, não se preocupa mais com as ilicitudes que o patronato comete ao despedir os seus trabalhadores?
  2. Porque razão quando um empregador resolve acabar com a sua indústria não deve o governo actuar e ficar com todos os seus bens pessoais, e incluir os bens pessoais dos familiares próximos que se provem ser provenientes de vendas/doações encapotadas desse mesmo patrão? (aumente-se a fiscalização)

Muitas empresas fecham e despedem ilegalmente (em Arrifana veja-se o caso do ATL em que os despedimentos quase um ano depois ainda dão que falar).

  1. Quantos trabalhadores têm disponibilidade financeira e mental para levar o patrão a tribunal? Gastam-se milhares de Euros e perdem-se muitos meses para provar que o “pobre” trabalhador tem razão.
  2. Vale a pena? Claro que vale pois só assim os patrões incumpridores se reduzem à sua insignificância, e se todos os trabalhadores pudessem lutar pelo seu emprego garantidamente que teríamos um Portugal bem melhor (só fechava de facto quem não tivesse nada a perder).
  3. Quantos dos nossos desempregados são fruto de despedimentos ilícitos? (paga governo, paga Zé Povinho)

Concerteza que a esses senhores da Indústria não interessa o aumento da fiscalização, mas ganhava a maioria: Trabalhadores, Governo e Portugal. (enviado por mail)

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por Administração às 21:02


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