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"Milu" queria coisa...mas...

Sábado, 15.03.08

Pois é para os mais distraído da “bilha” eu digo, a sério que digo o que se passou ontem na cidade. É mesmo verdade que ela a, “Milu” veio e foi logo, logo com o rabito entre as pernas.
Tanto segredo em volta da sua visita à Biblioteca, andava tudo a tremer com medo das manifestações, mas o “pobo” da “bilha” é pacífico e sobretudo civilizado.
Vinha ela toda aprumada com seu penteado ridículo, pensando que ia visitar o “Liceu” e só depois, fazer a visita oficial à Biblioteca mas teve de fugir que nem rato, quando viu semelhante aparato. Pois é, ela queria ter parado junto dos alunos, talvez para lhes dizer: “-Meus meninos, estudem, estudem, olhem que ainda vai sair o diploma para vocês avaliarem os vossos professores, mas para isso têm de saber ler até ao 9º ano…”
Eu até conto, porque vale a pena. Estava ela prontinha para parar o carro que nós pagamos, mas quando viu que estavam alunos e professores vestidos de preto e ainda por cima os seus queridos alunos com uma enorme faxa a dizer “Nós estamos com os professores”, deu meia voltinha e lá foi ela para o sítio onde não havia manifestações, o esconderijo que a “Cambra” arranjou, não vá o PS deixar de dar o “dinheirinho” que o PSD tanto pede para o próximo Imaginarius…Pior que isso é começar a ver que até os pais começam a mostrar de que lado estão.
Pobre ministra, que ainda não viu que está na sua horinha. Os sindicatos mostraram bem a sua indignação aos contornos que ela tem tentado fazer, responsabilizando os agrupamentos e fugindo às suas responsabilidades para que seja vista pela sociedade como boazinha, que até dá autonomia às escolas. Pois dá sim, autonomia para colocar professores contra executivos, escolas umas contra as outras e alunos e pais revoltados pela instabilidade existente no momento, que em nada favorece o sucesso dos alunos portugueses. Parece-me que a manifestação realizada no passado sábado, foi invisível, ninguém conseguiu ver cerda de 100 mil professores, unidos e descontentes pelo mesmo.
Portugal está em queda, retirar direitos adquiridos, não é uma forma justa de democracia. Tudo isto dá-nos a entender que caminhamos para um abismo, em que somente a miséria, a pobreza e o retrocesso estão em jogo. Numa sociedade em que as novas tecnologias estão a avançar a um ritmo avassalador, paralelamente vivemos o retrocesso e insistência em mentalidades retrógradas.
Srª Ministra, demita-se e deixe Portugal caminhar em linha recta.

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por kerokrer às 09:37

Amanhã Lisboa vai ser palco...

Sexta-feira, 07.03.08
Amanhã Lisboa vai ser palco para os professores, que se irão deslocar à capital para mostrarem o seu descontentamento em relação à politica exercida até ao momento.
"PSP espera até 70 mil professores e corta circulação na zona central da cidade.
A PSP vai cortar ao trânsito a zona entre o Marquês de Pombal e a Praça do Comércio.(Sol)

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por kerokrer às 17:50

Comunicado Importante aos Professores

Quarta-feira, 20.02.08

DEVE SER LIDO POR TODOS OS QUE PRETENDEM SER VERDADEIROS PROFESSORES
Ora aqui está uma delirante sugestão para os objectivos individuais que temos (os professores) que traçar.
O autor é o Paulo Guinote que tem um blogue muito corrosivo chamado "A educação do meu umbigo" em http://educar.wordpress.com/.
Os Meus Objectivos Individuais - Objectivos Gerais
Antes de entrar em especificidades - lá pela minha escola as coisas não andam a trote e recomendaram calma aos apressados - gostaria de expressar aqui os meus objectivos gerais, em forma de desejos, para o próximo biénio lectivo.

1.  Não tropeçar no duche, de modo a ficar incapacitado para me deslocar à escola uns dias, o que afectará irremediavelmente a minha avaliação.

2.  Fazer cuidada manutenção do meu carrinho, não vá ele falhar-me e, na ausência de transportes públicos entre o meu domicílio e a escola, ficar tramado pelas razões acima.

3.  Procurar não adoecer de forma alguma, se necessário vacinando-me duas e três vezes contra toda e qualquer ameaça imaginária na forma de vírus, fungo, bactéria, portaria, despacho ou circular.
 4.  Envolver a minha descendência numa bolha hiperbárica estanque pois, caso ela adoeça, não posso faltar sem que isso provoque os efeitos acima descritos.

5.  Proibir qualquer parente de falecer ou, em alternativa, pedir desde já a todos que me desculpem se falhar o respectivo funeral (a menos que seja ao fim de semana).
6.  Praticar o sexo mais seguro possível pois se houver descuido lá fica suspensa a avaliação da minha cara-metade.
 7.  Zelar pela boa saúde da minha Coordenadora-Avaliadora e mantê-la feliz com ofertas semanais de doces regionais (a menos que esteja de dieta) ou produtos cosméticos da mais elevada qualidade para manter a sua cútis fresquíssima.
 8.  O mesmo para a minha presidente de CE.
9.  O mesmo para todas as mães dos meus alunos, acrescentando uma assinatura de uma publicação periódica à escolha para os pais.
10. O mesmo para os prospectivos autarcas presentes no Conselho Geral, embora deva ser necessário elevar a fasquia para uns jantares em casas de restauração afamadas na região.
 11. Poupar na alimentação e vestuário para suportar os gastos acima.
 12. Tentar manter a sanidade mental, para não passar à situação de mobilidade especial.

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Avaliação dos professores

Segunda-feira, 18.02.08

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por kolaborador_4 às 23:05

Que decisões para o ensino!!

Sexta-feira, 25.01.08

“Uma Proposta e uma deliberação unânime de um conselho pedagógico a que me orgulharia de pertencer Considerando: a. Que número 1 do artigo 34º do Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro, estabelece que as escolas têm 20 dias úteis - isto é, até 11 de Fevereiro - para elaborar e aprovar, em Conselho Pedagógico, os instrumentos de registo de avaliação de desempenho dos professores, tendo em conta as recomendações que forem formuladas pelo Conselho Científico para a Avaliação de Professores, nos termos do nº 2 do artigo 6º do mesmo diploma;  b. Que foi aprovado, em 12 de Dezembro de 2007, o decreto regulamentar que define a composição do referido Conselho Científico, cuja publicação ainda se aguarda, e que, até esta data, não foram disponibilizadas as recomendações que permitam realizar o trabalho definido no ponto anterior; c. Que, nos termos do mesmo artigo 34º, também até 11 de Fevereiro, o Conselho Pedagógico tem de rever o projecto educativo e o plano anual de actividades de modo a definir objectivos e metas, enquanto o presidente do Conselho Executivo elabora os indicadores de medida que, em conjunto, constituem as referências da avaliação de desempenho dos professores; d. Que, eventualmente, os Conselhos de Turma, devem rever, também até 11 de Fevereiro, os objectivos fixados nos projectos curriculares de turma, a fim de dar cumprimento ao disposto no nº 2 do artigo 8º do Decreto Regulamentar nº 2/2008;  e. Que, nos termos do nº 2 do artigo 13º deste Decreto Regulamentar, os objectivos e metas referidos devem ser considerados pela comissão de coordenação da avaliação de desempenho, a criar no âmbito do Conselho Pedagógico, para o estabelecimento de directivas visando uma aplicação objectiva e harmónica do sistema de avaliação;  f. Que, as referências definidas nas alíneas c) e d), bem como as directivas da aliena e), são imprescindíveis para verificar até que ponto e de que modo os avaliados atingem os objectivos individuais a que se propõem, os quais, nos termos do 2 do artigo 34º do Decreto Regulamentar citado no ponto 1, devem ser elaborados, até 25 de Fevereiro, por cada professor e acordados com os avaliadores (coordenador de departamento curricular e presidente do conselho executivo);  g. Que ainda se aguarda pela publicação das grelhas de avaliação previstas no artigo 20º do Decreto Regulamentar nº 2/2008, as quais carecem de desenvolvimento pelas escolas para definição de descritores dos níveis de desempenho; h. Que se aguarda a publicação de um despacho que permita a delegação de competências de observação de aulas por parte de outros professores titulares, nos termos dos números 2 e 3 do artigo 12º do Decreto Regulamentar nº 2/2008; i. Que, ainda neste ano lectivo, o presidente do Conselho Executivo tem de calendarizar, com a obrigatória implicação de cada professor e do coordenador de departamento curricular, a observação de duas aulas, correspondendo cada uma a uma unidade didáctica diferenciada, o que face aos pontos anteriores, irá ocorrer no 3º período;  j. Que, em consequência dos pontos anteriores, a melhoria das aprendizagens e dos resultados escolares dos alunos vai passar, inevitavelmente, para segundo plano, uma vez que o tempo disponível dos coordenadores de departamento curricular, do presidente do Conselho Executivo e dos professores vai ser usado para a concepção e desenvolvimento do processo de avaliação de desempenho; Propõe-se o seguinte:1) Que o Conselho Pedagógico e o Conselho Executivo proponham ao Ministério da Educação, através da Direcção Regional de Educação do Alentejo, que seja adiada até ao final do presente ano lectivo a realização das acções previstas no 1 do artigo 34º do Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro; 2) Que as acções previstas no 2 do artigo 34º do Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro, sejam realizadas até 31 de Outubro de 2008;3) Que a calendarização da observação de aulas e o desenvolvimento do processo de avaliação de desempenho ocorram a partir de Setembro de 2008. Esta proposta foi apresentada pelo Coordenador do Departamento de Ciências Sociais e Humanas na reunião extraordinária do Conselho Pedagógico, realizada no dia 17 de Janeiro de 2008. Após discussão, a proposta foi aprovada por unanimidade. Omito a referência à escola porque é secundário.”

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por Administração às 12:55

Miúdos de palmo e meio feitos graúdos

Quinta-feira, 13.12.07

 

 

 

Autarcas têm tentado resolver situações levantadas por alunos da primária. Há casos solucionados, problemas complicados e utopias. (TF)

 

Foi necessário haver uma Assembleia de Crianças, para que estas mostrassem aos adultos como se deve fazer política.
Tal como o jornal refere e muito bem, estes  miúdos de palmo e meio que tentaram fazer política à moda da criançada, deram uma lição aos graúdos que mais ninguém conseguiria.
Fazer politica não é estar na secretária a atender telefonemas e a tratar de assuntos pelo telefone, estes miúdos trabalharam, pesquisaram, fizeram contactos e foram ao terreno. Pois é esta última  a que custa mais aos engravatadinhos fazer.
Já repararam que os políticos de palmo inteiro se estão a aproveitar das crianças para fazerem o seu trabalho?
Não acham que as crianças podem muito bem tomar conhecimento e contacto com os problemas da sociedade um pouco mais tarde?
É de facto vantajoso, esperar que a criançada faça o seu trabalho, depois é fácil enviar os trabalhadores para resolverem os assuntos postos pelas crianças e receber os louros como se tivessem feito algo de jeito.
Quanto a mim, que nada entendo de política, penso que as crianças têm muito que fazer nas escolas, muito trabalho a desenvolver, muitas competência a adquirir e não devem estar a perder tempo com politiquices adultas.
Saiam da cadeira almofadada e visitem as escolas, vejam as necessidades, e aí no terreno perguntem aos meninos e meninas se o local que vocês lhes oferecem para estudar é do agrado deles.

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Mensagem aos professores

Sábado, 13.10.07

 

"Para TODOS os Professores de um engenheiro, marido de uma professora

A propósito das avaliações e do processo continuado de desacreditação dos professores que a Ministra quer impor à opinião pública, gostaria que os professores pensassem no seguinte:

Em vez de fazerem greves inócuas, que ainda por cima cheiram a férias desapropriadas entre feriados, os professores deviam pensar seriamente em cumprir integralmente nas suas escolas o seu horário de trabalho. Passo a explicar:

Pela manhã, TODOS os professores se apresentavam nas suas escolas para iniciarem o seu dia de trabalho. Agora vai ser necessário um pouco de aritmética, mas da mais básica.
Se um professor tem 3 horas de aulas num dia, cumpre mais quatro horas de permanência na escola. Nessas quatro horas, é suposto corrigir testes, preparar aulas, elaborar enunciados das provas, etc., etc. tudo o que se relacione com a sua profissão e que normalmente está habituado (mal) a fazer em casa. É também suposto utilizar as secretárias, as cadeiras, os computadores e as impressoras da escola para o seu trabalho. É que também é suposto que, antes de exigir resultados, a escola lhe forneça condições de trabalho.

No final das sete horas de trabalho diário (7 x 5 = 35) saíam da escola para casa, deixando na escola o trabalho que ficou por fazer *.

Facilmente os Conselhos Executivos chegarão à conclusão que a escola não oferece condições aos professores para que estes trabalhem, e terão que o comunicar ao Ministério, ou não há seriedade.
Ou tentarão os Conselhos Executivos agir de forma a convencerem os professores de que como estes se acotovelam na escola o melhor será irem para casa?

Mas poderão os professores ser penalizados por quererem exercer o seu trabalho no local de trabalho que lhes está por natureza determinado?

Deixem de ser um bando e passem a actuar como um grupo.

TODOS para as escolas desde manhã a cumprirem o horário de trabalho na escola, o local de trabalho natural. Atasquem completamente as escolas coma vossa presença e deixem que a ausência de condições de trabalho faça o resto. Deixem-se de greves inócuas e atrapalhem verdadeiramente o sistema de forma legal.

Provem de uma vez por todas que querem trabalhar e que este patrão não vos dá condições de trabalho apesar de vos exigir resultados, e ainda por cima enxovalhando-vos continuamente.
Substituam os sindicalistas que vos representam tão mal e que já não sabem o que é dar uma aula há mais de 20 anos por Professores que saibam discutir os assuntos de forma séria.
Sejam de uma vez por todos PROFESSORES UNIDOS. Se assim não for, rendam-se às evidências e façam o trabalho dos auxiliares educativos, que ajudam o ministério a poupar uns cobres.
E NÃO SE QUEIXEM.

Para quem não sabe, não sou professor. Sou um reles engenheiro que às vezes pensa nestas coisas, muitas delas quando às quatro ou cinco da manhã grito para a minha mulher que está no escritório a corrigir testes e pergunto se não se vem deitar.
Agora façam a vossa parte. Façam forward deste mail para todos os vossos amigos, especialmente os professores. Comecem a divulgar esta ideia…"

Filipe Pinheiro de Campos
Bragança

Tal como o "Pato Donald" que me parece um professor aflito, assim andam os professores que apesar de terem de passar grande parte do seu dia nas escolas com alunos, ficam com uma grande vontade de regressarem às suas famílias, porque professor também tem família, e no entanto levam sempre a pasta atrás deles com imensos trabalhos para corrigir e aulas para planificar.

Sem dúvida que este mail tem o seu quê de razão, mas um pouco aquém da realidade. Segundo informações que obtive através de mails, que enviei a alguns professores, a quem desde já agradeço a disponibilidade de resposta imediata; descobri que agora os professores do 1º ciclo estão não 25, mas sim 27 horas com alunos, mais uma para atendimento aos pais, o que contabilizado são 28h fixas à escola. Como sabem e segundo a informação que me chegou, nenhum professor consegue sair a horas da escola, acabando por fazer sempre pelo menos mais 30 minutos por dia, em assuntos de secretariado que em nada lhes diz respeito mas que têm de fazer. Restam-lhes 8h para preparação de aulas, correcção de trabalhos e organização do Projecto Curricular de Turma, entre outras situações que surgem e as chamadas reuniões mensais.

Em relação ao 2º e 3º ciclos as coisas funcionam da mesma maneira, tento os professores Directores de Turma o cuidado de trabalhar no Projecto Curricular de Turma, estar atento a todas as situações que envolvem alunos e pais. Têm ainda de tirar faltas semanalmente e introduzir os dados informaticamente. Têm horas de substituição e muitas vezes reuniões extraordinárias para resolver problemas relacionados com indisciplina na escola.

Estou apenas a fazer um "apanhado" geral do que é a vida de um professor. Parece-me que em nada está facilitado, dado nós os "Não professores" não estarmos minimamente dentro do trabalho deles. Devo ainda salientar que é hoje em dia uma profissão de risco e de grande desgaste, estando muito desprotegida e pouco apoiada pela sociedade em geral.

As condições das escolas são péssimas na maioria dos casos e este blog já fez referência a esse assunto e no entanto tudo parece continuar na mesma. Não quero com este post defender os professores, apenas dar a conhecer um pouco mais do que é esta profissão.

Em relação ao mail enviado pelo amigo Filipe Campos, devo acrescentar que a estratégia parece-me bastante boa, por isso mesmo, deixo aqui a divulgação e espero que chegue até ao maior número de professores possível, quem sabe mostrando ao Ministério da Educação as condições de trabalho de um professor as coisas não mudavam?

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Professora com cancro derrotada por Junta Médica

Sexta-feira, 07.09.07

Ao ler o Diário de Aveiro, deparei-me com esta notícia que passo a transcrever na íntegra e que aconselho todos a lerem. São estes pequenos/grandes casos que nos fazem reflectir bem sobre o nosso país:

 

"Há cerca de dez anos que a professora Maria da Conceição Marques, de 49 anos, tem lutado e vencido os cancros. Por isso, a sua maior angústia é ser vencida por uma Junta Médica que a deu apta para trabalhar e a mandou apresentar-se na EB1 da Regedoura, em Válega, Ovar, no próximo dia 20


Vítima de cancro da mama, útero e língua, esta docente, de 49 anos, 29 dos quais ligados ao ensino, está «extremamente cansada, angustiada e com muito medo de regressar à escola e poder aterrorizar os alunos». Este cancro na língua é pior do que os outros, porque lhe provoca lesões frequentes, com derrames abundantes de sangue. «Imagino-me numa sala de aulas, a começar a sangrar em frente aos alunos, ou então deixar de conseguir falar, como já aconteceu. Vai ser um terror para as crianças», desabafa.
Maria da Conceição Marques recorda quando tudo começou, há 10 anos, com um cancro da mama e, alguns meses depois, um no útero. Apesar dos tratamentos dolorosos, nunca faltou às aulas e quando teve de ser submetida a intervenções cirúrgicas escolhia os períodos de férias. Nessa altura, os dois cancros eram diferentes deste último e «os alunos deram-me uma força imensa». A situação, agora, é outra. «Este cancro, na língua, afectou-me a boca», conta.
Em 2 de Agosto do ano passado, uma Junta Médica deu-lhe a incapacidade. No entanto, a decisão viria a ser alterada, em Janeiro, por um responsável que numa lacónica justificação escreveu: «Altero a decisão da junta, (porque) claramente houve um engano no preenchimento dos autos». Maria da Conceição Marques pediu uma revisão da decisão, mas tudo o que conseguiu foi uma nova Junta Médica em que apenas teve tempo para entregar os relatórios médicos que possuía.

Vencer o cancro, mas não as juntas

«Tenho conseguido vencer os cancros que me vão aparecendo, mas não consigo vencer as juntas médicas», diz, angustiada, Maria da Conceição Marques.
Recorda que «sempre fui uma pessoa alegre, mas já me começo a sentir cansada e apetece-me desistir, mas não o vou fazer, apesar de ter medo do que esta gente me vai fazer». «Querem vencer-me pelo cansaço, mas enquanto tiver forças vou lutar», garante.
A docente «gostava de estar cara a cara com o Primeiro-Ministro, José Sócrates, para lhe perguntar «o que ele já teria feito se isto se passasse com a mãe dele». «Eu também sou mãe de alguém…», desabafa.
A única certeza que tem neste momento é que vai continuar a lutar contra o cancro e contra o Estado português, no tribunal, se for necessário." in Diário de Aveiro

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Valerá a pena fechar uma escola por "birra"?

Quarta-feira, 22.08.07

Porque será que em Arrifana não se pensa no crescimento demográfico a longo prazo?

Vejamos o que aconteceu em Louredo – Pólo de Vila Seca:

O edifício de Lagoa, onde funcionava o pólo de Vila Seca, só tem duas salas, mas são três as turmas a funcionar no novo ano lectivo.

Conclusão: no ano transacto, a escola foi desativada por falta de crianças, este ano já estão a repensar o erro e provavelmente irão reabri-la para receber crianças do 1º ciclo.

Isto deve-se ao aumento da população, coisa que poderá vir a acontecer em Manhouce, um local onde o crescimento demográfico se tem vindo a verificar nos últimos anos, com a construção de imóveis e a própria migração de novas famílias que vieram viver para a vila de Arrifana.

Tanta luta contra a permanência da escola de Manhouce e estão sujeitos a daqui a um ano ou dois necessitarem da mesma!

Seria mais prudente que se distribuíssem as crianças por turmas pequeninas, assim a rentabilidade escolar seria muito melhor, o sucesso é o mais importante nos dias de hoje e a escola manter-se-ia a funcionar prestando um maior apoio às famílias “da parte abaixo da linha”.

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Encerram 900 ou 1300?

Domingo, 27.05.07

“O Ministério da Educação esclareceu este domingo que o único número oficial sobre o encerramento de escolas aponta para 900 e não 1300 como referido hoje na imprensa.” In PortugalDiário

A imprensa, aponta para 1300 escolas a encerrar no próximo ano, mas o Ministério da Educação vem desmentir este número e manter as 900 escolas previstas para encerramento no ano lectivo 2007/08.

Estranho de facto, não haver consenso entre os números da imprensa e os do Ministério da Educação. Vamos ter de esperar pelos resultados finais e confirmar a verdade. Não acham estranho demais, as televisões noticiarem algo sem confirmação?

Resta-nos esperar que a Escola E.B.1 de Manhouce não esteja incluída nas 900 que o Ministério quer e exige que encerre.

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