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Recebido por Email da Associação de Pais E.B.1. Manhouce

Domingo, 11.06.06

 

OFICIO da Câmara Municipal da Feira à DREN de 22 de Março de 2006

 

Vimos por este meio expor a V. Ex.a o seguinte:

 

1. Na reunião ordinária de 20 de Março de 2006 desta Câmara foi ouvida, a posição da Associação de Pais da Escola EB1 de Manhouce, em relação à suspensão deste estabelecimento de ensino no ano lectivo de 2006/07;

 

2. Nesta reunião de Câmara os pais acusaram a autarquia de ter proposto o encerramento da escola à Coordenação Educativa de Entre Douro e Vouga e,

 

3- para provarem esta acusação, reproduziram uma gravação áudio onde o Coordenador da CE Entre Douro e Vouga diz que esta proposta de fecho é da

Câmara Municipal.

 

4. Informaram ainda de que tinham um ofício da Secretaria de Estado da Educação onde esta remetia a reanálise do assunto a essa direcção regional.

 

Senhora Directora Regional

 

5. Este estabelecimento de ensino, conforme nos foi comunicado pelo V/ ofício n.° 421 de 3 de Janeiro de 2006, será suspenso a partir de 1 de Setembro, por decisão dessa Direcção Regional.

 

6. Decisão que não contou com a participação desta Câmara.

 

7. Mas sobre a qual, este Município, não concordando com a forma como a decisão foi tomada (sem ouvir a comunidade educativa, Câmara incluída), se predispôs, após reunião com V. Excelência, a dialogar com todos os implicados, e a diligenciar no sentido de criar as condições para que, uma vez que essa decisão fora tomada, e dada a sua irreversibilidade, os nossos alunos pudessem iniciar o próximo ano lectivo com todas as condições e num clima de estabilidade propício a um ensino de qualidade.

 

8. Reiteramos aqui todo o conteúdo do nosso oficio enviado a essa Direcção em 2 de Fevereiro de 2006 e que anexamos.

 

Face ao exposto, e para que se esclareça esta situação de uma vez por todas, cumpre-nos interrogar essa Direcção Regional sobre:

- que proposta é que foi efectuada por esta Câmara à Coordenação Educativa, uma vez que, reafirmamos, desconhecemos tal proposta.

 

Por último informamos V. Ex. que, se o processo está a ser reavaliado conforme foi referido pela associação de pais e se insistem em afirmar que esta situação se baseou numa proposta da Câmara, reiteramos uma vez mais, a sugestão feita no ofício atrás referido e que passa pela manutenção do funcionamento de todas as escolas deste concelho no ano lectivo de 2006/07.

Aguardamos com a máxima urgência a Vossa posição perante estas questões.

 

---- X ----

 

OFICIO DA DREN à Câmara Municipal da Feira de 24 de Abril de 2006

 

1.                 — No dia 10-11-2005, foi a Coordenação Educativa Entre Douro e Vouga contactada telefonicamente, pelo Gabinete de Educação da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, propondo, no âmbito do reordenamento do 1 CEB, o encerramento das escolas: EB1 do Grandal—Fiães;EB1 do Ribeiro — Lobão;EB1 de Ordonhe — Argoncilhe; EB1 da Mata — Rio Meão e EB1 Duas Igrejas — Romariz.

 

2.                 No dia 11-11-2005, no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Arrifana, por ocasião dum evento organizado pelo agrupamento de escolas de Arrifana lá, estabeleceu-se uma conversa informal, na qual participaram o Dr. Amadeu Albergaria – Vereador do Pelouro da Educação, David Ferreira – Junta de Freguesia de Arrifana, Dra. Guiomar Silva - Presidente Conselho Executivo da EB2,3 e o Engº Manuel de Oliveira – C.A.E.. Dessa conversa surgiu a proposta de deslocação dos alunos da EB1 de Manhouce para a EB1 da Carvalhosa, localizada na mesma rua e distanciada de ± 300 metros (Mentira!!!), permitindo, desse modo, a transferência do Jardim de infância de Manhouce, actualmente em instalações exíguas (Mentira!!!),, para instalações mais apropriadas.

 

3.                 Nesse contexto em 14–11-2005, o C.A.E. enviou à C.M.Feira, um e-mail, com a proposta de suspensão de funcionamento das escolas, resultante do descrito no ponto anterior.

 

4.                 Em 23-11-2005, a mesma Coordenação enviou e-mail à DREN, com a referida proposta, onde constavam as seis escolas do concelho de Santa Maria da Feira.

 

5.                 No dia 30-11-2005, foi enviado, novamente, um e-mail à DREN relatando o ponto da situação atinente à proposta enviada a 23 de Novembro. Nesse documento e relativamente ao concelho de Santa Maria da Feira, é dito o seguinte “Segundo o assessor do vereador da educação, o executivo só na próxima semana se pronunciará ( e já se pronunciou?!!!) sobre a proposta feita mas, em princípio não haverá problemas”.

 

6.                 No início de Janeiro de 2006, confrontado com a notícia do cancelamento dos códigos das escolas já referidas o Senhor Vereador reage e solicita uma audiência à Direcção Regional.

 

7.                 No dia 6 de Janeiro de 2006, como é do conhecimento de V., Excia, a direcção da DREN recebeu, em audiência, o Senhor Presidente da Câmara que se fez acompanhar pelo Vereador com o Pelouro da Educação e respectiva Assessora. Nessa reunião, onde estive presente, ficou decidido que a proposta enviada a 14 de Novembro com a suspensão de funcionamento de seis escolas do concelho de Santa Maria da Feira era assumida pela Autarquia e nessa perspectiva era para continuar. ( Então nunca foram consultados?!!!)

 

---- X ----

 

OFICIO DA C. M. da FEIRA à DREN de 28 de Abril de 2006

 

No seguimento do vosso ofício de 24 de Abril de 2006, cumpre-nos tecer as seguintes considerações:

1.                 Observamos que, á mesma questão, V. Excia responde em Fevereiro de uma forma e agora de outra;

2.                 Observamos que, á Coordenação Educativa Entre Douro e Vouga basta um telefonema de alguém ( que V. Excias, aliás, não identificam) para que se entenda isso como uma proposta da Câmara;

3.                 Observamos que, em 23 de Novembro a Coordenação envia à DREN a proposta de suspensão de seis escolas deste concelho sem qualquer análise desta Câmara (Quem cala … consente!!!);

4.                 Observamos que, a 30 de Novembro. a Coordenação confirma a V. Excia que ainda não tem a pronúncia do executivo da Câmara sobre este assunto.

5.                 Observamos que, a Coordenação Educativa Entre Douro e Vouga nunca procurou saber afinal qual tinha sido a pronúncia do executivo;

6.                 Observamos que. a proposta parte de um pretenso telefonema de 10 de Novembro, mas curiosamente é o CAE que envia e-mails para a Câmara e para V.Excia com a proposta de suspensão de 6 escolas, respectivamente a 16 e a 23 de Novembro;

7.                 Observamos que, acaba por confirmar a inexistência de qualquer proposta emanada pela Câmara ao referir que o vereador reage quando confrontado com a notícia do cancelamento do código das escolas, no inicio de Janeiro.

 

Sra. Directora Regional

 

Quanto ao ponto n.º 2: - dessa conversa informal não surgiu nenhuma proposta. As propostas não saem de conversas informais no fim de eventos, pele menos nesta Câmara.

Quanto ao ponto nº 5: - esclarecemos V. Excia que, nessa data, o Vereador da Educação não tinha nenhum assessor.

Relativamente ao ponto n.° 7, reside aqui o mais importante esclarecimento:

- A reunião realizou-se a 10 de Janeiro (e não a 6) e nessa reunião não esteve presente qualquer assessor da Câmara.

- O Presidente da Câmara afirmou que, apesar de não concordar com a forma como a decisão foi tomada pela DREN, nomeadamente sem a audição prévia de todos os elementos da comunidade educativa, e dado que a decisão estava tomada (cancelamento dos códigos das escolas, por exemplo), estaria ao dispor para colaborar com o Ministério da Educação no sentido de criar as melhores condições nas escolas de acolhimento.

 

Exma Sra. Directora Regional

 

Esta Câmara, assumiu o compromisso perante V. Excia de proporcionar as melhores condições nas escolas de acolhimento e trabalhar em parceria com o Ministério da Educação com o intuito de valorizar e qualificar a Educação no Ensino Básico. Compromisso que assumiu após lhe ter sido confirmada a decisão.

 

Numa reunião, no dia 23 de Fevereiro de 2006, a Câmara Municipal, perante o CAE, O Agrupamento (EB2,3), a Junta de Freguesia e Associação de Pais comprometeu-se a criar atempadamente as condições necessárias nas escolas de acolhimento e a reorganizar os transportes.

 

Sucede que:

O Coordenador, Dr. Octávio Soares, na reunião supra mencionada, refere que da decisão tomada de suspender a escola EB1 de Manhouce levou já à anulação do respectivo código e que os professores foram transferidos para outras escolas. Refere ainda, que ‘durante o próximo mês tem de se trabalhar no sentido de melhorar as condições físicas das escolas de acolhimento, de ser urgente fazer-se o levantamento das necessidades e respectivos custos.

Por sua vez o Coordenador Eng. Manuel Oliveira, na comunicação social (JN de 24/04/06) afirma que a “a decisão estâ a ser avaliada (...) e há muitas escolas que estão na lista das suspensas, mas que poderão abrir no próximo ano.

 

Sra. Directora:

 

Perante estas incongruências e as contradições, nas afirmações dos responsáveis do CAE. e afirmação de V.a Excia (V/ Of. nº08890 de 6-2-2006) quanto à irreversibilidade do fecho das escolas, e às últimas afirmações do Coordenador Eng. Manuel Oliveira, segundo a qual “a decisão está a ser avaliada e há muitas escolas que estão na lista das suspensas, mas que poderão abrir no próximo ano” incongruências, contradições e indecisões que têm alimentado a contestação.

A Câmara, porque tem a obrigação de gerir bem os dinheiros públicos e porque assumiu como seu único compromisso o de garantir as condições necessárias aos alunos nas escolas de acolhimento, considera não ser já possível realizar as obras em tempo útil, pelo que volta a sugerir o não encerramento no ano 2006/2007.

 

 

 

 

“JOGO DO EMPURRA”?

 

MAIS PALAVRAS PARA QUÊ ?.....

 

 

 

 

AGUARDAMOS APENAS

COMPETÊNCIA NAS

PRÓXIMAS DECISÕES.

 


“EXTRATOS DA TENTATIVA DE ”ASSASSINATO” DE UMA ESCOLA”

 

ACTAS da Câmara Municipal da Feira

O erro da DREN foi anunciar estas medidas sem falar com as pessoas.

Alguma contestação é natural e é motivada pelos professores que vão deixar de ter lugar nesta escola. (Alfredo Henriques)

 

O senhor Presidente referir que, em relação ao processo da Escola de Manhouce, disse à Directora da DREN que pessoalmente concordava com a situação.

 

Há muitas maneiras de encarar as situações, dizendo que uma é haver uma pequena contestação e pôr-se ao lado dos contestários e outras é haver contestação e tentar explicar (o inexplicável?!!!) às pessoas que esta situação é a melhor para os seus filhos. (Alfredo Henriques)

 

Não vou retirar uma virgula aquilo que disse …A Câmara pode entender que o melhor para os alunos é de uma maneira, a Associação de Pais pode entender que é de outra, e o Ministério da Educação pode entender que é de outra. ( Mas o que é isto?) …Quem tomou a decisão de encerrar a escola foi o Ministério. (Alfredo Henriques)

A posição da Câmara é esta e não vai sair disto…(Alfredo Henriques)

 

OUTRAS

 

“A Carta Educativa não prevê fecho de Escolas em Arrifana. Mas sim um novo Centro Escolar.”

 

O Presidente da Junta de Freguesia de Arrifana salientou que não concordou com a Carta Educativa tem inclusive votado contra. (reunião na CMF em 3/1/06)

 

A Escola de Manhôce tem 3 salas.

A Carta Educativa foi aprovada por unanimidade. (Conceição Ferreira, ex-Vereadora )

 

A Câmara foi apanhada desprevenida com a notícia de fecho de seis Escolas, pois em conversa informal que havia tido com o Director do CAE…este apenas lhe tinha falado da Escola de Manhouce

A Câmara ficará muito mais satisfeita caso a DREN decida pelo não encerramento das mesmas até porque nelas investiu dinheiro para lhes dar boas condições.

Sobre a escola de Manhouce disse que, apesar de todo o alarido, nunca ninguém, incluindo a própria DREN, propôs o fecho daquela escola, informando que o que a DREN propôs e que está na Carta Educativa da Câmara ( Haverá alguma diferente?!!!), é transformar aquela escola, em escola Pré Primária. ( Alfredo Henriques – Assembleia Municipal).

 

Não conhecia o representante do CAE.(David Ferreira – Informédia Rádio).

 

Na reunião dos Bombeiros de 11 de Novembro, ninguém discordou do encerramento da Escola de Manhouce, tendo o elemento da Junta, David Ferreira, referido que nesse caso o Jardim de Infância de Manhôce, passaria para a EB1 e nas instalações do Jardim de Infância passaria a funcionar a Sede de uma Associação.

 

O Presidente da Junta confirmou o Encerramento da Escola EB1 de Manhouce.

(Acta do Conselho Pedagógico da EB2,3 – 8 Fev 06)

 

 

E HÁ MUITAS E MUITAS MAIS…

 

ISTO É INACREDITÁVEL.


Autoria e outros dados (tags, etc)

por K.D.(BlogBoss) às 10:59

7 comentários

De Anónimo a 11.06.2006 às 16:49

Será que Boss e o cabeludo ainda se lebram disto? È que não vá eles pensaram que se trata de futebol ou algo relacionado com a TV plasma da coba

De Anónimo a 12.06.2006 às 15:02

Toda a gente queria ler estas cartas, mas afinal de contas era só blá blá. Porque depois que elas aqui apareceram todos ficaram mudos e calados.
quem dizia mal agora não tem agora argumentos para comentar blá blá blá. Este pobo só sabe dizer mal, mas quando é para dizer bem ficam todos caladinhos...

De Arrifanense a 13.06.2006 às 17:36

Será que este Post deixou os comentadores mudos?!!
Não se admirem pelo facto de terem sido os últimos, e quase que não eram, a serem chamados na Festa das Colectividades.
Não há Palavras?!!!

De Anónimo a 15.06.2006 às 00:39

Admitam l á uma coisa, embora vos doa mas pensem l à : A colectividade da Escola de Manhoce foi chamada pelo menos três vezes ao palco para receber uma lembrança ou prémio esta colectividade nem l á pôs os pés até que compreendo estavam chateados ou magoados com toda esta historia só não compreendo porque é que tiveram uma oportunidade tão boa e única de subirem ao palco pedirem o micro para agradecer tinham o som em toda a feira e não só muitas pessoas em frente ao palco grande oportunidade de dizer em voz alta e bom som " aproveitamos esta oportunidade de dar a conhecer a todos presente e não só que estamos desiludidos com toda esta situação etc. ... " depois até podiam enfiar a lembrança no lixo ou pregar com ela no palco mas nada se fez podiam assobiar podiam protestar podiam apupar compreendo era vergonhoso e esta colectividade não quer fazer vergonhas mas mais até o Srº barbinhas se passeou na feirinha visitou algumas barraquinhas e enfim ignoraram não me venham dizer que não souberam que ele esteve presente nesta feirinha até se deu ao luxo de ir petiscar a barraquinha do Manhoce F C depois vem pedir á população para fazer manifestações (ao peixe miúdo ) quando tinham grandes hipóteses de demonstrar a este povo de Arrifana e não só o que se estava a passar na escola de Manhoce acham que isto é que é progresso ?

De Arrifanense a 15.06.2006 às 01:53

Caro anónimo, falar é muito fácil!
Eu por acaso estava de passagem e só ouvi a chamar a Escola de Manhôce, em último lugar.
Talvez concorde que foi uma oportunidade perdida, mas não achas que posição da associação de Pais até com o panfleto distribuido, já ultrapassou a fase de manisfestações.
Não achas que com bom senso se devem avançar para outras fases.
Vou solicitar à Associação de Pais uma convocatória para a próxima semana, para inteirar os presentes sobre eventuais evoluções deste processo e desde já te convido a estares presente para dar sugestões e para fazeres criticas. Fazendo e dando a cara. Não te encondendo no anonimato.

De Rato a 15.06.2006 às 09:49

Na minha opinião de facto acho que desta vez meteram muita água .... ficava muito mais bonito a esta colectividade comparecer no palco. Para fazer o que fizeram não ponham os pés na feirinha . outra situação fizeram a chamada ou não por esta colectividade ? parece que numa lista tem que existir o nº 1 e o ultimo que diferença faz ? muito feio .

De Bugs a 15.06.2006 às 19:54

Aquela figura arredondada em cima do palco a falar ao microfone coisas que só ele entendia, revelou mais uma vez a mediocridade da "besta". Nem a cantar o indivíduo se safa, muito menos como presidente duma Junta de Freguesia, que faz referência ao associativismo entre as barraquinhas, que cederam os caldos verde e pápas entre elas sem cobrarem mais por isso; esta foi de morte, o gajo é uma aberração nos termos de comparação que utilizou, para mostrar que em Arrifana é tudo muito bonito e a malta se dá toda bem. O desprezo com que trataram a Associação de Pais de Manhouce e a Escola em si, foi por demais evidente na altura em que chamaram ao palco os representantes de todas as colectividades, nem nisso foram capazes de mostrar isenção. Normalmente os VIPS chegam sempre no final, mas desta vez não foi o caso. É este energúmeno que rege os destinos da Vila de Arrifana, infelizmente é o que temos!

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