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Os movimentos populares independentes!

Quinta-feira, 10.05.07

As eleições intercalares para a Câmara de Lisboa e a recente posição assumida por Helena Roseta e outras figuras mais se perfilam para integrarem movimentos de independentes, poderá vir a ser o grito do Ipiranga para a tão necessária e imprescindível mudança política ao nível autárquico.

Todos temos a consciência plena de que está a haver intromissão em demasia por parte dos partidos políticos na elaboração das listas candidatas a Câmaras e Juntas de Freguesia, englobando como é óbvio as respectivas Assembleias.

Após o 25 de Abril de 1974, as listas concorrentes eram na sua quase generalidade formadas por grupos de pessoas com ideologias similares que depois para formalizarem a sua candidatura se socorriam do “chapéu” político partidário.

Hoje em dia aquilo que vê, são os partidos a estabelecer quotas para os seus arregimentados com cartão de militante, a colocarem figuras públicas nas Câmaras mais importantes do País preocupando-se não com a ligação da figura ao concelho, mas mais com os dividendos políticos que daí possam advir.

Figuras que surgem mais em busca do “tacho” do que no amor à causa pública e ao espírito de serviço à sua terra.

Estabelecem-se quotas para as mulheres, estabelecem-se quotas para os jotas, sempre numa base de satisfazerem interesses pessoais e partidários, em lugar de se preocuparem com o interesse principal – o desenvolvimento local.

Por algum motivo os partidos não estão disponíveis para em sede própria alterarem as leis de forma a facilitarem mais a participação dos independentes, e queiram ou não o futuro passará por aqui, porque a descredibilização pública nos partidos está a agravar-se diariamente. Os políticos de carreira tudo têm feito para esta desilusão pública e para que cada vez mais sejam olhados de soslaio. Não há semana que não saia para a praça pública mais um escândalo, uma suspeita de desvio de dinheiros públicos ou ainda o favorecimento de grandes interesses económicos.

As próprias Juntas de Freguesia começam a ser vistas como plataformas de lançamento para mais altos voos. O interesse público começa a ser nitidamente ultrapassado pelo interesse privado ou até mesmo pessoal, e o 25 de Abril não foi de forma alguma feito para isto.

Que os movimentos populares independentes venham a ser uma realidade é o que realmente se deseja, e fundamentalmente que se alterem as leis e facilitem estes movimentos para que possam ser uma alternativa credível ao movimento político-partidário cada vez mais destituído das suas raízes ideológicas e do espírito de serviço público.

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por kabilkar às 10:59

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