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Despedimentos no grupo Lusotufo

Sábado, 09.07.11

 

O Bloco de Esquerda teve conhecimento que o grupo Lusotufo - Indústrias Têxteis Irmãos Rolas, S. A., com sede na Freguesia de Cortegaça, Concelho de Ovar, está a preparar uma redução drástica do número de trabalhadores.

 

A Lusotufo já empregou mais de mil trabalhadores, tendo reduzido nos últimos anos o número de colaboradores na empresa sediada em Cortegaça para cerca das quatro centenas. É hoje considerada o maior grupo empresarial do sector dos pavimentos têxteis na Península Ibérica.

 

O Bloco de Esquerda condena os despedimentos em questão. Segundo as informações recolhidas, a administração da empresa tem pressionado os trabalhadores que estão há mais tempo nos quadros da empresa a rescindirem os seus contratos. Em troca os trabalhadores receberão indemnizações irrisórias, muito abaixo do que a legislação estipula. O Bloco de Esquerda não pode aceitar práticas que ataquem os direitos dos trabalhadores e, por isso, considera essencial uma investigação urgente desta situação por parte dos organismos públicos competentes, como a Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT).

 

O Bloco de Esquerda considera que é necessária uma atenção especial ao concelho de Ovar, um dos mais afectados pelo desemprego no nosso país. A escassez de emprego nesta região (lembro que o concelho vizinho de Espinho tem a taxa de desemprego mais elevada do país atingindo cerca de 22% dos activos) torna ainda mais premente a conjugação de todos os esforços para a manutenção destes postos de trabalho.

 

O Bloco de Esquerda exige que o Governo proceda a uma averiguação da situação reportada, nomeadamente através da Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT). Não podemos aceitar que uma empresa proceda a pressões sobre os seus trabalhadores para que estes desistam dos seus direitos. Por outro lado, não podemos aceitar que, num cenário de crise nacional, se possam estar a preparar mais deslocalizações de empresas.

 

O deputado Pedro Filipe Soares realizou um conjunto de perguntas ao Ministério do Trabalho e do Emprego onde exige que sejam tomadas medidas em defesa dos direitos dos trabalhadores e do emprego. O Governo deve averiguar se os direitos dos trabalhadores estão a ser respeitados e se não está a existe a intenção da deslocalização da empresa.

 

Ler aqui as Perguntas

 

 Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

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por Administração às 16:39

Delegação da Segurança Social de Vagos encerrada por falta de pessoal

Sábado, 09.07.11

 

Delegação da Segurança Social de Vagos encerrada por falta de pessoal

De acordo com Helena Terra, directora do Centro Distrital de Aveiro da Segurança Social, a Delegação da Segurança Social de Vagos encontra-se encerrada devido a falta de pessoal entre os dias 27 de Junho e 15 de Julho. Três dos funcionários daquela delegação estarão em período de férias ou de baixa médica e, por isso, aquela delegação não pode abrir as portas aos cidadãos. Helena Terra chegou mesmo a qualificar esta manifesta falta de pessoal como “insustentável”.

 

Esta situação decorre da falta de pessoal que tem sido agravada com a reforma de alguns dos trabalhadores e com o congelamento das admissões de pessoal para os serviços públicos decretada pelo Orçamento de Estado para 2011. Aliás, nos últimos 6 anos, a Segurança Social já reduziu o seu pessoal em mais de cinco mil trabalhadores.

 

Acresce que o mesmo problema poderá estar a acontecer noutras delegações da Segurança Social do Distrito e do país.

Face às notícias do encerramento desta delegação, o Presidente do Instituto da Segurança Social, Edmundo Martinho, escusou-se com um pedido de desculpas à população, mas não deu conta de nenhuma medida para a resolução do problema, nem indicou que outras delegações estarão na mesma situação.

 

O Presidente da Câmara de Vagos, Rui Cruz, já lamentou o encerramento do serviço, referindo que o período das férias é a altura em que mais utentes se encaminham ao centro da Segurança Social. De acordo com o autarca, os utentes estão a ser encaminhados para o serviço de Ílhavo, a mais de 6 quilómetros de distância.

 

O Bloco de Esquerda lamenta o encerramento desta Delegação da Segurança Social por falta de pessoal que radica numa política errada de congelamento de admissões na função pública que, manifestamente, conduz a uma degradação da qualidade dos serviços com enormes prejuízos para os utentes. Consideramos que esta situação tem de ser resolvida imediatamente e que se deve realizar um levantamento nacional de todas as Delegações da Segurança Social que poderão estar nas mesmas situações.

 

Os deputados do BE Pedro Filipe Soares e Mariana Aiveca já questionaram o governo. Pode ler aqui as perguntas

 


Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

 

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por Administração às 16:37


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