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ATL - mudado...

Terça-feira, 29.06.10

ATL – Como em cinco meses muita coisa mudou… Que terá acontecido???

 

Em 28 de Maio de 2009 era esta a imagem do Terras da Feira, aquando da inauguração das obras do Centro de Dia do Centro Social e Paroquial de Arrifana.

A acompanhar a imagem estava uma notícia da qual se destaca:

 

- “A direcção do Centro Social e Paroquial de Arrifana está a efectuar diligências no sentido de encontrar um terreno adequado para dar início ao projecto de construção de um lar de idosos…”;

- “…Equacionar a aquisição de um terreno…”;

- “… A construção de um lar foi o tema central da cerimónia de bênção das obras de remodelação do centro de dia…”;

- “… José Carlos, padre que transitoriamente acumula a paróquia da Arrifana, manifestou a sua satisfação pelas melhorias introduzidas no centro de dia…”

- “… O Centro Social e Paroquial de Arrifana … dinamiza, no apoio à criança, as valências de creche, pré-escola e ATL, num total de 229 utentes…”

 

No dia 14 de Outubro de 2009 o actual presidente, Sr. Padre Marco António Silva terá dito que só no dia anterior teve conhecimento da verdadeira situação financeira difícil em que se encontrava o Centro Social. Fonte: Parlamento.

 

1 - Como é que em menos de 5 meses o Centro passou de uma situação que lhe permitia sonhar com um lar e a compra de um terreno, para “situação financeira difícil”?

 

2 – Será que se faltou à verdade em Maio ou em Outubro?

 

3 – Terá algo de anormal acontecido entre estas duas datas?

 

4 – Pago os meus impostos e gostava de saber o que aconteceu nesta IPSS que vive do dinheiro dos contribuintes, ou não terei esse direito?

 

Hoje ficamos por aqui o leite e a água ficarão para a próxima.

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BE reune com Centro de Emprego de SJM

Terça-feira, 29.06.10

Reunião do Bloco de Esquerda com responsáveis do Centro de Emprego de S. J. da Madeira
 
O Bloco de Esquerda realizou uma visita ao Centro de Emprego de S. João da Madeira. A visita contou com a participação do deputado Pedro Filipe Soares, eleito do BE pelo distrito de Aveiro.
O motivo da visita foi o elevado número de desempregados que existe nos concelhos abrangidos pelo Centro de Emprego de S. João da Madeira. Nos últimos três anos, o número de inscritos no Centro de Emprego subiu dos 9 000 para um valor superior a 17 000.
 
A quase duplicação do número de inscritos no Centro de Emprego ocorreu sem que tenha existido qualquer alteração no quadro de funcionários. Assim, compreende-se a necessidade de reforçar o número de funcionários para seja prestado um serviço de maior qualidade.
 
Entre os problemas focados encontram-se o envio de desempregados para ofertas de emprego em empresas que não cumprem com as suas obrigações, tendo salários em atraso ou dívidas ao Estado. A resposta dada pelos responsáveis do Centro de Emprego prende-se com a deficiente qualidade da informação partilhada entre os diversos serviços do Estado, tornando difícil ao Centro de Emprego conhecer a realidade das empresas. A própria facilidade de abertura e encerramento de empresas foi considerado um entrave a uma efectiva inspecção das condições das ofertas de emprego, devido à dificuldade de registo das ilegalidades.
 
Existiu uma sinergia de opiniões sobre a necessidade da formação prestada aos inscritos no Centro de Emprego ser de qualidade e adequada às suas necessidades. Esta preocupação esbarra com algumas situações que, no terreno, provam não ser soluções aceitáveis.
 
O Bloco de Esquerda considera gravoso para a defesa dos direitos dos trabalhadores que as ofertas das Empresas de Trabalho Temporário sejam colocadas e satisfeitas pelo Centro de Emprego. Esta forma de contratação degrada os direitos dos trabalhadores e é um dos motivos de criação de desigualdades. A existência de uma prática de proximidade entre os Centros de Emprego e estas empresas lesa a defesa de trabalho com direitos.
 
O Bloco de Esquerda considera necessário que o Governo promova uma política para os Centros de Emprego que os torne numa alavanca para a empregabilidade, mas, também, para a defesa de trabalho com direitos. Consideramos que as ofertas existentes nos Centros de Emprego devem ser previamente validadas, garantindo que não sirvam para que sejam exploradas as fragilidades de quem está no desemprego.
 
Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

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por Administração às 23:45

Manhouce continua a ser notícia

Terça-feira, 29.06.10

Segundo o Terras da Feira, não é só a UPA a única força política, que apesar de independente e ligada ao povo, está do lado da Escola de Manhouce. Toda a oposição unida com o partido do poder em favor da escola, contra a continuidade da E.B.1 do Bairro e contra a Vereadora da Educação, Cristina Tenreiro, que afirmou ser ali construído o Centro Escolar e aceita a continuidade desta escola por 3 meses. Não se entende estas posições meramente políticas. Segundo o que averiguou o kaska&deskaska, Cristina Tenreiro e Guiomar - Directora do Agrupmento de Arrifana, estão em sintonia. Isto não é mais do que uma vingança quem vem em continuidade do que aconteceu há 4 anos atrás. E.B.1 de Manhouce tem de fechar, fica a vingança cumprida por parte da "Guigui" e fica a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira com uns cobres no bolso. A medida economicista talvez venha ajudar a "Guigui".

É mais do que sabido que esta escola nutre de uma vingança em que estão de fora as crianças. Estas são meros instrumentos nas mãos dos governantes e que não se podem defender. Os pais "bonecos" nas mãos de "Guigui". E quem ganha afinal?

 

 

 

"As quatro forças políticas representadas na Assembleia de Freguesia de Arrifana estão de acordo na oposição ao ordenamento da rede escolar na vila para o próximo ano. Fizeram aprovar uma moção contestando o encerramento da escola de Manhouce e a continuidade da escola do Bairro, que, a levar em conta as declarações públicas da vereadora da Educação feirense, Cristina Tenreiro, entrará em obras até ao final de Dezembro. Confirmando-se essa possibilidade, os alunos teriam que ser deslocalizados, com o ano lectivo a decorrer, para outro estabelecimento de ensino. À moção apresentada e aprovada por PSD, PS, UPA e CDS, foi anexado um abaixo assinado dinamizado pelos pais de alunos de Manhouce que também contestam o fecho da escola." In Terras da Feira 

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por Administração às 11:49


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