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Despedimento injusto

Domingo, 31.01.10

Trabalhadores da empresa CorksRibas, pertencente ao Grupo Amorim, injustamente despedidos continuam à porta da empresa a lutar pela sua reintegração.
Os trabalhadores vão avançar esta semana com uma providência cautelar no tribunal para suspender o despedimento, defendendo a reintegração na empresa.
Para o Bloco de Esquerda, a administração da CorksRibas tem realizado uma operação de contra-informação inqualificável, tentando escamotear a perseguição que realiza aos trabalhadores em causa. Todo o processo que envolve os processos disciplinares aos trabalhadores enferma da falta de factos credíveis, representando que são sentimentos de vingança que motivaram o despedimento. Até a tentativa por parte da empresa de esconder as ligações ao Grupo Amorim demonstra o desespero criado pela mediatização da situação. É do conhecimento público as ligações da empresa CorksRibas ao Grupo Amorim, pelo que a realidade se encarrega de desmentir as palavras da administração.
Face à gravidade da situação em que os trabalhadores se encontram, o deputado do Bloco de Esquerda Pedro Filipe Soares estará amanhã, segunda-feira, dia 1 de Fevereiro, às 10:30h, junto às instalações da empresa em contacto com os trabalhadores.
  
 Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

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por Administração às 22:48

"A Mentira" no site UPA

Domingo, 31.01.10

 

 

 

"Li o artigo de opinião  "A Pobreza" escrito pela colega Rosa Familiar, que aproveitando outro acontecimento, trouxe à baila um caso que envolve uma nossa conterrânea.
Levei, como é do conhecimento de todos que presenciaram a última Assembleia, o caso da D. Maria do Carmo à Assembleia de Freguesia. Questionei o Sr.Presidente da Junta que, se tratando de alguém que não tinha qualquer sustento e sendo também alguém que é portador de problemas físicos que lhe impossibilitam de realizar outros trabalhos, porque razão lhe retiraram o trabalho do qual usufruía o único rendimento. Como se devem lembrar, quem assistiu à Assembleia ouviu responder-me o Sr. Presidente, de que esta senhora recebia rendimento mínimo e que se arriscava a perder esse direito se continuasse a usufruir dos 25 euros que a Junta lhe pagava pela tarefa que desempenhava, (limpeza e guarda das casas de banho ao lado da Igreja Matriz).

Cara colega Rosa Familiar, a verdade é que a D. Maria do Carmo não recebe até esta data qualquer rendimento mínimo, foi uma mentira a resposta que deu em Assembleia o Sr. Presidente, posso provar isso porque eu próprio vi com os meus olhos os documentos que a D. Maria do Carmo requereu à Segurança Social. O pedido para receber esse rendimento e que lhe foi recusado ainda recentemente.


Lamento que pessoas com responsabilidades e representando o nosso povo tratem com esta indiferença o simples cidadão comum, com desprezo e sem sensibilidade para a condição humana do seu semelhante. Cheira-me isto a represália ou a alguma vingançazita politiqueira. Já agora será que neste País democrático as pessoas deixam de ser livres de escolherem ou apoiarem o que bem entendem ou se quando são do contra, perdem a igualdade de direitos comuns a qualquer cidadão?

Será que a D. Maria do Carmo terá que ser condenada, por algo ilícito que cometeu e que se desconhece? será que o único rendimento que tinha mensalmente, 25 EUROS, estavam a pesar demasiado nos cofres autárquicos e que não há por lá ninguém a receber mais? Alguém neste momento terá a consciência pesada, mas que pouco lhe importará no entanto lamenta-se."

Eduardo Costa

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As despesas do tribunal

Domingo, 31.01.10

"A factura que o Ministério da Justiça paga pelo aluguer do edifício que acolhe o Tribunal da Feira não pára de crescer. Aos 52 mil euros mensais do aluguer somam-se, agora, mais 10500 para o estacionamento de 38 viaturas." Continue a ler aqui

 

Será esta a alternativa mais correcta ao bom funcionamento da "lei" na nosa terra?

Não seria bem melhor demolir definitivamente o antigo tribunal, e iniciar obras de construção de um novo edifício?

Porque será tão caro estacionar numa aparcamento destes? Que ainda por cima não é utilizado a toda a hora!

Vamos nós, os cidadãos comuns pagar esta factura. Mais uma vez a câmara a brincar aos demagogos, a pressão necessária para que situações como esta sejam resolvidas não existe. Aguarda-se, volta-se a aguardar...e provavelmente estaremos assim anos a fio, pagando a factura diariamente.

O cidadão já não tem liberdade, paga para estacionar, paga para construir, paga para circular, paga para ter uma casa feita com o suor do seu trabalho, paga e paga, mas no final há sempre crise, as autarquias não têm dinheiro para as necessidades, nesta terra só existe dinheiro para festas e mais festas.

 

"Se for tido em conta um período de oito horas laborais o estacionamento por viatura fica por 1,55 euros/ hora o que resulta em 276,30 euros mensais. Um valor superior ao que foi, por exemplo, estabelecido no estacionamento concessionado a superfície na cidade que é de 60 cêntimos por hora." In JN

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