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Tristeza ou Alegria?

Quarta-feira, 29.07.09

Pela sondagem Kaska&deskaska, que muitos padecem de desconhecimento e alegam falsa, o Edyguevara já tem o poder.
A cerca de dois meses das eleições, o mais controverso, idiomático e apelidado de estar a preparar estas eleições desde o protesto Manhouce, parece estar em 1º lugar do pódio.
O “pobbo” arrifanense, tem vindo a mostrar o descontentamento em relação ao executivo actual. A página UPA  em constante desenvolvimento, surge-nos agora com um novo formulário, onde você apoiante, pode deixar o seu apoio. O kaska&deskaska já escreveu e podem ter certeza que funciona, pelo menos deu enviado, para onde não sabemos, aguardamos que saia no próximo “terrinhas”.
Não se preocupem, que não os apoiamos, nós não votamos em listas, as listas é que votam em nós.
Um alerta aos concorrentes desta lista de independentes, mexam-se, o cerco está a ficar apertado e ao que temos vindo a descobrir, tempo de eleições, tempo de apertões.
O PSD tem apertado, visitem o página laranja de Arrifana e vão verificar que até já saem da freguesia para dizerem que querem fazer o mesmo, desculpem, não é querem, é queriam. Eles até apoiaram a colocação de oleões em Arrifana, desde o início do ano (qual ano?), deste ano ó totó!.
Uma página que se limitava a dar os resultados do futebol, está agora a tentar competir com quem passou segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses e anos a alertar os arrifanenses para o que estava mal na freguesia.
Somos o Kaska&deskaska, não somos um partido político.
Mexam esses “cuzinhos” e deixem-se de campanha de um mês e façam obras de anos.

 

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Quando serão postos os trabalhadores em 1ª lugar?

Quarta-feira, 29.07.09

Sector da Cortiça vive momentos difíceis, os pedidos de insolvência e salários em atraso sucederam-se nos últimos meses.
 
Para o Bloco de Esquerda, esta situação de quase calamidade no sector acontece por inoperância dos sucessivos governos.
 
O famoso plano de salvação do sector corticeiro, foi como afirmou na altura o BE, apenas e só, uma operação de Marketing com o objectivo único de esconder a realidade do sector.
 
Encerrar hoje uma empresa é muito fácil, não havendo praticamente qualquer penalização para os proprietários que enriqueceram à custa dos trabalhadores.
 
Enquanto encerram muitas empresas, as frotas automóveis e os bens patrimoniais dos donos dessas empresas não são minimamente beliscados.
 
 O BE está solidário com todos os trabalhadores do sector corticeiro que vivem momentos difíceis.

Para o BE este governo com a legislação que criou e aprovou, facilitou a vida de quem quer despedir. O despedimento na “hora” esta praticamente vulgarizado pelo governo Sócrates PS, que ainda se diz de esquerda.
 
Quem trabalha sabe muito bem qual é a matriz ideológica deste governo, destes governantes e dos ex governantes, que são homenageados em grandiosas jantaradas com patronato corticeiro, enquanto cá fora os trabalhadores nem dinheiro têm para comer, devido aos salários em atraso.
 
 
O BE relembra, que o maior grupo do sector, há 3 meses despedia alegando que não tinha encomendas, agora pedem aos trabalhadores para não irem de férias em Agosto. Chegando a ter horários diário de 12 horas consecutivas.

 
 
 
Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

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por Administração às 14:02

Cabeça de Lista à Câmara de SMF

Quarta-feira, 29.07.09

 

A Concelhia do Bloco de Esquerda Santa Maria da Feira informa, que em assembleia-geral de aderentes, os nomes aprovados como cabeça de lista foram:

Joaquim Dias, 39 anos, membro da Mesa Nacional, da Comissão Coordenadora distrital e da Concelhia de Santa Maria da Feira,  é o Cabeça de Lista à Câmara.

 

 

 

 

O independente António Silva é o cabeça de lista à Assembleia Municipal.

 


 Porquê esta candidatura?
 
Esta é uma candidatura de verdadeiros valores socialistas, que se apresenta ao eleitorado como a Esquerda aberta e plural, não virando as costas ao combate de ideias, nem às convergências de valores. Somos a alternativa de confiança, que combaterá incessantemente a crise económica e social sem precedentes, as desigualdades, injustiças e o atraso.
 
Esta é a esquerda que é fiel aos seus princípios e aos seus compromissos com as e os eleitores, sem dogmas ou tabus, com aqueles que partilham os mesmos valores de liberdade, democracia, igualdade e solidariedade. Esta é uma candidatura que apresenta propostas para resgatar Santa Maria da Feira da situação agonizante em que se encontra.
 
O modelo de desenvolvimento neoliberal, encabeçado por Alfredo Henriques, visava a criação de um concelho sustentado em emprego desqualificado e numa mão-de-obra barata. Esta era a forma de protecção política de um capital atrasado e que procurava, pela manutenção da baixa qualificação da mão-de-obra, uma maior desregulação do trabalho e menor consciencialização dos trabalhadores.
 
A realidade mostra que a ideia que era vendida aos feirenses pelo poder económico, de que o salário baixo permitiria a manutenção de empregos e a estabilidade no trabalho, não passava de uma mentira grosseira, apadrinhada pelo poder político local. O modelo dos salários baixos e da baixa qualificação esgotou-se e não serviu de almofada para a crise nacional e internacional. Pelo contrário, este modelo expôs ainda mais o nosso concelho. Afinal, o sonho que Alfredo Henriques teve para o concelho, transformou-se num pesadelo para os feirenses.
 
As oportunidades perdidas são a matriz da gestão PSD que tem levado à agonia o Concelho de Santa Maria da Feira. A falta de sentido de oportunidade e uma análise política errática das prioridades para o desenvolvimento integrado do Concelho são a marca de um atraso que tornou o Concelho incapaz de resistir à grave crise económica e social que se abate sobre o planeta, mas com uma incidência muito mais elevada no Concelho.
 
O folclore é a forma que esta gestão encontrou para mascarar as suas incompetências. Mas o folclore já não consegue esconder a triste realidade em que se encontram os feirenses. No desemprego estão milhares. Muitos já nem recebem o subsídio de desemprego. Em situação de quase desemprego estão também milhares de feirenses. A precariedade e os baixos salários ainda mantêm alguns milhares de postos de trabalho numa demonstração que a aposta de Alfredo Henriques e o PSD neste modelo de desenvolvimento assente nos baixos salários e na mão-de-obra intensiva levou o Concelho à total ruptura social e económica. É chegada a altura de pedir responsabilidades.
 
Encontramo-nos, pois, num fim de ciclo, em que, pela clareza e inovação das ideias, o Bloco se apresenta como a alternativa social de poder que tem uma visão de futuro para Santa Maria da Feira.

 
 
Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

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