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Feira dos 4

Sábado, 30.06.07
Concorda com a mudança da feira dos 4 para o primeiro sábado de cada mês?
Sim  7% (5 votes)
Não  89% (62 votes)
É indiferente  4% (3 votes)
Total voters for this poll: 70

A Assembleia de Freguesia de Arrifana votou contra o pedido da Associação de Feirantes do Distrito do Porto.
Não haverá alteração à Feira dos 4 para o primeiro sábado do mês com 7 votos contra do PSD e 4 abstenções do PS.

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É necessário reflectir...

Quinta-feira, 28.06.07

Hoje ao ler o “Terrinhas” não pude deixar de ficar surpreendida com este artigo de opinião, de José Gomes,  que passo a citar.

"Queria pensar que um dia poderei defender o meu concelho a nível ambiental, sem a preocupação de ser enxovalhado diariamente pelos colegas de trabalho. Queria acreditar que a nossa mentalidade em relação aos ecopontos vai mudar rapidamente".

 Tenho muito gosto e orgulho nas raízes do lugar, cidade e concelho onde nasci e sempre que posso defendo com “unhas e dentes” esse meu gosto e orgulho. Mas há uma pequena pedra no meu sapato chamada reciclagem, e digo pequena por vergonha, porque a pedra é enorme. A razão da sua existência está no facto de eu trabalhar neste sector e quando comparo o meu concelho com o vizinho de Vila Nova de Gaia a diferença é abismal.

Muitos cidadãos ao ler este artigo, interrogar-se-ão sobre o que tem isto a ver com a reciclagem. Reciclar faz parte da sociedade actual e começa a fazer parte da cultura das novas gerações, sendo para o bem das futuras gerações.

Reciclar é fácil, reciclar é poupar na Economia e no cada vez mais gasto Meio Ambiente, reciclar é higiénico, reciclar é fazer com que os nossos recursos naturais sobrevivam por muito mais anos. Quem pensa que só os outros não reciclam, normalmente é o primeiro a cometer o pecado.

Por vezes escuto pessoas acusarem os vizinhos, os que vêm de longe colocar o lixo nos ecopontos, os idosos, as crianças... Ora, isso normalmente não corresponde à verdade porque o nosso concelho tem, com certeza, o mesmo tipo de pessoas que o concelho vizinho. No nosso concelho ainda não há o civismo, a cultura, a formação, a informação e a aderência das pessoas em relação a reciclagem.

Os ecopontos do nosso concelho são autênticas lixeiras, porque ainda há muita gente que pensa que aqueles contentores são para colocar lixo. Não se dão ao trabalho de tentar, pelo menos, perceber a razão de os três contentores terem cores diferentes. Não se dão ao trabalho de colocar o material no interior dos contentores correctamente ou colocam-no no exterior. O mau cheiro e o mau aspecto levam a que as pessoas não queiram os ecopontos perto das suas casas.

O cidadão comum nem imagina o tipo de coisas que são colocadas dentro de um simples contentor do ecoponto.Penso que também haverá alguma culpa das juntas e da Câmara, por falta de sensibilização e fiscalização do que se vai colocando dentro dos ecopontos.

Sei que várias juntas do nosso concelho fazem uma limpeza regular das zonas envolventes dos ecopontos, o que já é bom. Mas também sei que para alguns presidentes de junta eles eram dispensáveis e são vistos como aberrações que só dão dores de cabeça.

Tem de haver uma maior sensibilização dos habitantes do nosso concelho por parte das entidades competentes.

Queria e gostaria que este meu artigo funcionasse como um “clic” para que as pessoas começassem a pensar seriamente no assunto. Queria pensar que um dia poderei defender o meu concelho a nível ambiental, sem a preocupação de ser enxovalhado diariamente pelos colegas de trabalho. Queria acreditar que a nossa mentalidade em relação aos ecopontos vai mudar rapidamente. Possivelmente o meu querer é maior do que tudo o resto e, possivelmente, continuaremos a viver nesta “porca” ignorância

Haja esperança, porque ela é a última coisa a morrer.

Lutemos pelo nosso concelho limpo. “ in Terras da Feira

Talvez agora compreenderão o porquê do kaska&deskaska tanto batalhar no lixo espalhado pelo concelho, na forma desagradável que a nossa sociedade vê toda esta problemática.

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Uma carta da província

Quarta-feira, 27.06.07

“Senhora Ministra: Desculpe este meu atrevimento ao escrever-lhe estas linhas, mas eu cá não sou pessoa de ficar calada, apesar de ser mulher de poucas letras. Sou simples, mas uma honrada provinciana, como dizem vocês, os lisboetas - não os lisboetas como os daquele filme do sr. Sérgio Tréfaut que são africanos, brasileiros e ucranianos, ou os outros lisboetas, a maioria, que são de toda a parte, do Alentejo, do Minho ou da Beira ou mesmo galegos, do tempo em que os galegos eram pobres, não esses, mas os lisboetas finos, como a senhora, que acham sempre que os outros são uns pacóvios provincianos e que Portugal é Lisboa e o resto é paisagem, interior, margem sul ou deserto, província, enfim. Lá provinciana sou, mas não resisti a escrever–lhe meia dúzia de verdades. Então a senhora e o senhor doutor engenheiro vão fechar 20 escolas cá da terra, Coimbra, conhece? E mais de 600 da região? Dizem que fecha a escola do Tovim, de Castelo Viegas, da Rocha Nova, de Quimbres, das Lajes, de Andorinha, duas no Ameal e mais umas poucas! Não acredito! Isto é coisa de más línguas...É certo que até já li a lista da tal DREC onde está tudo isso escrito. Mas será possível que fechem deste modo tantas escolas com obras recentes. Disseram-me que não têm alunos. As 18 ou 19 crianças não chegam, apesar de já se saber que para o ano em várias esse número vai aumentar. Pode lá ser! Será para poupar uns tostões? E as crianças? E os pais?, que nada sabem ainda. Ao encerrar as escolas, a senhora está a encerrar aldeias, lugares e zonas da cidade. Ao encerrar as escolas está a condenar os habitantes do lugar à sobrevivência em depósitos onde já só vão para dormir porque não há trabalho, não há centros de saúde e agora nem a escola que ainda dava vida ao local. Será essa a política de desenvolvimento rural de que oiço falar aos seus colegas do governo?

Antigamente, o interior ficava lá para longe, distante, para as bandas da raia. Agora, o governo desloca o interior quase para a beira-mar, semeando o país de ilhas e ilhotas cercadas de desertos e a nós transforma-nos em ilhéus e em estrangeiros cá dentro.
Se fecham os hospitais, as maternidades, os centros de saúde, as esquadras e postos da guarda, os tribunais, por que diabo não encerrariam as escolas? E onde vão pôr tantas crianças, mais de 300 das escolas que encerram em Coimbra, se as que restam no centro da cidade estão sobrelotadas? A senhora já pensou nisso, que eu não acredito que só pense em cortar a eito. Nisso de cortar a eito, sim senhora, já deu provas. Cortou a eito com os professores da Associação da Matemática, uns malandrões que a criticaram. E corta a eito a senhora e a sua directora do norte, essa até se orgulha da quantidade de processos disciplinares que instaura, o que sempre é uma maneira muito mais educativa e exemplar de entrar para o guiness do que a contar barrigas de grávidas. Mas lá no fundo, no fundo, a senhora e o senhor doutor engenheiro lá terão as suas razões, embora ninguém as entenda. Podiam pelo menos tentar explicá-las, falando com as pessoas, como me ensinaram ser de boa educação. Já lhe tanto tomei tanto tempo, mas apetecia-me fazer-lhe mais umas quantas perguntas, afinal também eu tenho a pouca sorte de aturá-la a si, aos seus colegas e ao grande esforço para fazerem de Portugal um país dos velhos tempos, daquela época em que poucos iam à escola. Mas fique descansada que vou deixar para outra ocasião.

Receba os cumprimentos desta simples provinciana, extensivos ao senhor doutor engenheiro. Nós cá somos educados e despedimo-nos das pessoas, mesmo das que discordamos, com correcção, não despedimos sem correcção os que discordam de nós."

(in asbeiras online)

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por Bangawoyo às 10:46

A Mediocridade de uma Junta

Terça-feira, 26.06.07

Aqui temos mais uma obra de arte da nossa Junta de Freguesia. Como podem ver na foto, o passeio na rua Terras de Santa Maria, em Arrifana, tem uma barreira, será que vai ser construída uma ponte para atravessar este bocado de passeio? Eu gostava de saber por onde passam os peões nesta zona! É este o desenvolvimento que nos foi prometido? Não terão vergonha os nossos autarcas de nos presentear com estas cenas? Será que aqui não haverá possibilidade de resolver este problema, a contento de todos?

 

  

Será que temos de passar por cima das viaturas estacionadas? Ou em alternativa temos de dar a volta ao quarteirão, e passar pela rua do corgo! Vá lá senhor Presidente da Junta, de uma vez por todas abra os olhos e avance no tempo, não se deixe ultrapassar pela mediocridade da Natureza. 

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por kolaborador_7 às 06:02
editado por K.D.(BlogBoss) a 16/9/07 às 08:51

Mais lixo

Segunda-feira, 25.06.07

Continuando com a saga do lixo fico deveras desiludido com o “pobo” do concelho onde vivo. Será que não é possível inserir nessas mentes medíocres que o lixo não se atira para um canto e se deixa a céu aberto. O “pobo” culpa a “Cambra” e a “junta” de tudo e mais alguma coisa, e depois faz sempre a mesma “cagada”, deixam o “poio” em qualquer canto (desde que não seja à sua porta). Criam-se ecopontos e o “pobo” deixa o lixo no chão, criam-se ecocentros e o “pobo” atira o frigorifico velho, o para choques e outros objectos de grande porte para um terreno do vizinho, ou simplesmente os deixam nas bermas das estradas. Vamos lá a ter um pouco mais de criatividade nessas cabecinhas e levar os lixos aos locais adequados.

À saida de Mosteirô, quem entra em São Vicente de Pereira, pode-se ver mais esta maravilha do "pobo" do concelho.

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Uma corrente diferente...

Domingo, 24.06.07

“Torna-se urgente fazer a diferença de maneira a que todos reflictam acerca de crianças que foram dadas como desaparecidas no Mundo, e se tornem solidários com as famílias afectadas.
Mais de 1,2 milhões de crianças são anualmente vítimas de tráfico humano, muitas delas vendidas como escravas. Quando uma criança - dos 2,2 mil milhões que existem no mundo - desaparece, as possibilidades são inúmeras: fuga, rapto, crime, pedofilia, prostituição.
Dúvidas que preocupam milhares de famílias em todo o mundo. Actualmente, a verdade é que ninguém sabe quantas crianças estão desaparecidas no Mundo. Apesar de não existirem estatísticas globais credíveis, vários países divulgam anualmente o número de desaparecimentos comunicados às autoridades locais. Entre elas encontra-se o Rui Pedro."

E porque há correntes que não se devem quebrar!... o Kaska&deskaska,  entra nesta corrente diferente...
Vindo
daqui e como a uma amiga nada se recusa, começa assim:

Nós não podíamos ficar indiferentes a um pedido destes, esta é uma corrente diferente e que merece o nosso respeito, não só pelo João Pedro, mas por todas as crianças desaparecidas no mundo inteiro. Pedimos aos nossos leitores que cliquem aki e que leiam este magnífico texto, eu não escreveria melhor, vale a pena reflectir naquilo que é a nossa sociedade de hoje.

Porque um texto mais bem conseguido era impossível, sei que se torna possível fazer uma corrente diferente, lanço a corrente a gente de bem, a todos os bloggers que queiram colaborar sem excepção. E não se esqueçam de passar aqui de forma a chegar até aqui.

Muito obrigado!

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Concorda com a mudança?

Domingo, 24.06.07

Chegou até nós, a informação de que os feirantes que fazem a feira dos 4 em Arrifana, querem transferir a mesma para o 1º sábado de cada mês, alegando que  assim poderão obter maior lucro e beneficiar a população que trabalha durante a semana. Ora vejamos se estas duas alegações serão ou não suficientes para se transferir uma feira, que já é tradição em Arrifana. Já repararam os nossos leitores, que o centro da “billa” tornar-se-ia num caos todas as semanas? Imaginem-se a levar os vossos filhos à catequese ao sábado, ir ao cemitério enfeitar as campas dos falecidos, isto para não falar de que todos os sábados seria impossível transitar de automóvel pelo centro da “billa”. Concluindo, deixaria de ter sentido a feirinha matinal realizada todos os domingos junto à igreja. Nada disto me parece viável, no entanto a Assembleia de Freguesia irá votar a proposta na próxima 5ª feira, dia 28 de Junho em sessão ordinária que se iniciará pelas 21h no Salão Nobre da Junta de Freguesia. Para que ninguém diga que não sabia, ou se sinta indignado pela alteração, o melhor será não faltar a esta Assembleia, a fim de votar de sua justiça. Está nas mãos do “pobo” a aprovação ou não desta proposta.

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A poluição continua

Sábado, 23.06.07

                                                                                         

Neste "blog" muito se tem falado na poluição, e parece que temos ainda muito trabalho pela frente, pois o nosso "pobo" continua muito "porco" e sem escrúpulos, ao ponto de despejar da forma que a foto vos mostra, entulho em qualquer berma. Esta proeza encontra-se já há duas semanas na berma da rua que liga a estrada Nº 1 a Pigeiros passando pela fonte da Lage. Jamais o "Kaskaedeskaska" deixará de fazer referencia, a actos de cobardia como estes, e esperemos que as nossas chamadas de atenção não caiam em saco roto.

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Viajar no tempo...

Sábado, 23.06.07

Click na imagem

Viajar no Tempo Rumo à Viagem Medieval, foi um sucesso. As portas do castelo abriram-se durante toda a semana, para receber milhares de crianças e jovens, que puderam ver e aplaudir recriações medievais, no âmbito do projecto "Viajar no Tempo Rumo à Viagem Medieval", dinamizado pela Feira Viva – Empresa Municipal e que visa prolongar no tempo os impactos produzidos pela Viagem Medieval, para além de proporcionar à população a possibilidade de se envolver na maior recriação histórica do país. Assim, de 18 a 22 de Junho, cerca de duas mil crianças do 4º, 5º e 6º anos passaram pelo Castelo da Feira, onde assistiram a várias recriações da época medieval, numa iniciativa intitulada "Era uma vez… o Castelo da Feira". Nos dias 23 e 24 de Junho, as portas do castelo estão abertas ao público. Vá, ainda está a tempo de se divertir com os tempos medievais.

A representação da"Lenda da Lia, a Princesa Cristã" associada à história do Castelo, foi uma  das grandes atracções desta iniciativa. Os mais novos perceberam como é que as vivências eram naqueles tempos. Os guias, iam explicando a história, Algumas situações mais caricatas, como a ausêmcia de banhos nessa época e que quando havia eram tomados no rio. Todos se admiravam da forma rudimentar em que se sobrevivia a conflitos existentes na época. A lenda da Lia, cativou todos aqueles, pequenos e graúdos, que por lá passaram, pois acabou bem e recriada no final por um grupo fantástico de teatro, que bem explicou a todos o porquê de serem homens a fazerem de mulheres. É que no tempo medieval, não havia mulheres no teatro. A masmorra, o túnel e falar das "retretes" foram pontos de enorme gargalhada. Todas as crianças e jovens que visitaram o castelo saíram de lá radiantes de alegria. Parabéns pela iniciativa.

Pudemos ainda trocar uma palavrinha com alguns professores, que nos afirmaram a curiosidade, alegria e entusiásmo que estas crianças nos mostraram.

Um agradecimento ao leitor que nos enviou as fotos

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A recuperação da Fonte da Lage

Sábado, 23.06.07

 Depois  dos avisos feitos por este "blog" aquando da poluição desta magnifica fonte, o Kaskaedeskaska, não podia  deixar de vir de novo a este espaço de informação, trazer a boa nova aos nossos visitantes, para os informar que já podem beber a água sem medos. Agora eu como um grande defensor desta fonte, não posso deixar de chamar à atenção das nossas autarquias, e autoridades policiais, para fazerem uma fiscalização mais apertada às pessoas que não têm escrúpulos, e cometem as atrocidades, como foi o atentado à saúde pública, no caso da poluição desta fonte. 

 

 

 

  

Este é o aviso que como todos podem ver a água está potável, também vemos que o aviso que se encontra na parte superior, diz para que se respeite a ordem de abastecimento, dando lugar a que todos possam usufruir nas melhores condições desta preciosa fonte. Aproveito para chamar a atenção de todos os utentes desta fonte que evitem deixar lixo por perto da mesma para que assim, toda a gente se sinta satisfeito com a nossa fonte.

 

 

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