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As aulas de substituição no secundário…

Quinta-feira, 23.11.06

Ontem, pudemos ver nas televisões os protestos contra as “Aulas de substituição”, é de salientar o descontentamento dos alunos, não concordam com a política da educação praticada pelo governo. De Norte a Sul, as manifestações fizeram-se sentir em força pela (des)organização das aulas de substituição, pela ausência da implementação das aulas de educação sexual, aprovada, mas nunca posta em prática pela falta de formação que têm os docentes para ministrar estes conteúdos. Os jovens vêem esta área como essencial para a diminuição de mães adolescentes. Foi pedida ajuda à Directora Regional do Norte, esta por sua vez recebeu muito bem os problemas dos estudantes e prometeu tomar medidas junto dos Executivos, afinal, segundo a directora regional, este é um problema de organização das escolas. Agora não entendo como vai ser possível organizar as aulas de substituição tendo sempre professores substitutos da mesma área do professor que está a faltar. Não entendo ainda o porquê de não haver aulas de Educação Sexual, se existe este programa para dar. Se não há professores formados, há que oferecer a formação necessária para se pôr em prática o que já devia de estar há muito tempo. O governo escreve no papel, as escolas abraçam a confusão.

As belas artes também em protesto pelas más condições de trabalho quer para alunos, quer para professores. Uma escola a cair de velha, a chover lá dentro, enfim, que podemos mais dizer, apenas dar nota negativa ao governo.

Não é só em Arrifana que existem problemas na Educação, pelos visto o grande problema está no GOVERNO, que não passa de um DESGOVERNO

 

Para não parecer coisa de “miúdos”, aqui temos a prova de que realmente os “miúdos” têm alguma razão.

“A Federação Regional das Associações de Pais dos Distritos do Porto e Vila Real solidarizou-se hoje com os protestos de alunos contra as aulas de substituição no Ensino Secundário, noticia a Lusa.

«As aulas de substituição no Ensino Secundário não deviam ser obrigatórias», disse à agência Lusa Rosa Novo, secretária da federação, justificando que os alunos deste nível de ensino já têm idade para decidir a melhor forma de aproveitar os «furos» entre aulas.

Rosa Novo salientou que o Secundário ainda não é um nível de ensino obrigatório, sendo frequentado por alunos que sabem bem se é melhor para eles aproveitar um «furo» para estudar para um exame ou ir a uma «aula de substituição de Educação Física dada por um professor de Matemática». «A maioria dos alunos estão contra as aulas de substituição. A solução que os alunos preconizam é haver professores das várias áreas numa sala a quem eles podem pedir que esclareçam dúvidas», afirmou a dirigente. Rosa Novo afirmou que a posição da federação de pais do Porto e Vila Real é, simultaneamente, contra a decisão do Ministério da Educação de obrigar os alunos do Secundário a frequentar aulas de substituição dadas por professores de outras áreas e contra a forma como muitos professores e conselhos executivos de escolas estão a encarar estas aulas. «Há professores que instigam os alunos a não ter aulas de substituição», afirmou Rosa Novo, que também é secretária da direcção da Federação das Associações de Pais do Concelho de Gaia. Esta federação divulgou hoje um comunicado em que exorta os conselhos executivos «a ouvir e a envolver os estudantes na implementação das aulas de substituição», nomeadamente na avaliação das condições necessárias à implementação desta medida do Ministério da Educação.

 

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Centenário do nascimento de Rómulo de Carvalho

Quinta-feira, 23.11.06


Na próxima sexta-feira dia 24 de Novembro de 2006, comemora-se o centenário do nascimento de um grande nome da poesia portuguesa, Romulo de Carvalho, onde será homenageado. Para os leitores que gostam de poesia aconselho consultar a sua página.

http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm33/Romulo.htm

Rómulo Vasco da Gama de Carvalho nasceu em Lisboa em 1906 e licenciou-se em Ciências Físico-Químicas pela universidade do Porto em 1931. Foi professor,pedagogo, cientista e investigador de História das ciências.Publicou diversos livros de divulgação científica, assim como livros escolares especializados, nomeadamente na área da matemática.

Mas para além de homem da ciência, Rómulo de Carvalho é um grande poeta. Sob o pseudónimo de António Gedeão enriqueceu de forma decisiva a literatura portuguesa do século XX. Gedeão é autor de inúmeros belos poemas, “A Pedra Filosofal” ou “Lágrima de Preta” são dois exemplos bem conhecidos. Estes e outros mostram uma originalidade indiscutível e um génio poético impar! Apesar do enorme génio poético, só aos 50 anos decide publicar o seu primeiro livro de poesia.
O autor incorpora na sua poesia uma cultura científica actual numa mistura de meios de expressão tradicionais, e deixa ao mesmo tempo  transparecer uma clara visão do mundo moderno.  António Gedeão morreu em 19 de Fevereiro de 1997, meses antes de ter sido homenageado pelo Ministério de Ciência e de Tecnologia.
Rómulo de Carvalho ou António Gedeão, um cientista e um grande poeta português.
Este nosso exemplo, mostra bem como a ciência e a arte têm uma fronteira ténue!



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Trocas de professores deixam pais descontentes

Quarta-feira, 22.11.06

Uma turma do segundo ano da Escola Básica de Santiago vai já no quarto professor desde o início do ano lectivo. A Associação de Pais já manifestou o seu descontentamento; o Conselho Executivo reconhece que foi um «mês atribulado»

 

Ao ler este texto num jornal da zona envolvente, deparei-me com um confronto estranho e pertinente no que diz respeito às relações existentes entre Escola/Família.

Mesmo assim, voltei a lê-lo, dada a sua importância, pois quis perceber melhor afinal o que é isto de “Autoridade do professor em relação à autoridade dos pais”. Caros amigos, não fiquei nada surpreendido e muito menos esclarecido. Ora vejamos com a simples análise que eu fiz ao texto.

 

“A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Nº 1 e Jardim de Infância de Santiago, em Aveiro, queixou-se às autoridades regionais que tutelam o sector da Educação das sucessivas trocas de professores numa das turmas do estabelecimento de ensino. (As frequentes trocas de professores, são já habito nas nossas escolas, no entanto pelo que sei, agora são colocados por 3 anos, o que já não devia acontecer eram estas mudanças constantes, e vão já ver porquê)
Segundo a instituição, a turma D, do segundo ano, vai conhecer o quarto professores desde que começou o ano lectivo, o que afecta o rendimento escolar dos estudantes.
Carlos Magalhães, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Aveiro, de que faz parte a Escola Básica de Santiago, diz que se trata de uma situação «infelizmente normal»,
(Ora se é infelizmente, já se devia ter procedido a uma solução para estes casos, colocar um professor de imediato que se soubesse de antemão que estaria disponível para trabalhar, e quando o substituto chegasse passaria a fazer as funções dos que já estavam nas escolas por exemplo a dar apoio a alunos com problemas, quanto a mim seria melhor mudar quatro vezes de professor de apoio do que de professor da turma, seriam menores os riscos de integração.) dado que a professora titular tem estado afastada devido a doença e a substituta entrou em licença de parto. O terceiro professor foi entretanto colocado noutra escola, regressando a Santiago a docente que se encontrava grávida, explicou o responsável.
Até final do ano lectivo a situação está «resolvida»,
(Também era melhor que não estivesse, será que ainda vão ter mais professores, irão todos doentes para casa?) uma vez que a professora actualmente em funções irá manter a leccionação naquela turma. «Mas esta colocação é só até ao fim do ano lectivo. No próximo pode voltar tudo ao início»,  (Outro erro que como não estou dentro do sitema não entendo, porque razão uns ficam durante 3 anos e outros vêm e no final do ano vão-se embora?)
adverte o presidente do Conselho Executivo, que reconhece que a turma D viveu um «mês atribulado» com as constantes mudanças de docentes.
A Associação de Pais e Encarregados de Educação expôs o seu descontentamento a várias entidades, entre elas a Direcção Regional de Educação do Centro, a Delegação Regional do Centro da Inspecção Geral da Educação e a Coordenação Educativa de Aveiro.
(Parabéns, as Associações servem para defender os direitos dos alunos, e estes têm o direito a um ensino de qualidade e a um professor para lhes ministrar as matérias. Parece que basta de confusões e de terem de usufruir de más condições físicas, que têm os edifícios.)

«Esta escola está inserida num bairro social com todos os problemas sociais inerentes: famílias desfeitas, etnias diferentes ou pais com pouca ou nenhuma escolaridade», alerta a instituição, chamando a atenção para crianças com «problemas de comportamento» e «grandes dificuldades de aprendizagem».
(Ora aqui está um grande problema, o comportamento, as dificuldades de aprendizagem que advêm do mau comportamento, a turma destruturada e sem ajuda.)
Segundo a associação, das três turmas do segundo ano, a D é «a mais problemática», tendo quatro níveis de aprendizagem diferentes no segundo ano e ainda três alunos do terceiro ano. Neste grupo de alunos «grassa a indisciplina», apenas «controlada por um professor com pulso que demonstre autoridade»,
( O que é um professor com pulso? Será aquele que dá a palmada certa ou impõe a autoridade na hora certa e depois leva dos pais? Quem é o professor que tem pulso hoje em dia? É aquele que arrisca a sua carreira para educar os filhos dos outros?) salientam os pais e encarregados de educação, que revelam um caso de violência sobre uma professora envolvendo a mãe de uma criança. (Lamenta-se que existam turmas tão problemáticas, com carências a todos os níveis e não se faça nada, e ainda por cima sejam sempre as prejudicadas. Porque motivo tem esta turma apenas 3 alunos do 3º ano? Será que eram os piores e o melhor seria retirá-los às boas turmas? Seria por comodidade da escola, afinal vem um professor de fora e pega neles. Este tipo de alunos deveria ser mais acompanhado pelos Executivos, tendo apoios extra. Que fazem tantos professores no desemprego?)
«É sempre necessário pelo menos um mês para que o professor consiga ‘agarrar’ esta turma», avisam, acrescentando: «Não somos psicólogos, mas parece-nos que, não tendo estes miúdos a estabilidade familiar aconselhável, deveriam ter pelo menos o direito a alguma estabilidade escolar».”
(Sim, têm direito à educação, à estabilidade, ao amor, mas, penso que em primeiro lugar deveriam ser os pais a educar, a exigir o respeito e só depois os professores. Para mim os professores são segundos educadores e estão aqui para continuar a educação do berço.)

Rui Cunha

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Apanharam um... FINALMENTE!!

Quarta-feira, 22.11.06

Santa Maria da Feira: Tentou «comprar» GNR e foi detido

 

A GNR de Santa Maria da Feira deteve ontem um «limpa-fossas» por tentativa de corrupção activa a uma patrulha

 

A GNR de Santa Maria da Feira deteve ontem um «limpa-fossas» por tentativa de corrupção activa a uma patrulha.
O suspeito, de 60 anos, residente na freguesia de Fornos, foi apanhado, perto da hora de almoço por uma patrulha quando se preparava para despejar, num campo, a cisterna do tractor com efluentes domésticos, retirados de fossas. Na altura em que lhe foi pedida a identificação o suspeito tentou entregar 30 euros aos militares, «para jantar e esquecer o caso». O «limpa-fossas» não contava é que além de não aceitarem a «oferta» os dois guardas ainda lhe dessem ordem de detenção.

Depois de ouvido no Tribunal de Santa Maria da Feira o suspeito saiu em liberdade, enquanto aguarda o desenrolar do inquérito. (in portugal diário)

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A FALTA DE INFORMAÇÂO NOS FONTANÁRIOS

Terça-feira, 21.11.06

Depois da malvadez que fizeram à fonte da laje,  verifiquei hoje que a mesma se encontra sem o tal aviso de má ou boa  qualidade da água. Será que já  a podemos consumir? Como este blog tem dado importância aos casos da saúde pública, venho através do mesmo  dar  uma chamadinha de atenção ao senhor (Feliciano Pereira, Presidente da Junta de Freguesia  de Pijeiros) para que proceda a essa informação, e se possível que o aviso seja de material não deteriorável por exemplo um aviso metálico para uma maior segurança da saúde pública. E para aqueles que sem escrúpulos despejam as fossas em qualquer sítio, que se lembrem que os seus filhos poderão vir a ser os primeiros a beber a água por eles contaminada.

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Árvore doméstica

Segunda-feira, 20.11.06

Este pinheiro que nasceu e cresceu dentro desta casa velha, é um perigo eminente. Cresce, cresce e a lógica da coisa será empurrar os cabos eléctricos na direcção do céu. Julgo que esta relíquia já devia ter sido demolida há muito, além de ser perigosa porque pode desabar para a via publica, é uma masmorra horrível num local onde impera a inovação. Uma urbanização como a de Stº André ter de conviver com este monumento do século passado (há que séculos) é lamentável. Não sei quem é o dono, nem me interessa, mas penso que alguém com competências já devia ter notificado os proprietários (se é que existem) para a respectiva demolição, é que o aspecto é degradante. Se olharmos com um “bocadito” mais de atenção vamos ver que mais abaixo uns metros é um regalo, os cabos eléctricos emaranhados duma tal forma nos ramos das árvores que um dia e com toda a certeza algo se irá passar podem ter a certeza disso. E perguntam vocês aqui ao “ppaparazzi”: - Ó “ppaparazzi” onde fica esta coisa? Fica mesmo ao lado da Capela de Santo André em Santa Maria da Feira e já agora, dêem uma particular atenção à subida (ou descida como queiram) logo após a Capela mais propriamente a Rua do Calvário.

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"Almoçar mas pouco"

Domingo, 19.11.06


Chegaram uns “zuns zuns” aos meus ouvidos que na escola E.B. 2 3 da nossa “billa”, a comida anda escassa. Na passada semana aqueles alunos que tiveram a infelicidade de serem os últimos a almoçar, só puderam comer o prato da comida porque sopa e pão já não haviam. Isto aconteceu dois dias consecutivos e pergunto eu, como é possível isto acontecer?

Segundo informações mais que correctas, os alunos compram a senha para almoçarem na cantina antecipadamente, ou seja no dia anterior ou o máximo até ás 10,15 horas do mesmo dia. Que estejam preocupados com a obesidade infantil até concordo, mas que não alimentem os alunos correctamente não. Porque se pagam é para terem direito a uma refeição completa, até porque a sopa é o mais importante, depois não se queixem que os “putos” não dão rendimento escolar. Trabalhar com barriga vazia só pode dar em fraqueza. Sei que alguns membros da Associação de Pais estão presentes diariamente na cantina e lamento não estarem atentos a este problema. O que será mais importante, pôr ordem na cantina ou verificar se todos os alunos tiverem a refeição completa?

Deixo também uma chamada de atenção à nossa amiga “Guigui”, para estar mais atenta aos problemas existentes na sua escola.

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Polémica no Núcleo (cont)

Domingo, 19.11.06

“Antes de mais, queria deixar claro que o post anterior foi elaborado baseado em informações que me chegaram. Fiz questão de referenciar o “boato” que pairava no ar. Desta forma se poderá esclarecer o que muitas vezes é dito dentro e passado para fora de forma deturpada.”

 

Antes de mais quero esclarecer que o post não tem erros, o post tem apenas informações que infelizmente podem não corresponder em tudo à realidade, mas que foram ditas pela boca de muitos. Com isto acrescento que no meio de muita mentira há sempre alguma verdade.

Esclarecendo os interessados, tenho agora a informação de que em Setembro o Sr. Carlos, que era no momento o presidente do Núcleo, convocou o mesmo para dizer que abandonava o cargo, sendo assim, procedeu-se a eleições, e, ao contrário do esperado este foi eleito novamente, aceitando o cargo impondo uma condição, que as reuniões fossem de 2 em 2 meses e não mês a mês, o que foi aceite por todos. No entanto, já nesta altura ficou no ar que a vontade de “trabalhar” não parecia ser prioritária, mas, ficou agendada uma nova reunião para Outubro, onde todos já pensavam em começar o trabalho a sério. Para espanto e admiração de muitos, não era para “trabalhar”, mas sim para o Sr. Carlos vir novamente dizer que não estava disponível. Depois de alguma discussão, e de se chegar à conclusão que o Núcleo não estaria a ser bem representado no pedagógico e não só, dadas as faltas mencionadas por elementos que fazem parte do mesmo, assim como alguns dos pais nem sequer conhecerem o presidente, era necessário dar credibilidade a este Núcleo. Por incrível que pareça, voltou a ficar mais uma vez adiada a situação, marcando-se uma reunião para 30 de Outubro, ou seja seria a 3ª vez que o Núcleo se reunia para tratar do mesmo. Aqui sim, ficou decidido e por unanimidade a nova estrutura, com os novos elementos para a presidência do Núcleo e marcada uma nova reunião para 21 de Novembro, após a reunião da Associação de pais da EB.2,3, onde em 1ª mão o Sr. Carlos iria apresentar as razões pelas quais abandonaria a presidência. Resta-nos agora saber se realmente ele apresentou ou não a sua demissão, ou se existem sobreposições de presidentes. Pois segundo o tal boato, não teria havido eleições para o próximo presidente, o que não é verdade.

Na realidade o importante no meio de tudo isto, é esclarecer os interessados que a nova direcção foi eleita por unanimidade, pelos presentes que faziam quórum suficiente para os eleger, se há alguém que não concorda, deveria ter estado presente para poder opinar e não falar em conversa de café.

Deixo ainda a informação que o Núcleo tem estatutos a seguir, não é uma simples Associação de Pais, está acima de todas e é simplesmente gerida pelos pais. O Agrupamento não deve nem tem nada que gerir o que é dos pais, unicamente devem trabalhar em colaboração, mas separados.

Posso ainda esclarecer que foram convocados todos os representantes das Associações de Pais/Pais dos estabelecimentos de educação do Núcleo, para estarem presentes, amanhã dia 20 de Novembro de 2006, pelas 21:00h, na E.B.2,3 afim de iniciarem os trabalhos que tardam em concretizar-se. Esperamos que com toda esta informação pertinente, as pessoas tenham ficado esclarecidas e apareçam em “massa” na reunião de amanhã.

Mais uma vez saliento que é importante referir que o Núcleo que passa despercebido, é uma mais valia para as Escolas de Arrifana e Escapães.

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Polémica no Núcleo de Associações

Sábado, 18.11.06

Na passada semana, reuniu-se o Núcleo das associações de Pais do agrupamento de Escolas de Arrifana e Escapães (AEAE) para procederem a nova eleição, dado que o Ex. Presidente, Sr. Carlos, não mostrou vontade em continuar. Apesar do mesmo ter colocado o seu lugar à disposição, as nove associações presentes votaram quase na totalidade no mesmo presidente que aceitou o cargo por mais um ano. Já que todos mostraram vontade em tê-lo de novo na frente do núcleo. No entanto pelo que tem surgido em conversas paralelas a esta reunião, o descontentamento de alguns fez-se sentir. A Associação de Pais de Manhouce, na voz do Sr. Eduardo Costa e a Associação de Pais da Carvalhosa pela voz do Sr. João Pinheiro, vozes estas aparentemente discordantes na continuidade do mesmo grupo de trabalho. Apesar destes boatos poderem ou não ser reais, chegou-me a informação de que as Associações de Pais, na sua globalidade, estão em discórdia umas com as outras, dado que receberam uma convocatória para estarem presentes na próxima segunda feira, dia 20 de Novembro, afim de se proceder à eleição da Assembleia e do Conselho fiscal, convocatória esta assinada já pelo “presumível novo presidente Eduardo Costa, auto eleito pelos vistos, embora referindo na mesma que todas as associações concordaram.” A contestação tem sido forte, salientando-se por aí a “prepotência” destes dois elementos que tendo a boa intenção de ajudar, parece que não o estão a fazer da forma mais correcta. As informações a que tivemos acesso, referem que não existe acta de eleição, uma falha inconcebível. Com tanta polémica à mistura, o eis presidente do núcleo desistiu, entregando toda a papelada no Agrupamento, deixando definitivamente o cargo à disposição de uma nova direcção. Por sua vez a presumível nova direcção, dirigiu-se ao Agrupamento a fim de levantar toda a documentação referente ao Núcleo a qual lhe foi negada pela Presidente do Conselho Executivo, que só a entregará quando o Núcleo estiver definitivamente constituído. Parece contudo isto existir muita divergência de opiniões, uns a favor outros contra. Escapães não gostou da atitude e pensa separar-se de Arrifana, ideia já pré-concebida, enquanto que Arrifana vê as suas Associações de costas voltadas. O simples facto de não haver uma acta da reunião, que justifique a nova constituição do Núcleo, vem dificultar o trabalho ao novo “presidente” que quer constituir a Assembleia e o Conselho fiscal, podendo não ter elementos disponíveis, vendo assim a sua credibilidade posta em causa.

Esperemos que tudo seja esclarecido, que as Associações compreendam os propósitos do Sr. Eduardo e do Sr. João Pinheiro, que se prontificaram a levar para a frente o Núcleo de Associações e que até ao momento têm demonstrado capacidade de gestão na luta pelos direitos das crianças e por um ensino de maior qualidade. Mesmo tendo aparentemente errado na forma como agiram, ainda estão a tempo de esclarecer todas as dúvidas que pairam no ar. É ainda importante referir que o Núcleo que passa despercebido, é uma mais valia para as Escolas de Arrifana e Escapães.

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Despenalizar...

Sábado, 18.11.06

Aborto uma questão de facto importante no momento que quanto a mim deve ser discutida nas duas vertentes. Tenho prestado atenção ao tema, e dentro de um conjunto de prós e contras, saliento opiniões.

Neste post vou fazer referências a algumas delas, quer no âmbito político quer social. A (JS) Juventude Socialista já pôs pés ao caminho e segunda-feira vai afixar o primeiro cartaz pelo SIM. A (JS) não espera pelo Partido Socialista (PS) para arrancar com a campanha a favor da despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) e marca o início da luta pelo «Sim» com a colocação de um cartaz na praça do Marquês de Pombal na próxima segunda-feira, pelas 11:30 horas. O PS "promete" apoiar esta iniciativa, vejamos se com clareza e a divulgação necessária ao entendimento de uma sociedade que está a ver esta questão duma forma deturpada. Infelizmente tenho lido alguns comentários que mostram a falta de informação depreendendo de uma sexualidade pouco responsável. Quando leio observações como: “Agora, o k critico, é o facto de ouvir mulheres dizerem que, se o aborto fosse legal, poderiam estar mais à vontade nas suas aventuras.” Isto é de facto preocupante numa sociedade que aparentemente parece evoluída. Vejamos agora o lado humano de se fazer uma escolha que para muitos é condenável.” Eu sou mãe de dois filhos, e o facto de do meu primeiro filho ter feito logo uma ecografia às 8 semanas e de ver lá o tal feijãozinho, deixou-me a pensar, e realmente o aborto é definitivamente matar uma vida. Apesar de ser apenas algo muito pequeno, está lá e se o deixarmos ir desenvolver-se-á num lindo bebé. Por isso, seja com 3, 4,8 ou 12 semanas trata-se de uma vida que estamos a matar. Não consigo no entanto criticar algumas das mulheres que o fazem, pois sei que numa altura de desespero esta poderá ser a única solução.” De facto não podemos condenar uma mulher que o faça, e já que existe, quanto a mim deverá ser despenalizado com certo rigor e responsabilidade para manter a segurança das pessoas. Sou na generalidade contra o aborto, mas reflectindo, lendo, trocando opiniões, e verificando os riscos que correm milhares de mulheres em Portugal, seria mais justo perante uma sociedade como a nossa que fosse despenalizado e pudesse ser realizado dentro de hospitais creditados e por médicos especializados, mas, sempre dentro de uma regra, abortar com consciência, responsabilidade e assumindo os seus riscos, quer físicos, quer psicológicos. Devo alertar quem lê, que o “Aborto” é sempre uma “cruz” que a mulher irá arcar para o resto da vida, se o fazem que o façam com consciência desse mesmo risco. No entanto, julgo que não deveria ser uma questão política, mas sim social, que não devia ser uma questão religiosa, ou simplesmente conversa de café, penso que é um assunto sério demais para ser discutido desta forma. Um referendo é inútil, não será credível e levará a uma lei de discriminação, em que nem todos terão os mesmos direitos. A despenalização levaria a um acompanhamento médico e a uma maior responsabilidade do paciente. Alertar a sociedade para uma educação sexual mais responsável, isso sim, seria uma grande aposta. Portugal tem jovens pouco maduros, jovens pouco responsáveis, jovens que arriscam tudo por uma descoberta precoce, levando-os ao abismo e ao descontrole das suas emoções. O resultado são, casamentos frustrados, excesso de divórcios, e crianças com famílias pouco estruturadas, separadas e mais uma vez nascimentos desnecessários com "crianças no mundo que não conseguem ser crianças". A família já não existe no seu propósito de união, de equilíbrio e de amor.

Apesar de ser contra o “Aborto”, não condeno a despenalização do mesmo, dentro de um critério bem definido, de uma informação explicita e com futuro para uma reeducação mais profunda  do que é a sexualidade.

 

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