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Trocas de professores deixam pais descontentes

Quarta-feira, 22.11.06

Uma turma do segundo ano da Escola Básica de Santiago vai já no quarto professor desde o início do ano lectivo. A Associação de Pais já manifestou o seu descontentamento; o Conselho Executivo reconhece que foi um «mês atribulado»

 

Ao ler este texto num jornal da zona envolvente, deparei-me com um confronto estranho e pertinente no que diz respeito às relações existentes entre Escola/Família.

Mesmo assim, voltei a lê-lo, dada a sua importância, pois quis perceber melhor afinal o que é isto de “Autoridade do professor em relação à autoridade dos pais”. Caros amigos, não fiquei nada surpreendido e muito menos esclarecido. Ora vejamos com a simples análise que eu fiz ao texto.

 

“A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Nº 1 e Jardim de Infância de Santiago, em Aveiro, queixou-se às autoridades regionais que tutelam o sector da Educação das sucessivas trocas de professores numa das turmas do estabelecimento de ensino. (As frequentes trocas de professores, são já habito nas nossas escolas, no entanto pelo que sei, agora são colocados por 3 anos, o que já não devia acontecer eram estas mudanças constantes, e vão já ver porquê)
Segundo a instituição, a turma D, do segundo ano, vai conhecer o quarto professores desde que começou o ano lectivo, o que afecta o rendimento escolar dos estudantes.
Carlos Magalhães, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Aveiro, de que faz parte a Escola Básica de Santiago, diz que se trata de uma situação «infelizmente normal»,
(Ora se é infelizmente, já se devia ter procedido a uma solução para estes casos, colocar um professor de imediato que se soubesse de antemão que estaria disponível para trabalhar, e quando o substituto chegasse passaria a fazer as funções dos que já estavam nas escolas por exemplo a dar apoio a alunos com problemas, quanto a mim seria melhor mudar quatro vezes de professor de apoio do que de professor da turma, seriam menores os riscos de integração.) dado que a professora titular tem estado afastada devido a doença e a substituta entrou em licença de parto. O terceiro professor foi entretanto colocado noutra escola, regressando a Santiago a docente que se encontrava grávida, explicou o responsável.
Até final do ano lectivo a situação está «resolvida»,
(Também era melhor que não estivesse, será que ainda vão ter mais professores, irão todos doentes para casa?) uma vez que a professora actualmente em funções irá manter a leccionação naquela turma. «Mas esta colocação é só até ao fim do ano lectivo. No próximo pode voltar tudo ao início»,  (Outro erro que como não estou dentro do sitema não entendo, porque razão uns ficam durante 3 anos e outros vêm e no final do ano vão-se embora?)
adverte o presidente do Conselho Executivo, que reconhece que a turma D viveu um «mês atribulado» com as constantes mudanças de docentes.
A Associação de Pais e Encarregados de Educação expôs o seu descontentamento a várias entidades, entre elas a Direcção Regional de Educação do Centro, a Delegação Regional do Centro da Inspecção Geral da Educação e a Coordenação Educativa de Aveiro.
(Parabéns, as Associações servem para defender os direitos dos alunos, e estes têm o direito a um ensino de qualidade e a um professor para lhes ministrar as matérias. Parece que basta de confusões e de terem de usufruir de más condições físicas, que têm os edifícios.)

«Esta escola está inserida num bairro social com todos os problemas sociais inerentes: famílias desfeitas, etnias diferentes ou pais com pouca ou nenhuma escolaridade», alerta a instituição, chamando a atenção para crianças com «problemas de comportamento» e «grandes dificuldades de aprendizagem».
(Ora aqui está um grande problema, o comportamento, as dificuldades de aprendizagem que advêm do mau comportamento, a turma destruturada e sem ajuda.)
Segundo a associação, das três turmas do segundo ano, a D é «a mais problemática», tendo quatro níveis de aprendizagem diferentes no segundo ano e ainda três alunos do terceiro ano. Neste grupo de alunos «grassa a indisciplina», apenas «controlada por um professor com pulso que demonstre autoridade»,
( O que é um professor com pulso? Será aquele que dá a palmada certa ou impõe a autoridade na hora certa e depois leva dos pais? Quem é o professor que tem pulso hoje em dia? É aquele que arrisca a sua carreira para educar os filhos dos outros?) salientam os pais e encarregados de educação, que revelam um caso de violência sobre uma professora envolvendo a mãe de uma criança. (Lamenta-se que existam turmas tão problemáticas, com carências a todos os níveis e não se faça nada, e ainda por cima sejam sempre as prejudicadas. Porque motivo tem esta turma apenas 3 alunos do 3º ano? Será que eram os piores e o melhor seria retirá-los às boas turmas? Seria por comodidade da escola, afinal vem um professor de fora e pega neles. Este tipo de alunos deveria ser mais acompanhado pelos Executivos, tendo apoios extra. Que fazem tantos professores no desemprego?)
«É sempre necessário pelo menos um mês para que o professor consiga ‘agarrar’ esta turma», avisam, acrescentando: «Não somos psicólogos, mas parece-nos que, não tendo estes miúdos a estabilidade familiar aconselhável, deveriam ter pelo menos o direito a alguma estabilidade escolar».”
(Sim, têm direito à educação, à estabilidade, ao amor, mas, penso que em primeiro lugar deveriam ser os pais a educar, a exigir o respeito e só depois os professores. Para mim os professores são segundos educadores e estão aqui para continuar a educação do berço.)

Rui Cunha

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Apanharam um... FINALMENTE!!

Quarta-feira, 22.11.06

Santa Maria da Feira: Tentou «comprar» GNR e foi detido

 

A GNR de Santa Maria da Feira deteve ontem um «limpa-fossas» por tentativa de corrupção activa a uma patrulha

 

A GNR de Santa Maria da Feira deteve ontem um «limpa-fossas» por tentativa de corrupção activa a uma patrulha.
O suspeito, de 60 anos, residente na freguesia de Fornos, foi apanhado, perto da hora de almoço por uma patrulha quando se preparava para despejar, num campo, a cisterna do tractor com efluentes domésticos, retirados de fossas. Na altura em que lhe foi pedida a identificação o suspeito tentou entregar 30 euros aos militares, «para jantar e esquecer o caso». O «limpa-fossas» não contava é que além de não aceitarem a «oferta» os dois guardas ainda lhe dessem ordem de detenção.

Depois de ouvido no Tribunal de Santa Maria da Feira o suspeito saiu em liberdade, enquanto aguarda o desenrolar do inquérito. (in portugal diário)

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