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Polémica no Núcleo de Associações

Sábado, 18.11.06

Na passada semana, reuniu-se o Núcleo das associações de Pais do agrupamento de Escolas de Arrifana e Escapães (AEAE) para procederem a nova eleição, dado que o Ex. Presidente, Sr. Carlos, não mostrou vontade em continuar. Apesar do mesmo ter colocado o seu lugar à disposição, as nove associações presentes votaram quase na totalidade no mesmo presidente que aceitou o cargo por mais um ano. Já que todos mostraram vontade em tê-lo de novo na frente do núcleo. No entanto pelo que tem surgido em conversas paralelas a esta reunião, o descontentamento de alguns fez-se sentir. A Associação de Pais de Manhouce, na voz do Sr. Eduardo Costa e a Associação de Pais da Carvalhosa pela voz do Sr. João Pinheiro, vozes estas aparentemente discordantes na continuidade do mesmo grupo de trabalho. Apesar destes boatos poderem ou não ser reais, chegou-me a informação de que as Associações de Pais, na sua globalidade, estão em discórdia umas com as outras, dado que receberam uma convocatória para estarem presentes na próxima segunda feira, dia 20 de Novembro, afim de se proceder à eleição da Assembleia e do Conselho fiscal, convocatória esta assinada já pelo “presumível novo presidente Eduardo Costa, auto eleito pelos vistos, embora referindo na mesma que todas as associações concordaram.” A contestação tem sido forte, salientando-se por aí a “prepotência” destes dois elementos que tendo a boa intenção de ajudar, parece que não o estão a fazer da forma mais correcta. As informações a que tivemos acesso, referem que não existe acta de eleição, uma falha inconcebível. Com tanta polémica à mistura, o eis presidente do núcleo desistiu, entregando toda a papelada no Agrupamento, deixando definitivamente o cargo à disposição de uma nova direcção. Por sua vez a presumível nova direcção, dirigiu-se ao Agrupamento a fim de levantar toda a documentação referente ao Núcleo a qual lhe foi negada pela Presidente do Conselho Executivo, que só a entregará quando o Núcleo estiver definitivamente constituído. Parece contudo isto existir muita divergência de opiniões, uns a favor outros contra. Escapães não gostou da atitude e pensa separar-se de Arrifana, ideia já pré-concebida, enquanto que Arrifana vê as suas Associações de costas voltadas. O simples facto de não haver uma acta da reunião, que justifique a nova constituição do Núcleo, vem dificultar o trabalho ao novo “presidente” que quer constituir a Assembleia e o Conselho fiscal, podendo não ter elementos disponíveis, vendo assim a sua credibilidade posta em causa.

Esperemos que tudo seja esclarecido, que as Associações compreendam os propósitos do Sr. Eduardo e do Sr. João Pinheiro, que se prontificaram a levar para a frente o Núcleo de Associações e que até ao momento têm demonstrado capacidade de gestão na luta pelos direitos das crianças e por um ensino de maior qualidade. Mesmo tendo aparentemente errado na forma como agiram, ainda estão a tempo de esclarecer todas as dúvidas que pairam no ar. É ainda importante referir que o Núcleo que passa despercebido, é uma mais valia para as Escolas de Arrifana e Escapães.

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Despenalizar...

Sábado, 18.11.06

Aborto uma questão de facto importante no momento que quanto a mim deve ser discutida nas duas vertentes. Tenho prestado atenção ao tema, e dentro de um conjunto de prós e contras, saliento opiniões.

Neste post vou fazer referências a algumas delas, quer no âmbito político quer social. A (JS) Juventude Socialista já pôs pés ao caminho e segunda-feira vai afixar o primeiro cartaz pelo SIM. A (JS) não espera pelo Partido Socialista (PS) para arrancar com a campanha a favor da despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) e marca o início da luta pelo «Sim» com a colocação de um cartaz na praça do Marquês de Pombal na próxima segunda-feira, pelas 11:30 horas. O PS "promete" apoiar esta iniciativa, vejamos se com clareza e a divulgação necessária ao entendimento de uma sociedade que está a ver esta questão duma forma deturpada. Infelizmente tenho lido alguns comentários que mostram a falta de informação depreendendo de uma sexualidade pouco responsável. Quando leio observações como: “Agora, o k critico, é o facto de ouvir mulheres dizerem que, se o aborto fosse legal, poderiam estar mais à vontade nas suas aventuras.” Isto é de facto preocupante numa sociedade que aparentemente parece evoluída. Vejamos agora o lado humano de se fazer uma escolha que para muitos é condenável.” Eu sou mãe de dois filhos, e o facto de do meu primeiro filho ter feito logo uma ecografia às 8 semanas e de ver lá o tal feijãozinho, deixou-me a pensar, e realmente o aborto é definitivamente matar uma vida. Apesar de ser apenas algo muito pequeno, está lá e se o deixarmos ir desenvolver-se-á num lindo bebé. Por isso, seja com 3, 4,8 ou 12 semanas trata-se de uma vida que estamos a matar. Não consigo no entanto criticar algumas das mulheres que o fazem, pois sei que numa altura de desespero esta poderá ser a única solução.” De facto não podemos condenar uma mulher que o faça, e já que existe, quanto a mim deverá ser despenalizado com certo rigor e responsabilidade para manter a segurança das pessoas. Sou na generalidade contra o aborto, mas reflectindo, lendo, trocando opiniões, e verificando os riscos que correm milhares de mulheres em Portugal, seria mais justo perante uma sociedade como a nossa que fosse despenalizado e pudesse ser realizado dentro de hospitais creditados e por médicos especializados, mas, sempre dentro de uma regra, abortar com consciência, responsabilidade e assumindo os seus riscos, quer físicos, quer psicológicos. Devo alertar quem lê, que o “Aborto” é sempre uma “cruz” que a mulher irá arcar para o resto da vida, se o fazem que o façam com consciência desse mesmo risco. No entanto, julgo que não deveria ser uma questão política, mas sim social, que não devia ser uma questão religiosa, ou simplesmente conversa de café, penso que é um assunto sério demais para ser discutido desta forma. Um referendo é inútil, não será credível e levará a uma lei de discriminação, em que nem todos terão os mesmos direitos. A despenalização levaria a um acompanhamento médico e a uma maior responsabilidade do paciente. Alertar a sociedade para uma educação sexual mais responsável, isso sim, seria uma grande aposta. Portugal tem jovens pouco maduros, jovens pouco responsáveis, jovens que arriscam tudo por uma descoberta precoce, levando-os ao abismo e ao descontrole das suas emoções. O resultado são, casamentos frustrados, excesso de divórcios, e crianças com famílias pouco estruturadas, separadas e mais uma vez nascimentos desnecessários com "crianças no mundo que não conseguem ser crianças". A família já não existe no seu propósito de união, de equilíbrio e de amor.

Apesar de ser contra o “Aborto”, não condeno a despenalização do mesmo, dentro de um critério bem definido, de uma informação explicita e com futuro para uma reeducação mais profunda  do que é a sexualidade.

 

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Zebras...

Sábado, 18.11.06

Ora bem...

Já tinham saudades, não?

NÃO??? Ops!!

Mas eu sei que tenho poucos, mas BONS leitores habituais... nalguns casos terei de dizer BOAS !!

 

Como já há algum tempo que não faço uma crítica a alguma coisa e hoje que reuni as 4 condições indispensáveis para postar aqui (PC, Net, Tempo e Pachorra) , vou faze-lo!

 

Hoje apetece-me criticar as passadeiras.

É o sistema mais estúpido que se poderia inventar para lixar a malta.

Se adicionarmos a ausência de qualquer capacidade mental da parte de quem decide onde as pôr, à diarreia cerebral de muitos dos peões, que pensam que é mais fácil parar um carro do que eles próprios esperarem 5 segundos, então temos a cagada total.

 

Vieram ainda uns "sobredotados" que acharam que se metessem umas lombas manhosas antes das passadeiras, era perfeito para evitar que o/as "aceleras" passassem por lá, só que se esqueceram de fazer testes realistas para verem a merda que foram arranjar. (Segundo testes que vi, um carro em perfeito estado e à velocidade máxima permitida dentro das localidades, precisa de pelo menos mais 5 metros para parar... a diferença entre o atropelamento ou não)

Meditemos sobre as localizações que são habitualmente escolhidas para desenhar as passadeiras: Entrada e saída de rotundas, logo após curvas fechadas e sem visibilidade, enfim...

 

E agora pensem bem na estupidez do que é uma passadeira: É uma merda pintada no chão que dá a falsa sensação de segurança aos peões de poderem atravessar em segurança...! Mas aquilo está pintado no chão 24 horas por dia, muitas delas de maneira que apenas os peões muito de perto conseguem ver, com sinalização vertical escondida pelas árvores ou pura e simplesmente inexistente. Mas não estão a passar peões nelas sempre nessas 24 horas, daí que eu seja um acérrimo defensor de um sistema (tipo semáforos ou assim) que avise o condutor da intenção do peão em atravessar!

Isto é uma “caca” e os peões não estão minimamente sensibilizados para saberem usar uma passadeira, pensando que é só fazerem-se à estrada e mais nada! E aqueles que se põem na conversa ao lado das passadeiras como se quisessem atravessar, nós paramos e depois fazem-nos sinal para seguirmos?  Arrrrrrrrrrr !!

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