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GREVE 80% ou 12% ?

Quinta-feira, 09.11.06

Sindicatos apontam para adesão superior a 80% e acreditam que este número pode aumentar amanhã. Governo garante que não passou dos 12%.

 

A greve nacional da Função Pública registou esta quinta-feira uma adesão superior a 80%, segundo os sindicatos, um número bastante superior ao apontado pelo Governo que refere uma adesão de 12% na Administração Central.

As três estruturas sindicais da Função Pública, que convocaram a greve para hoje e amanhã, apontam para uma adesão superior a 80%, sendo a saúde, educação, autarquias e segurança social os sectores mais afectados.

Apesar de não ser uma acção conjunta, mas sim coincidente, os sindicatos são unânimes nas razões que levam ao protesto, nomeadamente a «intransigência negocial» do Governo, os aumentos salariais, o aumento das contribuições para a ADSE, o prolongamento do congelamento das progressões nas carreiras, a lei da mobilidade e a revisão do sistema de vínculos, carreiras e remunerações.

 No entanto o governo acusa sindicatos de «falta de abertura»

O ministro de Estado e das Finanças acusou hoje os sindicatos da Função Pública de «falta de abertura» perante as propostas de reforma feitas pelo executivo ao longo dos últimos meses.

 A greve vista pelo país, Porto, houve escolas encerradas como a Clara de Resende e Fontes Pereira de Melo, mas na generalidade dos serviços públicos o público continuou a ser atendido. Nas repartições de finanças do 6º e 7º Bairro Fiscal, metade dos funcionários fizeram greve. No Palácio da Justiça, 13 dos 29 funcionários fizeram greve. Em Santa Maria da Feira, na área Sindical desta zona, que engloba os concelhos de Espinho, Ovar e Santa Maria da Feira, também foi afectada de certa forma, não de forma agressiva, mas com probabilidade de aumentarem os candidatos à greve no dia de amanhã. Na área da Saúde, os serviços mais afectados foram os de enfermagem. Nos Açores, os sindicatos falam de ilegalidades nas escolas, cujos conselhos executivos recorreram a professores para fazerem o «papel» de auxiliares. Uma atitude não permitida no direito à greve. Quanto à área da saúde, a adesão dos enfermeiros foi elevada, rondando os de 85%.

Alentejo, sem aulas na Escola Primária do Redondo os alunos viveram um verdadeiro dia de brincadeiras e tropelias. Da cerca de dezena de auxiliares de acção educativa e funcionários contratados, apenas três não aderiram à paralisação, levando o estabelecimento a fechar, apesar de professores e educadores terem comparecido ao trabalho. O Tribunal do Redondo esteve aberto, embora com alguns funcionários em greve, e os utentes do centro de Saúde também foram atendidos normalmente. Na Madeira, escolas encerradas, julgamentos adiados, serviços de saúde a funcionar apenas com mínimos foram algumas das consequências da greve. No Hospital Central do Funchal os serviços de Urgências, Bloco Operatório, Consultas Externas, Portaria e Recepção estiveram encerrados, enquanto a adesão dos restantes trabalhadores nesta unidade de saúde foi de 70%. Nas câmaras municipais, excluindo o Funchal, registou-se uma elevada adesão. Tal como no sector de recolha do lixo. Quanto à educação, os primeiros dados recolhidos apontavam para uma adesão entre os 40 e 50%. Na Justiça, a adesão média terá sido de 73%. Lisboa, na capital do país, a adesão à paralisação de dois dias, sentiu-se sobretudo na educação, na saúde e na segurança social. No Palácio de Justiça houve julgamentos adiados e secções encerradas. Parte das repartições de Finanças tiveram portas abertas, mesmo com a falta de alguns trabalhadores. No Algarve, o Hospital de Faro atingiu uma adesão de 70 por cento e a escola de Quarteira teve de encerrar devido à falta de funcionários. Em Castro Marim também foram encerrados muitos serviços.

O descontentamento do povo continua...

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"Atrocidades ambientais"

Quinta-feira, 09.11.06

É isto o que acontece por toda a “Bilha”, Uma vergonha para todos, em especial para aqueles que têm a ver com esta situação.

Quando olhamos para uma paragem de autocarros, um armário da EDP, uma cabine telefónica e nos deparamos com imagens como esta, o que pensamos? Que falta de limpeza, que vergonha, é o desmazelo total. Mas o que é certo é que efectivamente a nossa “Cambra” não se tem importado nem um pouquinho com isso! Para além de não ser capaz de fiscalizar os responsáveis por estas atrocidades ambientais e aplicar as respectivas coimas, não toma a iniciativa de proceder à limpeza destes locais. Esta situação dá-nos a entender que possivelmente os estabelecimentos que colocam esta publicidade clandestina e gratuita estão conscientes da falta de dinamismo da nossa “Cambra” para actuar em conformidade.

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