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ESTE ANO ATÉ OS IDOSOS FICARAM POR CASA

Quarta-feira, 01.11.06

Fiquei deveras triste quando li no jornal “OARRIFANENSE” que não se realizava o passeio dos idosos, e imaginem que fiquei cheio de pena do nosso “Darinho” acho-o com ar triste ao dizer que se fizesse o passeio dos idosos, ficaria sem dinheiro para pagar os salários dos empregados da Junta.

   Mas agora eu pergunto, o ano passado porque é que não houve tristeza?...Até foi um passeio muito animado, houve música, bebidas alcoólicas, visita Presidencial, e alguém se lembrou dos salários e do passeio deste ano?

    O problema foi este ano não haver eleições, não acham?...Porque se as houvesse, ninguém se lembraria dos salários, e tudo se faria para festejar mais uma vitória como é hábito em Arrifana, e dinheiro não seria problema.

    Esta é a realidade que se vive em Arrifana, com pessoas sem carácter à frente dos nossos destinos. Tirem as vossas elações e façam os vossos comentários.    

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A violência do álcool

Quarta-feira, 01.11.06

“Estudo mostra que álcool está na origem de muitos casos de violência doméstica. Alguns inquiridos afirmam que agrediram os cônjuges porque beberam, outros beberam para perder a inibição de bater”

 

Este é o drama de muitas mulheres e alguns homens, é o dia a dia de muitas pessoas que por vergonha ou medo vivem atrás de uma sombra provocada pelo álcool. Infelizmente bem perto de nós este drama também é uma realidade, e como todos nós sabemos, ninguém se coíbe de criticar mas ninguém faz nada quando sabem que o marido espanca a mulher porque se embebedou, ou a mulher mal trata o homem quando se meteu no whisky. São de facto situações delicadas e tristes numa sociedade moderna e num século de constante desenvolvimentos social.

“O estudo foi realizado por Jorge Topa e Benedita Seixas e inquiriu 210 doentes alcoólicos: 135 homens e 75 mulheres, sendo que mais de metade (63 por cento) tem entre 36 e 55 anos. Todos são casados ou vivem em união de facto há mais um ano. Perante situações de conflito, 76 por cento afirmaram que amuam, 39 por cento saem da sala e 57 por cento afirmaram que insultam o cônjuge. Mais violenta é a reacção de 54 por cento, que gritam, enquanto 40 por cento ameaçam bater ou atirar com alguma coisa.

Segundo Jorge Topa, assistente social no CRAN, «as pessoas que ameaçam, passam facilmente aos actos, muitas vezes usando armas brancas ou de fogo».”

São de facto lamentáveis estas situações de desespero, mas temos de perguntar, antes de criticar qual a razão para o refúgio no álcool, qual a razão que leva as pessoas a beberem para conseguirem tomar atitudes que na realidade não querem. Os historiadores do processo de desenvolvimento do ser humano, os que passam os dias a tentar perceber a mente humana, os que nunca se esquecem de fazer a pergunta na hora certa, continuam a ter dúvidas e a ficar sem explicações. Pois de facto dizem que não o queriam fazer, referem que estavam sob o efeito do álcool, que beberam para esquecer e que se tornaram violentos, que a sua vida é um inferno e que não vale a pena mais nada a não ser trabalhar para a cerveja, que são infelizes. É esta a realidade dos que acabam em clínicas que mais tarde percebem o erro cometido. Não basta criticar, nós sociedade devemos e temos obrigação de ajudar e por vezes denunciar é ajudar. Muitas pessoas precisam de ajuda médica para sair de um drama que é o álcool e para isso é necessário levá-los a uma auto reflexão exaustiva que os façam entender que estão numa senda que não é de paz.

 

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Guerra entre professores e ME

Quarta-feira, 01.11.06

Tal como afirmei num dos meus últimos posts relacionado com este assunto, “(…)isto está longe de um final feliz.”

 

É uma declaração de guerra aos professores. É assim que os sindicatos classificam as negociações com o Governo que terminaram ontem sem acordo.

 

A plataforma que reúne os 14 sindicatos do sector continua contra a revisão do Estatuto da Carreira Docente que esteve em negociações nos últimos dois meses.

Nas principais questões que os sindicatos queriam ver alteradas, nada mudou. Por isso, acusam o Ministério de intransigência, de inflexibilidade e de mentir à opinião pública.

Agora, os professores vão recorrer a juristas e constitucionalistas para que se pronunciem sobre o texto do Ministério e que, segundo os sindicatos, vem liquidar o actual estatuto profissional e de carreira dos professores, constituindo um profundo ataque à própria escola pública.

Assim, sem acordo, os sindicatos prometem não baixar os braços e vão agora definir as formas de luta. Leia mais aqui

 

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