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A desorientação do governo

Sábado, 28.10.06

A greve vai mesmo avançar, governo encerra negociações sem dar o braço a torcer, mantém tudo na mesma, admitindo apenas repensar as reformas mais baixas.

Tal como diz Marques Mendes «O Governo tem maioria absoluta, tinha todas as condições para governar. Mas ao que assistimos é a um Governo desorientado»

Recordando alguns episódios ocorridos nas últimas semanas, como o anúncio do fim da crise feito pelo ministro da Economia ou o desmentido dos professores às declarações do primeiro-ministro de que o Governo tinha chegado a acordo com os docentes, Marques Mendes considerou estar-se perante «a desorientação do Governo no seu melhor».

E a única explicação é, diz o líder do PSD, a incapacidade do executivo socialista para reformar o Estado. «O Governo não faz a reforma do Estado, mas hostiliza, semana a semana os funcionários públicos». Marques Mendes acusou ainda o executivo socialista de «reincidir» no não cumprimento de uma promessa eleitoral, voltando a propor aumentos de impostos no Orçamento de Estado para 2007.

É sem dúvida motivo para repensar novamente este tema. Agora temos a oposição a tentar justificar os erros do PS, como se realmente fossem os líderes nada aconteceria desta forma. E nós, simples mortais, o que podemos pensar? Afinal o PSD já lá esteve e como já foi dito por comentadores deste blog, mentiram. Com que credibilidade pode vir agora contestar a forma pouco democrática que o governo está a levar a cabo? É sem dúvida delicado este assunto e por vezes contraditório na sua concretização vocabular. Começamos a ter a certeza que a cor politica nada tem a ver com as mentes brilhantes que a gerem. Nenhum partido até agora conseguiu realmente agradar aos portugueses, e posso quase afirmar que o futuro será uma derrota do socialismo em prol de um governo comunista, pois é o que nos falta experimentar. Vamos esquecer o tempo do Salazar de que tanto se tem falado, vamos pensar na era moderna, das tecnologias avançadas, do equilíbrio económico, pois ninguém quer voltar a esse tempo, todos querem um futuro melhor, uma vida estável e uma sociedade justa. Desta forma, quase me atrevia a dizer que vamos “explodir” portugal para fazer renascer um PORTUGAL de bandeira verde e com força para vencer. Nós, os guerreiros dos descobrimentos, de repente desaprendemos tudo e já não conseguimos descobrir nada. Esta dita desorientação do governo está a levar o povo à loucura, e um dia destes temos a “guerra” de volta, e não é preciso muito para uma revolução se instalar de pé firme contra um grupo de “terroristas” que nos estão a assaltar a carteira.

 

A imbecilidade continua, quando deparamos com situações como a que passo a descrever, ficamos sem fôlego para continuar. Nem um montão de metáforas juntas classificariam esta ingenuidade pela qual o governo se quer fazer passar. Segundo Valter Lemos Secretário de Estado da Educação, disse pela Rádio Renascença ontem pela manhã, podemos pensar o que quisermos. “A qualificação de professores vai passar a fazer-se através da formação ao nível do segundo ciclo da formação de Bolonha, ou seja, através do grau de mestre. O primeiro ciclo de formação é designado por licenciatura, tem um mínimo de 180 créditos e decorre ao longo de três anos. O segundo ciclo de formação é o mestrado e pode ir até aos 120 créditos, entre ano e meio a dois anos de duração.” Fiquei profundamente confuso com esta nova terminologia que tive mesmo de ir averiguar como era antes, ou melhor como é ainda. Constatei através das minhas fontes, que os professores licenciados estudam durante 4 anos na universidade depois de concluído o 12º ano com sucesso, e, que isto se aplica quer a docentes do 1º ciclo quer a docentes do 2º ou 3º ciclo e secundário. Depois fui-me dito ainda que qualquer docente destes poderá fazer o mestrado que apenas o beneficiará na carreira, podendo assim avançar mais um ano. Bem, com esta pequena análise, descubro que a partir de agora os professores estudarão menos, se só quiser ser licenciado precisará apenas de 3 anos universitários contra os 4 anos no momento. Que se fizer então mais um ano ou ano e meio terá o estatuto de mestre e passará para segundo ciclo de formação. Continuo muito baralhado, afinal que habilitação terá de ter obrigatoriamente o professor? Grau de licenciatura com apenas 3 anos ou mestrado com 4 ou 4 anos e meio? Então e aqueles que já fizeram os 4 anos de universidade? Passam a mestres? Bem, a cada reforma que sai, eu reafirmo, para quê ser professor?

Boa semana e boas leituras, voltarei com mais assunto...isto está longe de um final feliz.

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