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Prostituição

Terça-feira, 20.06.06

A prostituição é uma realidade evidente. Como também o são a violência contra a mulher, o vandalismo ou o tráfico de drogas, mas não ocorre a ninguém argumentar que o seu desenvolvimento social justifica a legalização.

Deve dizer-se que este “trabalho sexual”, tão interessante, que nenhum dos seus defensores o postula para sua mãe, irmã ou filha, está cingido à prostituição feminina: a prostituição masculina é cada vez mais notória. Em todos os círculos sociais são mais que muitos os homens que utilizam o corpo da mulher a troco de dinheiro. Todo o discurso da legalização pretende ignorar a evidência, de que a maior parte das mulheres a exerce como pura estratégia de sobrevivência e contra a vontade. São maioritariamente imigrantes, enganadas ou ameaçadas; elas ou seus familiares, pois poucas exercem como fruto duma eleição racional.

Claro que o loby proxeneta sempre pode estropiar a prostituta que foge de seu “ofício”. Em toda a escravatura, o amo tem o seu tio Tom.

A legalização encobre e facilita o tráfico de mulheres, porque sempre é mais fácil perseguir uma actividade plenamente ilegal, que outra que se mova entre a parte visível da legalidade e a grande massa submersa das mulheres traficadas. É um grave erro pensar que a prostituição dignifica a mulher, quando o “ofício” as obriga a moldar-se a exigências perigosas ou impróprias para a sua dignidade. A legalização fomenta as exigências mais aberrantes, como a de mulheres grávidas. Na nossa sociedade, a lei é fonte de moral por antonomásia. Por isso, quando as barreiras legais desaparecem, também o fazem as culturas éticas, que impedem tratar as mulheres como produtos que podem ser comprados. Muitos homens, que não se arriscam a pagar a uma mulher para ter sexo, se for legal já o fazem, ao mesmo tempo que se propaga a ideia, entre os jovens, que as mulheres, mais não são que objectos destinados aos nossos desejos e dinheiro.
A única saída digna é a aplicada na Suécia, cujo Parlamento apresenta uma elevada proporção de mulheres: a proibição total com a penalização do cliente, como se pratica com os consumidores de pornografia infantil e a dotação de recursos sociais e económicos para proporcionar alternativas laborais às mulheres traficadas.

"Tudo o resto é hipocrisia, perda do sentido do humano ou, claro, o resultado duma boa engorda dos eixos dos carretos."

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"Cobardes?"

Terça-feira, 20.06.06

Após leitura atenta do Jornal “O Arrifanense” de 29/05/06, constato que a associação de pais da Eb1 de Manhouce, na voz do Sr. Eduardo Costa, acusa a Eb1 do Outeiro de falta de solidariedade, falta de sensibilidade, e de cobardia. (Acusações muito fortes).

Segundo apurei, esta associação (Eb1 do Outeiro), participou sempre activamente em todas as acções de luta desenvolvidas pela associação de pais da Eb1 de Manhouce, estando sempre representada, por vários elementos da sua associação. No entanto foram fortemente atacados…

 

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