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JFA sob ameaça…

Segunda-feira, 11.12.06

Funcionário da Junta exigiu cheque sob ameaça de faca

 

Homem foi internado para receber tratamentos médicos.

 

“Um funcionário da Junta de Freguesia de Arrifana, entrou na sede da autarquia de faca em punho, ameaçou os demais colegas de trabalho e exigiu a entrega do cheque relativo ao subsídio de férias. A GNR foi chamada ao local e o homem – que sofre de problemas psíquicos – que entretanto desmaiou, foi levado para o hospital S. Sebastião, onde ficou internado para receber tratamentos.”

Segundo o presidente da JFA o cheque do subsídio de férias a que o funcionário teria direito, diz respeito ao subsídio de férias que o mesmo nunca levantou por se encontrar de baixa. “Pensou, provavelmente, que não lhe quisesse pagar e exibiu uma faca às funcionárias que, com medo, pediram intervenção da GNR de S. João da Madeira” – explica o presidente.

 Lamenta-se que um funcionário que esteja de baixa, não lhe tenha sido facilitado o dinheiro na devida altura, e que o cheque ainda não estivesse assinado por quem tinha a obrigação de o fazer, uma vez que esse mesmo cheque estaria passado à ordem do empregado, não podendo ser levantado sem a respectiva assinatura do mesmo. Também não quero acreditar que a pessoa não necessitaria do valor em questão, ainda por cima pelo facto de se encontrar doente. Parece-me uma história mal contada, e com toda a certeza que a “represália” está inerente no meio de tudo isto, mas como todos sabemos, prevalece sempre a lei do mais forte.

“Dário Matos não coloca de lado a possibilidade de instaurar um processo disciplinar ao funcionário, que poderá culminar no seu despedimento mas afasta a hipótese de qualquer processo judicial.” Doente, sem dinheiro, desesperado e ainda processado. Rico Natal sem dúvida para este homem.

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por ppaparazzi às 16:02

6 comentários

De Anónimo a 11.12.2006 às 19:47

“Dário Matos não coloca de lado a possibilidade de instaurar um processo disciplinar ao funcionário, que poderá culminar no seu despedimento mas afasta a hipótese de qualquer processo judicial.”
Se o Dário pensasse melhor e se olhasse para um bom espelho, instaurava um processo a ele próprio. No melhor pano cai a nódoa .

De Anónimo a 11.12.2006 às 20:50

Penso eu que quando um funcionário sofre de doença, o melhor que um patrão pode fazer por ele é ajudá-lo em tudo o que ele precisar não é deixar que o funcionário fique cada vez com maior dificuldade na vida, protelando o pagamento daquilo a que o funcionário tem direito, estamos a falar de um subsídio de ferias...já estamos a um passo do Natal, e será que o subsídio referente ao mesmo já foi pago?...vamos todos Arrifanenses sem excepção inteirarmos da situação e exigir que se faça justiça obrigando a que o Presidente da Junta não cometa o desplante de punir disciplinarmente um funcionário que se calhar até precisa de ajuda.

De Anónimo a 11.12.2006 às 22:40

É preciso ver que por muitas dificuldades que uma pessoa tenha, não pode nem deve andar por aí de faca a ameaçar as pessoas para exigir os seus direitos.

De Abdalla the Kenyan a 12.12.2006 às 14:41

Esta história estará bem contada? Não haverá por aí algo de mais estranho? Sempre ouvi dizer que os tolos também se ensinam, por isso quem puxa de uma faca para uma pessoa por dá lá aquela palha deve ser punido exemplarmente. Imaginemos que o dito doente esfaqueava a funcionária, estaríamos agora provávelmente todos a lamentar a morte de uma inocente. Quando alguém está doente só volta a ter direito ao subsídio de férias quando retomar o trabalho e partir para gozo de férias, não sendo o caso então não teria de exigir nada até retomar o trabalho, muito menos exigi-lo apontando uma faca. Lamentável, mas mais lamentável é o Presidente da Junta não saber o que vai fazer, nem tem nada que fazer a não ser abrir de imediato um procedimento disciplinar, nomear um instrutor de processo e deixar que este desenvolva o processo, mais, a presença da autoridade obriga forçosamente a que o processo siga para o Ministério Público, portanto a Junta fica a leste para já do processo cível que vai decorrer.

De Anónimo a 12.12.2006 às 20:36

Falta-nos agora saber se o funcionário no momento em que se apresentou de faca em punho já não estaria a gozar as suas férias, ou se ainda se encontrava de baixa, há sempre falta de dados concretos para podermos condenar os culpados. Quanto ao procedimento judicial, nada a comentar só terá de ser aberto o inquérito para investigar o estado psíquico do dito doente. A junta dizer que não sabe bem o que vai fazer é lamentável, mas desta junta tudo se espera, falta de cultura a esse nível para saber responder de imediato a uma questão difícil .

De Enfim a 12.12.2006 às 21:14

Não estamos livres de um dia acontecer uma coisa destas a de nós, por isso acho que estas pessoas devem ser ajudadas e não empurrar mais para o presepicio . Não sabemos as dificuldades de cada um, e no desespero que se encontram, não podemos fazer justiça por nossas mãos se não já tinha morrido muita gente.

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