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ATL de Arrifana nas mãos do novo padre

Terça-feira, 17.09.13

Novo pároco vem de Espinho e está a inteirar-se dos dossiês


Sérgio Leal, 28 anos, natural de Paços de Sousa, assumiu na última semana as paróquias de Arrifana, Romariz e Sanfins, por nomeação do bispo D. Pio Alves, administrador apostólico da Diocese do Porto.
Está assim encontrado o sucessor do padre Marco António Silva, que liderou estas três paróquias nos últimos anos, e que solicitou à Diocese do Porto a sua substituição, invocando razões de ordem pessoal.
O novo pároco, que foi ordenado em Julho de 2012, exerceu funções de vigário paroquial em Anta, Guetim e Espinho, é conterrâneo do seu antecessor, de quem foi colega nos tempos de seminário. Sérgio Leal não conhecia o território onde acaba de chegar e tem-se desdobrado em contactos e reuniões como os movimentos da Igreja nas três paróquias para se inteirar da realidade e do trabalho que está a ser desenvolvido.
“Estes primeiros dias têm sido positivos. Tenho sido bem acolhido pelas comunidades, com entusiasmo, com expectativa, porque sou um padre jovem” – descreve o pároco que tem como propósito “conhecer para servir e amar”.
Tem pela frente a tarefa exigente de administrar três paróquias de dimensão significativa, todas elas com um centro social paroquial, mas não vira a cara ao desafio, contando com “a ajuda de Deus, dos leigos, de três diáconos dos padres Passionistas e da Boa Nova”.
Em Arrifana, o novo pároco é confrontado com o complexo dossiê do Centro Social Paroquial, que se arrasta há longo tempo, por causa do encerramento do ATL e do despedimento de funcionárias, e que continua a ser dirimido na Justiça. A esse respeito, Sérgio Leal afirma não estar na posse de informação que lhe permita falar do assunto. “Vou reunir com as direcções dos centros sociais paroquiais. Estou a inteirar-me das necessidades e das situações de cada um deles, procurando encontrar as melhores respostas” – remata.

Fonte: Terras da Feira

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ATL sempre em moda

Sábado, 10.08.13

“O encerramento do ATL pelo Centro Social de Arrifana originou há vários anos a redundância das pessoas que lá trabalhavam, colocando as colaboradoras no desemprego. Desde aí o processo tem-se arrastado nos tribunais com vários volte-faces para os 2 lados. Entretanto, os queixosos apresentaram uma queixa crime contra o actual pároco Marco apesar dele não ter estado envolvido na decisão de encerramento, pois tal aconteceu na era de outro Padre. O bispo e o próprio pároco optaram pela mudança da liderança da paróquia para o novo padre Sérgio Leal a quem desejamos que mantenha a rectidão e não ceda a pressões de quem tem estado por detrás de várias polémicas em Arrifana.”


Ao ler este texto postado pelo Editor de um blog que acompanho “Blog de Arrifana” deixou-me com uma dúvida:

Quem estará por detrás de várias polémicas em Arrifana?

A última frase da postagem é pertinente, parece-me uma indireta para alguém. Pelo que sei o famoso caso ATL tem fundamento. As funcionárias despedidas queixaram-se com a sua razão, o que faz aqui um volte-face é quem é que afinal está por detrás dessa queixa-crime?

 

É caso para dizer que a investigação está a ser feita.

O blog de Arrifana parece ter algum interesse em deixar a fogueira em lume brando.

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ATL Continuação...

Domingo, 04.08.13

É mais fácil mudar as instalações do Centro Social para o Tribunal, tantas são as visitas nos últimos tempos.

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por Administração às 12:14

Carta Aberta

Sexta-feira, 01.02.13

Caros Arrifanenses,

 

Uma vez mais por este meio dou a conhecer os desenvolvimentos da “luta” Centro Social e Paroquial de Arrifana/Funcionárias, que ora são despedidas, ora são reintegradas... e assim se percorre um longo caminho que já dura há mais de 3 anos.

Como em tempos tornei público, o CSPA recorreu da decisão de 1.ª instância e há algum tempo atrás o Tribunal da Relação do Porto entendeu que se deveriam recolher mais provas, nomeadamente com um julgamento.

Apenas para enquadramento, informo que entre a decisão de 1.ª instância (que reintegrou as funcionárias) e o acórdão (que anulou essa sentença) foi proferido parecer do Ministério Publico do Tribunal da Relação do Porto que se pronunciou pela validade da sentença proferida em 1.ª instância e sustentou com jurisprudência a opção que tomou.

Relativamente ao acórdão, devo confessar que foi uma surpresa, por ter declarado nula a decisão da 1.ª instância. E, correndo o risco de a minha opinião ser entendida como parcial, entendo estar a fazer uma análise coerente, correcta, e acima de tudo baseada em factos.

Sou conhecedor de todo o processo e tenho nomeadamente presente que a jurisprudência maioritária vai no sentido contrário ao que foi decidido no dito acórdão.

O julgamento é bem-vindo, daí não ter havido recurso para o Supremo Tribunal de Justiça, só é pena que demore a concretizar-se e quem pague a factura seja mais uma vez as trabalhadoras, que por decisão do CSPA vieram novamente para casa privadas do seu “ganha pão”.

Na minha última carta aberta, afirmei que o que me movia era o interesse público do CSPA e nessa conformidade entendo que o julgamento que agora se avizinha é mais um claro erro de gestão da direcção do CSPA.

No entanto, pessoalmente, acredito que com o julgamento seja possível promover a Auditoria às contas do CSPA que, como bem sabem, sempre defendi e defendo.

A este propósito, quero lamentar que até à data o Sr. Padre Marco Silva ainda não tenha respondido à minha carta aberta anterior.

Defendo agora como na altura que “Quem não deve não teme” e, se não há nada a esconder, torne-se pública a auditoria.

Informo também que a uma fiscalização feita às contas do CSPA pela Segurança Social resultou numa participação criminal, processo que corre nos serviços do Ministério Publico de Santa Maria da Feira, sob o n.º 456/11.6TAVFR.

Da justiça só espero isenção como até aqui, não obstante o Padre Lino Maia (presidente da CNIS), relativamente à Justiça, ter dito à Comissão de Pais que “os pareceres dependem de quem os encomenda”.

Por último quero deixar claro que este processo só acaba em julgamento, espero sinceramente que o responsável máximo do CSPA nos permita ouvi-lo sob juramento.

Sou da opinião que há demasiado tempo que os dirigentes do CSPA tentam adiar os julgamentos, para o total apuramento da verdade espero que não continuem a fazê-lo.

 

Vítor Hugo Pinho

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Feliz Natal!

Segunda-feira, 24.12.12

O Kaskaedeskaska mais uma vez foi falado na reunião da direcção do Centro Social Paroquial de Arrifana, desta vez culparam-nos por este ano as funcionárias não terem direito a um postal de Natal.

Como não gostamos de ser responsáveis pelas asneiras dos outros e não queremos deixar as mensagens por distribuir resolvemos fazer o Postal de 2012.

 

A rotunda enfeitada pelo Centro é o espelho da casa, se o boneco continuar a ser puxado por fios e a cair para o lado, depois do dia de Reis tem todas as condições para sair da rotunda e ir para a secretaria coordenar ou para o cartório dirigir.

 

Mas o que nos trouxe aqui foi o Postal de Natal de 2012 por isso com sinceridade desejamos a todas as funcionárias um Santo Natal.

 

Por último reparamos que a reunião infelizmente não esclareceu o caso ATL.

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ATL – Volta a dar que falar

Terça-feira, 18.12.12

De repente e sem aviso prévio as funcionárias do ATL deixaram de aparecer no Centro Social, foram outra vez despedidas.

Nas conversas de corredor soube-se que o Centro afinal ganhou o processo no Supremo Tribunal e as funcionárias já não voltam a trabalhar.

É estranho estar tudo tão calado, nos jornais ninguém diz nada.

Mas para nos manter informados nada melhor do que a reunião que a direcção marcou para a próxima semana.

Vamos esperar para sermos esclarecidos.

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Mais uma...carta aberta...respondam...todos merecemos saber a resposta

Sábado, 13.10.12

Carta aberta aos Directores do Centro Social e Paroquial de Arrifana (CSPA)

Arrifana, 24 de Setembro de 2012

Exmos. Srs. Directores,

Sr. Padre Marco António Silva, Sr. Eduardo Saraiva, Sr. Manuel Santos, Sr. Francisco Santos e Sr. Ângelo Pinho (dirijo-me a todos porque depreendo que as decisões da direcção são colegiais, caso algum dos Srs. Directores se tenha pronunciado em acta contra as ultimas decisões da direcção, agradeço que considere que esta carta não lhe é dirigida).
Como é do V/ inteiro conhecimento após 3 anos de uma longa e penosa “batalha judicial” as trabalhadoras do CSPA que foram despedidas duas vezes foram novamente reintegradas.
Logo depois da 2ª reintegração tive oportunidade de falar com alguns de vocês que disseram não conhecer o processo mas… já tinham decidido que iam recorrer.
Como bem sabem sou totalmente a favor do cumprimento da lei e como tal entendo que o Recurso é um direito legítimo para os intervenientes processuais, mas afirmar-se que se vai recorrer sem conhecer o processo?
Esta V/ forma de gerir o CSPA é no mínimo SURREAL.
Eu li e reli página a página do processo e posso afirmar com total certeza e muito bem documentado que o encerramento do ATL foi um acto de MANIFESTA MÁ-GESTÃO dos V/ antecessores que só prejudicou o CSPA e, deixou claro, que a coordenadora do Centro Infantil não teve capacidade para exercer as funções que lhe foram confiadas, pois em momento nenhum tentou defender a manutenção da valência, seguiu a via para se defender dos directores e não defendeu quem lhe paga o salário, o CSPA.
 Era também minha suspeita que V/ Exas. não tinham capacidade para tomar as melhores decisões na defesa dos interesses do CSPA mas, depois de ler a carta (que transcrevo parcialmente) que V/ Exas. em Agosto de 2012 enviaram às funcionárias reintegradas, as suspeitas tornaram-se certezas.
“Como é do seu conhecimento, no dia 27 de Julho recorremos da decisão do Tribunal. Assim sendo, vimos informar que, após o período de férias, a partir de 3 de Setembro, deverá ficar em casa pelo período que decorrer o processo em Tribunal até decisão final do mesmo, seja no Tribunal da Relação do Porto seja no Supremo Tribunal de Justiça, com trânsito em julgado, sem perda de vencimento e quaisquer direitos, nomeadamente o salário que será pago no final de cada mês.” (negrito e sublinhado meus)

Como é do V/ conhecimento esta carta está assinada pelo Presidente e Vice-Presidente do CSPA, permitam-me pois algumas questões:

• Não têm pejo de continuar a fazer as asneiras dos V/ antecessores?
• O que os motivou a fazer uma proposta que vai contra a sentença que condenou o CSPA?
• Estando cientes que tal proposta é contrária á Lei, pois o CSPA já o tentou fazer em 2009 e não conseguiu, porque o fizeram novamente?
• Têm consciência que com esta carta põem a nu a vossa falta de capacidade para gerir o CSPA?
• Propor às 3 funcionárias que fiquem em casa e que o CSPA lhes pague o ordenado todos os meses, isto é, pagar-lhes para não trabalharem? Não acham descabida tal proposta?
Tiveram sorte porque as funcionárias são pessoas de trabalho e não aceitaram, olhem que anda por aí muito malandro que gostaria lhe fizessem proposta idêntica.
• Acham que com este tipo de gestão manifestamente incapaz podemos estar confiantes no futuro da Instituição?
• Estão cientes que gerem uma Instituição Particular de UTILIDADE PUBLICA? E que por isso tem direitos, mas também obrigações, não só para com quem lá trabalha mas também para com a população de Arrifana.
• A Instituição pelo menos estatutariamente tem cariz religioso... Onde na vossa conduta se faz jus ao que a religião católica preconiza?
• Sabem o que dizem em concreto os estatutos que regem a instituição a este respeito?
• Acham que permitindo que o Sr. Henrique Resende, como chefia intermédia do CSPA, esteja a toda a hora a tentar pôr as restantes colegas contra as 3 funcionárias reintegradas, levam o CSPA para a frente?
• Não acham que o que estão a fazer a estas 3 funcionárias é “Terrorismo Psicológico”, querem o quê leva-las ao hospital?
• Acham que darem cobertura à perseguição que os anteriores directores iniciaram abona a favor da V/ gestão e do CSPA?
• Quando falam com as funcionárias reintegradas têm ao V/ lado 4 ou 5 testemunhas e as Trabalhadoras estão completamente sozinhas, qual é a intenção levantar-lhes um processo disciplinar com base em mentiras?
• Já leram as alegações que fizeram em sede de Recurso e as contra-alegações das funcionárias?

Já por diversas vezes a Comissão de Pais e eu oferecemos ajuda ao Sr. Padre Marco que este teimosamente tem recusado e, desde que chegou, tem tomado decisões que estão a delapidar o Património do CSPA.
Sr. Padre agradeço que se lembre que gere uma Instituição que dá emprego a mais de 50 pessoas, já me confessou que é Padre e não profissional de Gestão mas, por favor, não ponha em causa o ganha-pão das funcionárias do CSPA.
A responsabilidade desta reintegração é sua e dos 4 directores que consigo decidiram o despedimento colectivo, não se escude na desculpa de que quando chegou já o ATL estava fechado.
É certo que estava fechado mas as 3 funcionárias agora reintegradas estavam a trabalhar por ordem judicial, se a tivesse respeitado na altura tudo isto tinha sido evitado.
Sr. Padre Marco diz o povo que “quem não deve não teme” e é nessa conformidade que abertamente lhe pergunto:

• Já fez a auditoria ao CPSA que há muito foi solicitada?
• Quais foram os resultados?

As minhas perguntas são feitas em carta aberta não para incomodar quem gere o CSPA, mas sim para dar conhecimento à população do que se está a passar e de todos podermos obter resposta às perguntas colocadas, as respostas não interessam somente a mim.

Ressalvo que os interesses das 3 funcionárias estão a ser devidamente defendidos em sede própria, o que me move agora é o interesse público do CSPA, na defesa do qual não me importo de dar a cara e ser a voz de muita gente.
Faço esta carta agora depois de muito ponderar, pois queria ter a certeza interior que estava a fazer o que é certo e não a tentar vingar-me das perseguições covardes (algumas anónimas) de que fui alvo após as minhas últimas intervenções na Comunicação Social, perseguições essas sim com o intuito claro de me prejudicar.
Fico pois à espera das respostas às minhas perguntas, se possível em carta aberta também pois, tal como referi, as respostas não me interessam apenas a mim.
Até lá aceitem os meus cordiais cumprimentos,

Vitor Hugo Pinho

Fonte: O Regional

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ATL – Mensagem de Natal 2011

Sexta-feira, 28.09.12

 

Srs. directores as funcionárias merecem a prenda de Natal que lhes queriam dar.

O Kaskaedeskaska pensou numa reunião geral de funcionárias em que os Srs. lhes explicam o famoso “caso ATL”.

É que ainda ninguém entendeu.

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ATL – Foi-nos roubado sem razão

Sábado, 28.07.12

Tribunal dá razão às trabalhadoras

 

O Tribunal de Santa Maria da Feira decidiu a reintegração das funcionárias do Centro de Actividades de Tempos Livres (ATL) de Arrifana, com todos os seus direitos. Contrariando o que os responsáveis directivos afirmavam, o relatório de peritagem tornou claro que não havia prejuízos financeiros. Segundo apurámos, e apesar desta decisão, decorrem ainda neste Tribunal processos-crime envolvendo várias pessoas ligadas a este ATL.

O tribunal de Santa Maria da Feira decidiu a integração das trabalhadoras, “com todos os direitos que lhes são devidos, sem qualquer perca na sua antiguidade ou regalias”.

As três funcionárias do Centro Social e Paroquial de Arrifana foram reintegradas nos seus postos de trabalho que tinham sido obrigadas a abandonar, um despedimento colectivo, com o encerramento do Centro de Actividades de Tempos Livres (ATL), justificado na altura com a acumulação de sucessivos prejuízos da instituição.

Fonte próxima da associação de pais garantiu à nossa reportagem que, apesar desta situação poder colocar em maus lençóis o futuro da instituição devido ao valor agora a pagar às trabalhadoras, que ronda os “80 mil euros”, relativamente aos seus ordenados, o mais importante “foi o tribunal reconhecer que quem estava à frente dos destinos da instituição cometeu uma ilegalidade e que despediu pessoas sem o poder fazer”. Este responsável entende ainda que se por qualquer razão este valor a pagar às três trabalhadoras colocar em risco o futuro desta instituição, “as trabalhadoras nunca podem ser consideradas culpadas mas sim quem está na administração”, já que “apenas foi reposta a legalidade”.

80 mil euros a pagar às trabalhadoras

Pedro Filipe Soares, deputado por Aveiro na Assembleia da República, em declarações a ‘ O Regional’, referiu que não se deve insistir naqueles que “foram os preconceitos e orgulhos que levaram a esta ilegalidade, que agora foi desfeita, mas que lhes custou tantos dias e sofrimento”. E explica que tudo poderia ter sido evitado se tivesse existido “um outro tratamento e lisura por parte da administração”.
O certo é que este deputado, na altura, tinha já alertado para a injustiça e manifestado a sua incompreensão, questionando por diversas vezes o ministério da segurança social do anterior governo, acusando-o de nada ter feito para defender as funcionárias nem repor legalidade numa situação que era, em sua opinião, claramente  ilegal. Acresce que “o relatório da peritagem também foi claro, indicando que não existiam prejuízos financeiros, bem pelo contrário: o ATL era lucrativo”, ao contrário do que os responsáveis defendiam na altura.

Segundo o BE, depois de louvar a coragem, a luta e a determinação das funcionárias despedidas, reconheceu que a sentença do tribunal veio trazer ao de cima a razão das trabalhadoras, além de “demonstrar que a única preocupação da direcção do Centro Social e Paroquial de Arrifana era ver-se livre destas trabalhadoras a todo o custo, recorrendo a argumentos falaciosos, nada edificantes para uma instituição ligada à Igreja”.

A nossa reportagem apurou ainda que decorrem no Tribunal da Feira, ainda vários processos-crime, que envolvem pessoas ligadas à administração do ATL.

Fonte: O Regional

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Desfecho Justo, Arrifana (ATL)

Sexta-feira, 20.07.12

Aconselhamos os nossos leitores a dar um olhada ao Jornal O Regional de São João da Madeira, do dia 18 de Julho 2012. Lá diz tudo sobre este "triste" desfecho. Muito se falou neste Blog, e não só, acerca deste estranho acontecimento, passado no malogrado ATL de Arrifana. Arrifana ao longo de  Décadas tem sido Cartaz de notícias, a maioria delas pelo lado negativo. Que faz com que os Arrifanenses de bom senso se envergonhem. Se repararmos nas nossas Instituições, poucas são aquelas que são capazes de dignificar o nome para aquilo que foram criadas, isto por culpa dos responsáveis que quase se elegem por conta própria, e fazem das Instituições Património seu. O mais incrível é, em Arrifana existir uma Instituição como o ATL, com um suporte financeiro saudável com lucros justificados, e só porque alguém de má fé, tenha alegado o encerramento por falta de viabilidade financeira. Lamenta-se este acontecimento, motivado pelo facto de à cabeça do mesmo, estar alguém com responsabilidades religiosas, e ter corroborado com os injustos despedimentos, só para fazer vontade a alguém que não gostava das funcionárias, despedidas. A justiça desta vez funcionou, espera-se que os culpados deste rombo financeiro, sejam bem condenados para que sirva de exemplo.

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