Será servido um porto de honra oferecido pelo Café Zubel e terá ainda um momento musical a cargo de José Almada - música de intervenção.

A CP emitiu, no dia 19 de Janeiro de 2012, um comunicado onde faz saber a intenção de proceder a ajustamentos no Serviço da Linha de Aveiro, “com o objetivo de adequar a oferta à procura, e, por esta via, ir ao encontro da redução de custos que a atual conjuntura impõe”.
Na realidade, o ajustamento anunciado corresponderá à supressão diária de todos os comboios que circulam no período noturno – após as 20h00 – entre as estações de Ovar / Porto S. Bento / Ovar e aos dias úteis, em igual período, entre as estações de Aveiro / Porto Campanhã / Aveiro.
Segundo a empresa, a decisão prende-se com as reduzidas taxas médias de procura. No entanto, fica claro, a partir do comunicado emitido, que a poupança, de 400 mil euros anuais, foi um fator a ter em conta na decisão tomada.
Consideramos estranhas as percentagens apresentadas pela CP, dado que o próprio Presidente da Camara de Ovar declarou já que “muitas pessoas usam o comboio a partir de Ovar quer em direção ao Porto quer em direção a Aveiro.”
Para o Bloco e Esquerda importa salvaguardar aquilo que são as necessidades de mobilidade dos cidadãos, adequando a oferta às necessidades, respeitando as características do movimento de pendular das populações. Assim, a decisão CP merece as maiores reservas da parte do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda.
Em primeiro lugar porque a decisão não se baseia em nenhum estudo fundamentando nem tem em conta os serviços que a população precisa. A manutenção dos movimentos pendulares dos habitantes da região implica, necessariamente, a existência de um serviço de transportes funcional e eficiente. No processo de tomada de decisão é necessário considerar que os comboios a circular no período noturno não têm, por norma, uma procura autónoma, servindo como único meio de retorno para os passageiros que efetuaram o mesmo trajeto no sentido oposto.
Em segundo lugar é necessário ter em conta o contexto em que esta decisão é tomada. A supressão dos comboios nesta região deixa estas populações sem uma alternativa viável às SCUT, que deixaram de ser gratuitas.
Em terceiro lugar, porque é improvável que a melhor forma de adequar os serviços ferroviários às necessidades dos seus utilizadores seja através da estratégia de contínua supressão de trajetos, composições e linhas de ferrovia. A solução apresentada, motivada apenas por razões de ordem financeira, não resolve nenhum problema associado à inadequação ou insuficiente desenvolvimento da rede de transportes em Portugal, pelo contrário.
Em quarto lugar, porque o recente anúncio por parte da CP não pode ser considerado de forma isolada, mas sim no conjunto de comunicados semelhantes, por parte de inúmeras empresas públicas de transportes – Carris, Metropolitano de Lisboa e CP são disso exemplos – a operar em diferentes sectores e zonas do país.
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda considera prioritário, em nome de uma estratégia de desenvolvimento económico, social e ambiental do país, a suspensão do Plano Estratégico de Transportes e de todas as decisões que dele decorrem em termos de diminuição dos serviços de transportes e aumento os preços a cobrar aos utilizadores. Consideramos ainda urgente uma clarificação de quais os verdadeiros citérios utilizados, quer na decisão da CP acima indicada como em outras semelhantes. Na ausência de um estudo aprofundado das necessidades do país em termos necessidades de mobilidade, os critérios da consolidação orçamental e dos cortes cegos nos serviços públicos parecem impor-se a todos os restantes.É hoje claro que o Plano Estratégico de Transportes, apresentado como uma das soluções para o sector em Portugal, rapidamente se tornou na fonte de inúmeros problemas adicionais. Os utilizadores de transportes públicos em Portugal encontram hoje serviços de menor qualidade e abrangência, a preços mais elevados. Ao invés de promover a sua utilização, e adaptação às necessidades das populações locais, a estratégia seguida está a contribuir ativamente para a delapidação dos serviços públicos de transportes: a fraca qualidade dos serviços tem como consequência a ausência de passageiros que justifica depois o desinvestimento no sector.
Face à gravidade da medida implementada pela CP, os deputados do BE questionaram o Ministério da Economia e da Inovação ler aqui as perguntas
Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro

Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro
Alguns mal entendidos depois e apesar das “más línguas” que apoquentam os directores do Centro Social e Paroquial de Arrifana, parece que finalmente a nossa terrinha merece uma visita importante.
Fala-se que o D. João Lavrador tem conhecimento de todo o escândalo do Centro Social e Paroquial e espera-se que venha à nossa terrinha prestar os esclarecimentos que a população há muito pediu.
Já se sabe quando e onde podemos ouvir o Sr. Bispo e fazer-lhe perguntas?
Ou será que não vamos ter essa oportunidade?

Em nota de retrospetiva de um ano em que o kaska&deskaska esteve ativo, podemos lembrar coisas boas e más que aconteceram em Arrifana e não só.
Ganhamos Cavaco Silva como presidente da República
Tivemos a JFA denunciada pela venda ilícita de sepultura
Escândalo no Centro Social e Paroquial de Arrifana – Encerramento do ATL
Encerramento efetivo da E.B.1 de Manhouce
A comemoração das invasões francesas com a colocação de flores na chapa ferrugenta
FCP ganha a taça de Portugal
Feirense sobe à 1ª liga
Passos Coelho novo primeiro-ministro de Portugal depois da demissão de Sócrates
Festa das Coletividades acontece de novo
Parque de Lazer de Azenha faz festa pela 1ª vez
Padre Marco António é notícia
Arrifana perde Centro escolar
Site da JFA desaparece
É anunciado o encerramento do Vouguinha
Uma nova escritora surge em Arrifana – Rosa Familiar
Sogra morta viva, só mesmo em Arrifana
Muitas fábricas fecham portas e desemprego aumenta
A saúde é notícia pelos piores motivos
Terminamos com a última Assembleia de Freguesia com orçamento reprovado para 2012, pela 1ª vez Belo acordado.
A crise explicação para tudo
Já se encontram abertas as inscrições para as meninas fogaceiras. Até ao dia 13 de janeiro, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira tem as inscrições abertas para as meninas do Concelho que pretendam participar no Cortejo Cívico e na tradicional Procissão da Festa das Fogaceiras, no feriado municipal do dia 20 de Janeiro. As inscrições podem ser feitas no pelouro da Educação, Cultura e Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira ou junto das escolas EB1 e EB2,3 do concelho.

Há três meses atrás, em plena Assembleia de Freguesia, o Presidente da Junta de Arrifana regozijava-se de alegria, com sorrisos nos lábios, a anunciar que finalmente o Saneamento ia arrancar com força, e com duas frentes no dia 26 de Outubro de 2011.

População de Aveiro enganada pela Câmara e ex governantes, com promessas falsas de criação de 200 postos de trabalho.
A Nissan anunciou a suspensão da construção da fábrica de baterias em Cacia. Este investimento, cuja primeira pedra foi lançada em Fevereiro de 2011, previa a criação de 200 postos de trabalho e um investimento de 156 milhões de euros. O Bloco de Esquerda pretende, por isso, esclarecimentos sobre esta decisão que apanha o país e, principalmente, os habitantes do distrito de Aveiro de surpresa.
O processo que levou a Nissan a indicar Portugal como um dos países que iria receber uma das fábricas de construção de baterias para veículos eléctricos teve o apoio público do Governo da altura. Aliás, foi uma vasta comitiva ministerial participou no lançamento da primeira pedra. Assim, é necessário que se tornem públicas as contrapartidas que foram dadas à Nissan para que o investimento ocorresse em Aveiro. Segundo o Ministro da Economia da altura, haveria “apoios financeiros, fiscais ou apoios do QREN”, pelo que é necessário esclarecer os portugueses de que apoios se falava.
Este investimento foi considerado estratégico para o país, pelo que a sua suspensão coloca várias questões que o Governo tem de esclarecer. A primeira das quais é se o Governo teve conhecimento antecipado da decisão da Nissan e se irá exigir a devolução das contrapartidas prestadas à Nissan. Mas, é também necessário que o Governo preste esclarecimentos ao país sobre esta suspensão de investimento estrangeiro em Portugal. Como é possível que o Governo, que tantas vezes fala em diplomacia económica, falhe agora o cumprimento de um investimento estrangeiro que estava completamente acertado?
Por outro lado, o investimento iria criar 200 postos de trabalho numa região extremamente fustigada pelo desemprego. A suspensão em causa levanta a necessidade da existência de compensações que possibilitem a criação de emprego que, agora, ficará frustrada.
O Bloco de Esquerda considera essenciais as respostas do Governo perante esta atitude da Nissan. Ainda durante a manhã a Câmara Municipal de Aveiro dizia que este investimento era o exemplo da capacidade de "afirmar Aveiro como cidade de futuro", atraindo projectos industriais "de grande envergadura tecnológica". Algumas horas depois deste comunicado camarário, a Nissan dava conta da intenção de suspender a construção da fábrica, ridicularizando o executivo municipal.
Perante esta falácia o deputado do BE Pedro Filipe Soares, questionou já hoje o Ministério da Economia e do Emprego, sobre mais uma promessa que ficou por concretizar. Ler aqui as perguntas
Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro
Segundo o Terras da Feira , o Centro Social e Paroquial de Arrifana alerta para um falso peditório a favor desta instituição de apoio às crianças e idosos, a decorrer há alguns dias em S. João da Madeira.
Leia a notícia aqui.

O Tribunal de Santa Maria da Feira dá razão a dois dos quatro trabalhadores despedidos ilegalmente em setembro de 2009 pela empresa de cortiça CorksRibas (situada em S. Paio de Oleiros, Concelho de Santa Maria da Feira). Incompreensível e lamentavelmente apenas dois dos quatro processos foram julgados. A justiça é muito lenta mas desta vez funcionou, ainda que apenas para dois dos quatro. Fez-se justiça, ainda que parcial.
Esta empresa despediu estes trabalhadores claramente por razões políticas/sindicais.
As sentenças dos dois processos julgados até agora, foram bem claras, a empresa não tinha qualquer razão para ter realizado o despedimento destes trabalhadores. O tribunal decidiu como era mais que obvio dar razão aos trabalhadores.
Pelos dados que chegaram ao conhecimento do BE e que na devida altura denunciamos, esta empresa pertence a Américo Amorim.
Existem trabalhadores da CorksRibas que, ao longo da sua vida profissional nas instalações da empresa CorksRibas, foram alternando o seu vínculo contratual entre a empresa CorksRibas e o Grupo Amorim. Realça-se que a mudança do vínculo contratual nunca teve qualquer impacto ao nível das funções que os trabalhadores realizavam, nem a qualquer mudança do local de trabalho. A água e luz utilizada pela Corksribas eram provenientes da empresa Amorim Revestimentos, pertencente ao Grupo Amorim. Até a segurança noturna das instalações de ambas as empresas era assegurada pela mesma pessoa.
Esta empresa apenas e só realizou este despedimento, porque sabe que a justiça é lenta e que deixa os trabalhadores desprotegidos.
Lamentavelmente os sucessivos governos (PSD/CDS e PS) ao longo dos anos têm aniquilado o funcionamento da justiça, facilitando a vida a quem quer transformar em escravos quem trabalha verdadeiramente neste País, que são os trabalhadores.
O Bloco de Esquerda saúda a resistência heroica destes trabalhadores, que para além de terem de se confrontar com a injustiça de terem sido despedidos por razões políticas/sindicais, ainda tiveram que enfrentar uma justiça que para quem trabalha funciona devagar, devagarinho e quase parada.
Bloco de Esquerda Distrital de Aveiro
Rosa Familiar, professora, poetisa e escritora, nascida em Arrifana e residente hoje na cidade de Santa Maria da Feira vai lançar um novo livro.
Depois da participação em várias coletâneas de poesia, estreia-se agora a solo com um romance "A minha janela" que irá ser lançado no próximo dia 3 de dezembro, pelas 17h no bar Ar de Rock em Lourosa.
A pedido da mesma, fica aqui o convite a todos os arrifanenses interessados em comparecer no evento.
De todos os livros vendidos no dia do lançamento será retirado 1€ que reverterá a favor da instituição Carlos Alberto Souto, instituição que apoia jovens com problemas.
Apoie esta causa, ao comprar está a ajudar.

O deputado Pedro Filipe Soares critica as medidas de reforço da solidez financeira das instituições de crédito propostas pelo Governo, lembrando que, nos últimos 10 anos, a banca gastou mais de 6 mil milhões em dividendos distribuídos aos accionistas. Ver aqui a intervenção
Bloco de Esquerda Distrital de Aveiro

Os professores licenciados a exercer funções nas actividades de enriquecimento Curricular (AEC), através do “Projecto Escola a Tempo Inteiro” (PETIz) da Universidade de Aveiro, nos agrupamentos escolares de Aradas, Cacia e Eixo estão sem receber desde 19 de Setembro, ou seja, ainda não receberão nada desde que se iniciou o corrente ano lectivo.
Para além de não receberem, o que já de si é muito grave, ainda acumulam despesas regulares com segurança Social, finanças, deslocações para as escolas e materiais didácticos.
Estes professores estão numa situação insustentável.
Esta situação deve-se ao facto do Ministério das Finanças ainda não ter autorizado a contratação de uma entidade exterior aos agrupamentos, neste caso a Universidade de Aveiro que por sua vez contrata estes professores.
Os deputados do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, João Semedo e Catarina Martins já questionaram o Ministério das Finanças sobre esta grave situação em que se encontram professores, pais e alunos destes agrupamentos. Ler aqui a pergunta
Hoje uma delegação do Bloco de Esquerda, constituída pelos dirigentes Joaquim Dias e Nuno Serrano, deslocou-se à escola de Azurva, (freguesia de Eixo, Concelho de Aveiro), onde em contacto com pais e alunos, pode verificar os graves transtornos que o ministério das finanças está a causar na comunidade escolar.
Com a recusa por parte dos professores das AECs em trabalhar, já que não recebem, os alunos a partir das 15:15h ficam sem qualquer acompanhamento.
Praga de mosquitos na escola da Azurva
Para agudizar ainda mais esta tragédia, esta escola é afectada por uma praga de mosquitos, que surpreendentemente ainda nenhuma entidade tentou solucionar, estando claramente em causa a saúde pública, em particular de toda a comunidade escolar da escola de Azurva.
O BE vai exigir responsabilidades as entidades que deveriam já ter posto cobro a esta praga e que surpreendentemente ainda nada fizeram.
O BE relembra que os mosquitos são insectos que facilmente propagam pragas, que causam graves problemas de saúde e por vezes autenticas calamidades.
O BE irá questionar o Ministério da Saúde exigindo explicações para esta grave inoperâncias das entidades responsáveis pela saúde em Portugal.
Bloco de Esquerda Distrital de Aveiro